Poder Supremo

3 Tentando Entender


Notas iniciais
Desculpem, desculpem pela demora mas é que eu tive alguns imprevistos e não pude continuar digitando no M. Word.

Mas antes que eu pudesse terminar meu raciocínio, ele disse:

– Calem a boca seus imbecis. Antes que eu demita vocês, bando de imbecis! E quanto a você...

– Annie, meu nome... é Annie.

– Olha só a garotinha é inteligente!

Mas que idiota, viu? Como é que eu sou inteligente porque eu sei meu nome? E porque ele falou seja bem-vinda sem olhar para mim? Aliás porque ele falou o tempo todo sem olhar para mim? Talvez eu o conhecesse e ele não quisesse que eu soubesse disso!

– Ei, garota! Você está no mundo da lua? Levem essa garotinha daqui e façam o que tem que fazer!

Além de ser levada a força e não entender nem um pouco o que estava acontecendo, logo após sair daquele pequeno escritório eu pude ver novamente os operários, só que de uma forma mais distante, sei lá. Talvez eu estivesse passando mal, ou...

– Ai meu Deus, não, não, naaaaão!

Uma agulha, eu odiava agulhas, principalmente quando eu percebia que iam ou que já haviam injetado algo em mim, e era exatamente o que estava acontecendo, mas eu não tinha muito escolha, eles me sedaram e, aos poucos, ou melhor, em menos de 15 segundos tudo estava escuro, tudo, tudo apagou.

. . .

– Tudo pronto não é?

– Sim, sim, está tudo ok. Em breve ela acordará e aí poderemos saber o resultado!

Eu estava acordando, eu estava ouvindo aquelas... Vozes, pessoas, camas hospitalares, o quê? Levantei quase como que pulando, mas senti algo em mim travar, meu braço estava doendo, minha barriga se contorcia, minha perna. Ah não, eu mal conseguia ficar em pé direito.

– Senhorita, sente-se, você não deveria levantar, não...

Antes que ele pudesse continuar falando eu empurrei ele e corri em direção a porta na tentativa de sair daquele lugar só que eu senti uma dor aguda na perna, que me fez cair antes que pudesse atravessar a porta, então vieram dois homens e me arrastaram até a cama onde eu estava antes e dessa vez me prenderam com um tipo de corda muito grossa. Novamente eles me sedaram e como antes tudo apagou.

. . .

– Eu espero que dessa vez ela não tenha outro ataque!

–... É... não se preocupe, com este sedativo que damos a ela, ela mal conseguirá abrir os olhos.

– Bom, bom mesmo. Aproveitem e levem-na para casa e contem a história exatamente como combinamos. Mas antes de levar ela me deixem um pouco a sós com ela. Ela não vai se mexer mas sei que

Como? O que estava acontecendo?Que história iam contar pra minha mãe? O que aquele homem ia fazer comigo? Eu iria saber agora.

– Garota? Sei que pode me ouvir — ele disse se aproximando de mim, e o ruim é o que eu não podia vê-lo, apenas senti-lo. Sei que tudo está parecendo muito estranho para você, mas no fim das contas você vai entender que tudo é para fins científicos e você é uma das grandes cobaias, pesquisamos vários tipos de pessoas e seus genes e você é a mais adequada para isso. Você só precisa confirmar a nossa história, fazer a sua mãe acreditar nela, e voltar aqui amanhã, mas também não se preocupe com isso. Você só precisa estar no fundo da escola as 10:00, daremos uma boa justificativa para a sua falta nos últimos horários. Boa sorte.

Depois disso, uma operária veio e começou a mexer na minha cama e me levar a algum lugar que eu não pude ver, mas ainda pude sentir me colocarem em um carro, o carro deles é claro.

Notas finais
Esse saiu bem pequeno, mas espero que tenham gostado desse capítulo!