Ironia, Ironia

Isto é o que sente

Pobre menino magnifico

Morreu ás ironias de um mundo cruel.

O belo cabelo loiro agora está, bagunçado

Sujo com a poeira da rua

O magro rosto, belas bochechas devia ter

Mas, foram os últimos alimentos do corpo.

Todos os dias neste cemitério

Vejo a mesma coisa

Homens lindos

Sendo cobertos pela terra suja

Sem nenhuma mulher para chorar

Que pena belo poeta, sem nome.

Observo-te sentada nesta árvore.

Morta como tu

Como corvo cantarolei

E tu me ignorou

Adeus belo poeta

Por ti rezarei

Agora sofra com a miséria

Que um dia tu me fez sofrer.

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