Notas iniciais
O que temos dentro de si?
Alma faminta por amor,
Sedenta de rios de vida.
Quem poderá romper com o sabor?
Não! nunca poderá estar caída.
Sua boca grita,
A sombra de um sentimento eclode.
Entre os ecos mais baixos da vida,
Enquanto a tristeza a sacode,
Esperando a garoa preenche-la.
Alma vazia.
Pois deve preencher de vida e pós-vida,
Com cuidado depois dos olhos fecharem.
Estarás perdida,
E disto não irás escapares.
Dor angustiante.
O eufemismo da dor é pouco ao que se sente,
Em seu corpo o mal é anestesiante,
O frio já parece ser quente.
Alma reza.
Para ser levada aos céus,
Não há tempo, há pressa!
Deseja acabar com todo o labéu.
Aflição a consome,
Chama por Deus e implora.
Seu último desejo em seu nome,
Que naquele instante já tenha chegado sua hora...
Notas finais
Curto e simples. Espero que tenham gostado. E não esqueçam de comentar!
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