Poesias Sem Nome
4 Liberdade
Foge,
Pois a fazenda já não é mais possibilidade!
Foge,
Pois não quer essa realidade!
Foge,
Pois finalmente fora despertar!
Foge,
Pois não há esperança onde chamava lar!
O vento,a poeira e a chuva vão ao teu encontro,
Sujam o teu rosto,mostram quem tu é!
Corre o velho escravo,
Que sempre foi tratado como ralé!
Sobe o morro,
Esperando chegar ao céu,
Mas o diabo vem no teu encalço,
Jogando azeito sobre o mel!
Chega ao pico;
Toca o véu dos anjos,
Mas não pode alcança-los!
Abaixo o vale da morte,
Esperando a alma dos desesperados!
O diabo chega a cavalo,
E no vale ele mergulha!
Diz adeus ao ódio
E um olá a felicidade,
Pois na morte encontrou a tão sonhada liberdade!
Morais
Fale com o autor