Pode não haver amanhã.
1 A descoberta.
Avril's POV
Era um sábado quente, tipico de fevereiro, ou seja, só mais um dia na minha rotina desgastante, gostaria de ficar ali deitada, afinal que vida interessante a minha não?
Levantei, e fui em direção ao banheiro para tomar uma ducha.
Meus cortes ardiam conforme a água quente escorria sobre os meus braços;
O vapor cobria quase tudo, peguei minha toalha e me sequei.
Sai do banheiro, e peguei a primeira roupa que apareceu, coloquei minhas pulseiras para esconder as várias cicatrizes nos meus braços.Em seguida, peguei o maço de cigarros e coloquei-o em minha bolsa, mais lembrei que meu esqueiro estava quebrado então fui até o fim do corredor, no escritório daquele que se dizia meu pai para pegar um que prestasse. chegando lá encontrei vários papéis jogados no chão, eram todos sobre divórcio, peguei o máximo de papéis que pude, chegando á rasgar alguns sem querer, me dirigi á mesa, e peguei 1 esqueiro que estava sobre o notebook, desci as escadas correndo e joguei os papéis em cima da mesa onde estava o café da manhã:
– Que porra é essa? o casal feliz vai se separar? disse com um tom sarcastico e com um sorriso irônico em meu rosto.
Meredith: Filha, nós iamos te avisar.
Paul: Filha...as brigas estão constantes, resolvemos dár um fim á isso. Disse ele colocando á mão sobre o meu ombro direito.
Então, com quem eu fico? — Eu disse tirando a mão dele com toda a força que podia.
Meredith: Você vai ficar comigo querida, quer você queira ou não!
–EU PREFIRO MORRER ENGASGADA COM MEU PRÓPRIO VÔMITO! e não duvidem de mim.
Sai correndo de lá, e bati a porta com toda a força.
O sol estava muito forte, meus olhos ardiam.
Não tinha para onde ir, resolvi voltar para a casa.
só que dessa vez pela porta dos fundos, entrei no porão e acendi meu cigarro. fiquei lá ouvindo minha música preferida (before i forget — slipknot) quando ouvi passos na escada de madeira. Era Meredith, ela se aproximou de mim, pegou o cigarro e jogou-o no chão.
Você não quer ficar comigo?, então vou te mandar para um internato, bem longe de nós.
–Nossa, muito obrigada qualquer lugar longe de vocês é melhor.
Ok, vai fazer suas malas, você vai hoje á tarde.
Subi até meu quarto, coloquei tudo que tinha em uma só mala,já que não era muita coisa, o importante eram apenas meus casacos, pulseiras, cigarros e lâminas. Já deu 18:00 , era a hora de ir. Finalmente, ia sair daquele inferno e talvez ir para um pior, não estava me preocupando muito com isso.
Paul me levou até o aeroporto, vim ouvindo uma merda de musica, o que era isso? Reggae? meu Deus, fiquei aliviada em sair daquele carro.
Entrei na sala de embarque, e ouvi: — PASSAGEIROS DO VOO 530 X PODEM EMBARCAR. era o meu voo, fui seguindo aquela multidão em minha frente, não sabia onde estava indo. me toquei que ficava muito tempo em casa
sussurrei para mim mesma: Nossa, quanta coisa vai mudar em.
Senti a nessecidade de tomar um café, era meu vício, ou pelo menos um deles.
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