Poesias

5 Jurando de não mais em outra ver-te


Notas iniciais
Boa leitura!

Como quando do mar tempestuoso
O marinheiro todo trabalhado,
De um naufrágio cruel saindo a nado,
Só de ouvir falar nele está medroso;

Firme jura que o vê-lo bonançoso
Do seu lar o não tire sossegado;
Mas esquecido já do horror passado,
Dele a fiar se torna cobiçoso;

Assi, Senhora, eu que da tormenta
De vossa vista fujo, por salvar-me,
Jurando de não mais em outra ver-me;

Com a alma que de vós nunca se ausenta,
Me torno, por cobiça de ganhar-me,
Onde estive tão perto de perder-me.

Awayawaywawyawyawyawwyaawywayaawy

awyaywaawyaywyayyywyaywyyaywyaayay

awyayawyyyawyayawyaywyayywyywyyayyaq

yayayayayayayayayyywaywayawyay yayaw ya y

ayyayaw ya wyayw ya wyywyayw ayw ay

yaataywytauw

yww ay a

Notas finais
Espero que tenham gostado