Poeminhas
3 Paixão maligna
Devo pedir perdão?
Inocentemente entreguei meu coração
Ainda não conhecia o mal chamado paixão
A luz que faltou
A escuridão que me cegou
Não me deixei ver,
A realidade que me fez sofrer
E me deixei levar por uma tortura sem fim,
Me libertei, enfim
Não queria deixar o mal partir
Mas agora sinto o gosto do veneno
Agora sinto meu amor morrendo
Uma sombra na minha vida
Que me perseguia noite e dia
Uma criatura horrenda
Mascarada pela beleza
Só não pude ver que na mascára havia uma fenda
Por onde escapava a frieza
Na minha doce igenuidade,
Caí num truque
Tremenda Maldade!
Não há perdão,
Solução
Ou misericórdia
Apenas acabe logo com a agonia
Me beixe, me ame, todo dia
Não quero te deixar escapar
Falta de ar
Quero poder respirar!
Minha tola ambição
Me levou a paixão
Me levou a perdição
Não quero deixar passar essa sensação,
Me viciei em dor
Amava sentir o ardor
Do meu pesado coração
Minha tola ambição
De te querer,
Ter contigo uma relação,
Me viciou nesse mal
Por algo tão banal, um sonho infernal,
Lágrimas caladas, Escorriam de meus cansados olhos,
Cheios de mágoa
Nunca achei Que seu doce veneno de cobra
Me dominaria, fazendo tal maligna obra
Me enganei
Deixei Que uma perversa horda De pensamentos me dominasse
Não me faça sofrer mais assim
Me laçe!
Quem dera você me amasse
Mas me ame agora! (Sim!)
Conheci a maldade
Que dominou-me
Crueldade Sem fim...
Me ame! Agora, sim!
Por mais que tenhas feito lágrimas caírem do meu rosto,
Nunca imaginei que te daria o posto,
De dona do meu ser
Jamais imaginei que iria tanto te querer
Apenas me ame agora, sim!
Por mais que doa tomar seu veneno doce como mel
Me ame, pois com você, me sinto no inferno, mas ao mesmo tempo no céu
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