Notas iniciais
Esse texto é uma mistura de poema com opinião. Não gosta de opinião liga lá a televisão e sintoniza no Faustão.

Sempre é feita as mesmas coisas. Sempre são ouvidas as mesmas músicas, vestidas as mesmas roupas. Pensadas as mesmas coisas. Vive-se em um modo fordista da repetição da rotina e automação. A rotina é necessária, acalma o espírito cessa as dúvidas e o questionamento. O importante são as aparências, onde num mundo de aparências no carro na rua ou no ônibus a cara de bunda é traje obrigatório ao ir trabalhar, juntamente com a pressa. Se você não percebe cai nesse processo, as pessoas viram metas e objetos. As férias são seu único desejo. O cansaço dita sua vida. E alguém domina o que te faz cansaço por consequência você está preso a amarras e nem percebe. É preciso calma e reflexão num dia calmo pra sair do sistema ou pelo menos fingir que sim e com diz sua tia ou avó estudar pra ser alguém na vida. Percebe como ser alguém é segurar a rédia e dominar os outros? Eai de que lado você está? Sendo guiado sem ver ou sabendo disso e tentando sair?

Notas finais
Motivado pela cobrança de ser e cobranças do futuro e uma criticazinha levemente marxista.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.