Poisoned
4 Chapter Four: THAT WAS NOT A KISS!
Notas iniciais
Brinks, nem façam isso com ela, se não ficamos sem beta e só vai piorar a situação.
Defendendo ela, a vivi chan tava cheia de provas e tinha que estudar e então já sabem a história.
ANYWAY, espero que gostem do cap, dedicado especialmente para a Marii_W e a Vivi chan, NÃO FIQUEM COM CIÚMES! A desculpa é simples, a Mari chan tava querendo um pouco mais de momentos "NearXMello" interessantes, portanto, botei coisas bem "interessantes nesse cap.
E a vivi chan por arrumar um tempo para betar a fic, ela devia estar cansada tenho certeza. Sério, se não fosse por essa baka ai, a fic já estaria perdida UAHSUSHAHSU
Chega de falar e vamos para a fic!
Boa leitura.
Chapter Four: THAT WAS NOT A KISS!
Depois de um tempo vagando pelas minhas próprias teorias, decidi que me prender a tal assunto não me ajudaria em nada, nem mesmo a vencer Near. Mas eu ainda não acreditava que Roger estivesse tão obcecado por isso... Não seria esse trabalho, muito menos algumas indiretas sem criatividade, que iria mudar algo em mim ou em Near.
Pena que a paz que antes eu desfrutava terminou no momento discutirmos as idéias...
– Mello, eu só estou dizendo que... — Começou calmamente enrolando seu cabelo.
– Não, Near! Eu sei o que está dizendo! — Falei alto o suficiente para que alguns pirralhos curiosos parassem e observassem a cena. Olhei para eles. Só um olhar e todos saíram correndo! Parece que minha fama está crescendo.
– Mello, eu só disse que poderiamos trocar idéias, só isso. — Terminou se dirigindo para sentar na cadeira, se eu tivesse deixado.
– Eu sei o que está fazendo, Near, e não vou deixar acontecer! Só porque você é o número um da Wammy´s House não quer dizer que eu não consigo perceber isso! — Falei segurando seus ombros e os chaqualhando um pouco.
– Eu não sei do que está falando, Mello... — Albino desgraçado, ele ainda se finge de desentendido, idiota!
– Eu sei que você só quer que no final de tudo a sua ideia seja a escolhida! Eu preciso gritar mais ou já entrou na sua cabecinha albina?! – gritei com raiva.
Eu estava bem perto dele, eu estava muito perto dele. Ainda demonstrava muita raiva, mas Near continuava indiferente, eu sabia que se eu fugisse agora seria igual a perder, porém... Admito que estávamos em uma posição bem constrangedora.
Eu estava segurando a gola de Near bem perto de mim, fazendo com que ele fosse obrigado a ficar bem perto de meu rosto, e ele ficou ali, paralisado, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Conseguia sentir sua respiração calma batendo contra minha face, e também acho que...
– O Mello ta beijando Near!- Uma voz gritou, uma voz feminina, a voz da LINDA!
– Mas que porra!! Nós não estávamos nos beijando, sua idiota! – Gritei, porém ela tinha ido embora. Isso não poderia estar acontecendo comigo...
Acho que isso é karma, não é? O que eu fiz de tão ruim para receber isso?
Tá, eu concordo, eu não sou um anjo de pessoa, mas isso já era demais!
– Isso é tudo culpa sua, Near! Se nós tivéssemos feito do MEU jeito, isso nunca teria acontecido! Agora a estúpida da Linda vai ficar espalhando para todos, e eu odeio boatos, e você deveria também!- Falei andando em circulos e batendo o pé muitas vezes, mordia a barra de chocolate com força e raiva.
– Não ligue para eles, são só boatos e não são verdadeiros. — Falou calmamente, continuando a enrolar um de seus cachinhos no dedo.
– Você e eu sabemos que não é verdade!! Todos vão acreditar que — Fui interrompido pela coisa mais inesperada possível.
Um beijo.
Eu não tive tempo de raciocinar nada, em um instante Near estava agindo como o Near idiota de sempre, e agora ele segurava minha camisa fortemente, obrigando-me a continuar o beijando. Senti meu estômago dar voltas e voltas, parecia até que tinha borboletas lá dentro (estúpido, mas é verdade) enquanto eu continuava a sentir os lábios de Nate cotra os meus, tão macios, eu sabia que eu era mais forte que ele, mas por algum motivo, eu não queria parar este beijo por nada.
