Poesias
2 Amor Trivial
Em uma noite assustadoramente vazia
Onde o brilho das estrelas não luzia
Em que a lua não aparecera
E nada era da mesmo maneira
A solidão das trevas
E as tristes histórias longevas
Me levaram a acreditar que
A felicidade não foi feita para mim
Faço mal uso do coração
Tenho pensamentos aflorados
Que não cabem em dias tão limitados
Um verdadeiro animal sentimental
Sendo escravo de um amor colossal
Apesar de tudo, continuo a respirar
Algum dia verei teu olhar
Vindo a enconto do meu
Com uma alma que ninguém leu
Um coração virgem de amor
Cheio de rancor
Constantemente iludido
Acreditando em um maldito
Que nunca lhe dará valor
A inocência irracional
Sendo arrancada sem pudor
Não por uma relação carnal
Mas por um falso amor
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