Notas iniciais
Como parar de andar?

Deixado para trás

Esquecido em meio a multidão

Sangue escorria por sua mão

Profundas olheiras

A mão destra carregava sua alma

Com a canhota segurava-se para não cair

Seu espirito destruído teimava em sair

Mesmo com o semblante tão calmo

Caminhava lentamente

Tentava correr, porém escorregava

Por tamanho peso que carregava

Peso de alma, peso de mente

Uma mão amiga, queria

Empurrado cada vez mais para longe

Uma vez ou outra ele foge

Não por covardia, mas por que sofria

Continua a andar

Agonia, dores, sem refugio

Lamentava até mesmo as dores do futuro

No entanto, não podia parar

Notas finais
Comentem. :)