Voltei à realidade quando senti ele se distanciar de mim lentamente, não havia sido um beijo profundo, quente, úmido, não. Só havia sido um leve selinho, um beijo que durou apenas segundos, que pareceram minutos, horas.
Near estava me olhando com a mesma cara de indiferença, e então caiu a ficha. Se eu não tivesse uma quantidade mínima de forças, eu juro que já estaria de joelhos no chão agora.
Eu havia beijado meu rival, um menino, um albino, o número um da Wammy´s House... O que eu havia feito? Ou melhor, que porra aquele albino tarado tinha feito comigo?!
– Mas que droga, Near!! Por que fez isso? Você ‘tá louco? — Eu falava corado, enquanto tentava (sem sucesso) tirar aquele gosto horrível da minha boca, esfregando sucessivamente as costas da minha mão contra meus lábios.
– Você disse que odiava boatos, agora não é mais um boato. – Caminhava para perto da porta e logo depois saía, me deixando completamente confuso...
Deveria contar para alguém? Para o Matt? Não, não! O que estou pensando? Isso só pioraria as coisas.
Estava prestes a berrar, chutar aqueles livros, rasgar aqueles relatórios, mandar para o lugar, que vocês sabem, aquele estúpido trabalho, até que ouvi passos se aproximando da biblioteca.
– Hey! Mello! — Era o ruivo, finalmente, parece que ele sempre aparece na hora certa, ou eu diria errada?
Mesmo em tempos difícies, eu e Matt sempre ficávamos juntos, claro, o albino sempre tinha que atrapalhar em alguma coisa. Como na vez em que eu e Matt estávamos embaixo de uma árvore, conversando ou melhor “desabafando” sobre como a nova cozinheira era ingênua demais a ponto de não me dar mais que uma barra de chocolate naquele dia, e, então, aquela maldita coisa branca apareceu pedindo se o ruivo já podia devolver as meias que lhe havia emprestado (e não me perguntem o que Matt queria com as meias do menor).
Infelizmente, eu não estava com um bom humor naquele dia e acabei pegando o game boy do ruivo e atirando contra Near. Também não me perguntem da onde a nuvem ambulante conseguiu algum reflexo, mas ele desviou do aparelho dando com tudo na parede e se quebrando em mil pedaçinhos.
Resultado: Isso só me fez odiar o albino ainda mais.
– Mello, você não está nem mesmo me escutando! Presta atenção em mim aqui! – Matt falava um pouco indignado, passando a mão rápidamente na frente de meus olhos como se quisesse me tirar de um transe.
Percebi que o ruivo já havia conseguido recuperar seu fôlego e sentado em uma cadeira, começara a falar pelos cotovelos, de assuntos aleatórios e ao longo da conversa (se é que posso dizer que ela está sendo uma) mexia nos papéis da pesquisa, lendo tudo rápidamente. Infelizmente, eu não estava com a “paciência” de sempre para ouvir Matt.
Além do mais, esta biblioteca me deixava nos nervos agora, tudo nela me lembrava do motivo desta confução mental que estou passando. E isso era mais um motivo para eu perder a minha preciosa paciência.
– O que estávamos falando mesmo?- Perguntei confuso, sentando na cadeira ao lado da dele.
– Eu estava dizendo que você podia ir hoje jogar alguma coisa com a gente, Mello. Você só passa tempo com o Near agora, até parece que me esqueceu! — Ele parecia mais uma criança com este argumento, mas eu via alguma coisa a mais, talvez... Ciúmes?
– Matt, passar tempo com aqueles meninos afetou seu cérebro ou você passa tempo demais jogando aqueles jogos estúpidos? — Joguei a melhor indireta que passava na minha cabeça, pois, não, o ruivo não poderia notar nada de anormal em mim, caso isso acontecesse, eu estaria sujeito a um questionário sem fim do gamer.
E agora tudo o que eu queria era pensar calmamente sobre a situação, só isso e nada mais. Eu sei, é estranho ouvir isso de mim, mas era o que mais queria.
– Agora, Matt, eu vou indo para o nosso quarto, quer vir ju-
– Mello, desde quando você e o Near são melhores amigos? — O ruivo perguntou direto como sempre.
Espera aí... O que?!
Notas finais
As coisas começaram a ficar complicadas para o loirinho KKKK
Espero que perdoem a demora, e please, não esqueçam do review TT-TT
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