Poison!
6 Capítulo 6 –Cruelity
Notas iniciais
-Hmm, parece que ele usou um método indolor para matá-las.
-Como assim? Ele teve pena das crianças? –Perguntei
-Eu não diria isso, acontece que, quando se injeta uma seringa com ar, em uma inclinação de uns vinte graus mais ou menos no pescoço de alguém, cria-se uma bolha de ar, obtruindo a passagem tanto de sangue, quando de ar para o cérebro. Resultado...
-A vítima morre em minutos. –A legista disse –Mas para se fazer isso, precisa ao menos alguma experiência médica, certo doutora?
-Na verdade não. Eu aprendi isso assistindo Law and Order...
-É, esse tipo de programa é uma escola para assassinos em série. –Disse Hotch
-Bem, temos então um assassino de sexo indefinido, de 20 a 50 anos, que assiste programas de investigação policial?
-Basicamente Reid. –Disse Morgan
-Espera! –Sophia disse –É um homem, provavelmente 20 a 35 no máximo, e gosta de garotinhas... –Ela faz uma cara de nojo ao dizer isso.
-Como sabe? –Hotch perguntou
-Bem, a garotinha estava grávida... –Ela saiu da cova, tive que ajudá-la. Digamos que a pouca estatura de Sophia atrapalha... Ela têm 1.60, já eu tenho 1,79...
-Podemos identificar as vítimas? –Morgan perguntou
-Com um pouquinho de tempo, e com a ajuda da Garcia, podemos sim. –Ela disse.
Morgan pegou seu celular e discou um número, pouco depois pode-se ouvir uma voz feminina do outro lado da linha.
-Oi querida, preciso de um favor. –Ele disse
-Claro amor, o que você quizer! –Estava no viva-voz.
-Vou passar para a Sophia, ela tem algo a lhe dizer. –Dito isso, ele alcançou o telefone para Sophia.
-Fala queridinha! –Disse Garcia
-Olá, seguinte, eu preciso que você identifique algumas crianças. Você pode checar os desaparecimentos de 2009 até o último mês?
-Claro! –Só em Lousiana sumiram doze crianças, sete meninas e 5 meninos...
-Todos loiros não? –Ela perguntou
-Sim, por quê?
-Parece que achamos eles...
-Mesmo? Onde?!
-... Em uma cova, nos fundos da casa de nosso assassino. –Pude notar a tensão, tanto de Sophia, quanto do resto do time. Sophia entregou o telefone a Morgan e me chamou.
-Onde vamos? –Eu perguntei ao entrar no carro, Sophia dirigia, digamos que eu não tenho muita sorte quando se trata de atividades de risco...
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