Notas iniciais
Os 10 mosquitos saíram do esconderijo sabe-se lá como, enquanto o fantasma arrumava confusão e roubava o medo e pesadelos das pessoas inocentes que ficavam loucas a cada minuto.
Vamos agora para cidade de Pauzmi, no dia 22 de junho de mesmo ano, conhecida por seu centro científico que criavam doenças, testavam e depois destruíram, sendo que 2 vezes elas se espalharam, mas por sorte reverteram a situação antes de maiores vítimas.
Estavam observando desta vez os mosquitos que foram capturados e mandados para lá, agora tinham sido apelidados de P1,P2,P3,P4,P5,P6,P7,P8,P9 e PN1, por ser o mais forte. As principais perguntas que se faziam é porque não se reproduzem, porque não morrem e como surgiram...
No outro lado do centro de pesquisa, estavam testando seu ultimo vírus: Pmros, que só infectava cavalos, só que logo era eliminado pelo organismo e nunca mais era transmitido para o mesmo, e como toda história de ficção científica, um cientista deixou a porta aberta.
De um jeito inexplicável, P1 entrou na sala e comeu o vírus, ficando imediatamente verde escuro, ou seja, ele passou a hospeda-lo e botou ovos pela primeira vez.
Porém, antes de sair do centro de pesquisas, picou a primeira pessoa, ela ficou doente e aos poucos verde, até que perdeu o controle do próprio corpo e começou a morder os outros.
Depois de 2 dias, metade da cidade estava desse jeito, ninguém sabia oque fazer e ao estudarem o vírus, descobriram que apenas pessoas do tipo sanguíneo PA+ era infectado.
Sendo assim as pessoas se mudaram enquanto Pauzmi era palco de uma grande guerra, porque as cidades vizinhas não queriam essa praga em seu território, mandando mais e mais soldados, só que acabavam infectados, já que boa parte do mundo é tipo PA+.
Enquanto isso os mosquitos tinham se espalhado Pnacions a fora, menos P1, que se divertia com os soldados.
Graças ao caos, o fantasma recuperava suas energias.
Fale com o autor