Poemas do fim
1 Adeus Belo Poeta
Ironia, Ironia
Isto é o que sente
Pobre menino magnifico
Morreu ás ironias de um mundo cruel.
O belo cabelo loiro agora está, bagunçado
Sujo com a poeira da rua
O magro rosto, belas bochechas devia ter
Mas, foram os últimos alimentos do corpo.
Todos os dias neste cemitério
Vejo a mesma coisa
Homens lindos
Sendo cobertos pela terra suja
Sem nenhuma mulher para chorar
Que pena belo poeta, sem nome.
Observo-te sentada nesta árvore.
Morta como tu
Como corvo cantarolei
E tu me ignorou
Adeus belo poeta
Por ti rezarei
Agora sofra com a miséria
Que um dia tu me fez sofrer.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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