Poesia da Estrada

26 Mergulha que não tem Agulha


Mergulha que não tem Agulha

É bom demais para ser verdade
É bom demais para ser
É bom demais
É bom
É
Era
Era bom
Era bom demais
Era bom demais agora é saudades

É bom demais, é verdade
Mas se não honrar, vira saudades
Saudades salgadas e amargas
Temperadas por mentes obstinadas

O que é bom
Não é para mente
E seu medo indecente

O que é bom
É para o coração
Colorir em ação!

Olha lá o mar da felicidade
Águas boas de amabilidade
Tem que ter coragem
Para não viver só na margem

– Lúcia Fernandes Bonito

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Notas finais:

Poesia de verão para preparar você para o amor que irá bater no seu coração! Pode mergulhar, não vai ter agulha para te espetar. E mesmo assim se machucar, água do mar foi feita para curar. O que importa é mergulhar e se esbaldar!