Poison!

8 Capítulo 8 –End of case.


-Não sabia que você gostava de Tarja Turunen...

-Eu acabei clicando sem querer... Essa música lembra você, de alguma forma...

-Sei... O que achou sobre nosso suspeito?

-Não sei... Ele não tem o perfil de assassino.

-Ah meu caro Reid — Ela sentou-se ao meu lado — O que acha daquela professora huh?

-A reação dela foi estranha, por que ela iria querer esconder os desaparecimentos das crianças?

-Vamos investigar isso... –Ela disse digitando algo no site de buscas

-Estranho... É como se ela não existisse!

-Talvez ela não seja “ela”.

-Você acha que a professora seja a (o) assassina (o)?

-Pense melhor, por que ela usaria cachecol, mesmo em um dia não muito frio?

-Ah... Tenho que ligar para o Hotch! –Peguei meu celular e disquei o número dele, pouco depois ele atendeu:

-Reid? Sabe que horas são?

-5h 43min, sei. Escuta, temos um (a) possível suspeito (a) das mortes!

-Quem?

-Professora Martha Norrington, da escola municipal. Ela disse que não se lembrava de criança nenhuma, além de estar usando um cachecol em um dia considerável quente.

-Só isso? Não posso prender alguém por usar cachecol.

-Pense bem Hotch –Disse Sophia –Uma professora não causaria medo em crianças, além do que, todas as crianças eram da turma dela...

-Está bem, vou averiguar... Mas esperem até pela manhã, vão dormir vocês dois! –Ele desligou em seguida.

Enquanto Sophia punha seu pijama, eu fui tomar banho, aquela água quente escorrendo pelo meu corpo dava uma sensação relaxante. Vesti um pijama, ao voltar para o quarto, Sophia estava vestindo uma roupa casual: legging preta, uma sobre legging branca com um sobretudo, e uma bota de camurça bege.

-Aonde vai? –Perguntei terminando de enxugar meus cabelos.

-Procurar nossa “Martha”. –Ela disse pegando seu distintivo e sua arma

-Mas Hotch...

-Hotch não entende! Esse maníaco vai agir o quanto antes agora que sabe que estamos na sua cola! –Ela estava exaltada

-Sophia, o que aconteceu para deixá-la assim?

-Coisas do meu passado, e eu não vou te contar. –Ela estava saindo, mas eu me pus em frente à porta, impedindo-a de passar.

-Reid, deixe-me passar.

-Não, você vai arranjar encrenca e vai acabar ferida, ou perdendo o emprego!

-Eu vou deixá-lo inconsciente se não me deixares passar! –Ela falava sério, então, tive que pechinchar.

-Eu vou junto então. –Falei com firmeza

-Certo, troque de roupa.

-Na sua frente?!

-Aff, deixe de ser fresco, não há nada aí que eu já não tenha visto.

-Vire de costas horas!

-Ta bom, ta bom! –Troquei de roupas o mais rápido possível, tenho certeza de que ela viu, mas foda-se também!

Ela pegou as chaves do carro que nos foi emprestado, logo chegamos à casa da “Martha”, Sophia estacionou em frente à casa, A professora saiu cedo para o trabalho, cedo até demais, Sophia a seguiu discretamente, a mulher parou em frete à uma casa, logo uma garotinha saiu de dentro e a acompanhou, quando a mulher iria desacordar a criança, Sophia agiu:

-Marta Norrington, está presa ou preso, sei lá eu, pelo assassinato de doze crianças, por pedofilia e ainda, por porte ilegal de arma, e tudo isso em flagrante! Tens o direito a um advogado, se não puderes pagar um, o estado lhe providenciará! –Sophia a levou para o carro, e quando chegamos à delegacia, Hotch estava a nossa espera.

-Eu deveria xingá-la pela desobediência, mas, como vocês a prenderam, devo dizer: bom trabalho!

-Levem-na. –Sophia a (o) entregou aos policiais, para porem-na (no) em uma cela.

No outro dia, voltamos à Vancouver, assim que chegamos a meu apartamento, Sophia notou uma carta endereçada a ela, assim que a abriu, começou a lê-la em voz alta:

Notas finais
Próximo capítulo: uma nova personagem :)