Pluto Will Always Be A Planet In My Room
13 Pluto Will Always Be A Planet In My Room - Chapter 13
Riley e Maya entenderam o lado de Lucas, elas sabiam que mesmo que estivéssemos no século vinte e um, ainda havia muito preconceito no mundo, principalmente no ambiente escolar. Riley abraçou Lucas e disse que o amava muito mais por ele ter finalmente se assumido para elas, disse que com ela ele não precisaria mais esconder nada, para ele se sentir ele mesmo, que não haverá julgamentos.
− Não acredito que você se manteve nessa situação esse tempo todo porque achava que nós, suas melhores amigas, estaríamos conta você por causa de uma competição machista para te conquistar. Você é maluco! – disse Maya.
Lucas olhou para Maya com seus olhinhos de cachorrinho sem dono, e a mulher se transformou em manteiga derretida e desabou a chorar no ombro do amigo.
− Eu vou te amar sempre, Lucas. Independentemente de quem estiver ao seu lado, romanticamente falando, eu sempre estarei aqui e fiquei bem chateada por você não ter sentido confiança em mim para poder contar.
− Era difícil. Ainda é. Vocês eram tão perfeitinhas, eu tinha medo de arruinar a imagem que vocês tinham sobre mim. Hoje sei que não importaria muito com quem eu estive, que vocês estariam lá. E eu agradeço de verdade.
− Estaremos com você por todo o sempre, amigo. – disse Riley, e então os três se abraçaram.
...
Cinco meses se passaram desde o encontro da turma, e finalmente havia chegado o grande dia da formatura de Riley na faculdade de literatura de Nova Iorque. Maya e Farkle estavam saindo de seu apartamento, ambos se entreolharam com olhares carinhosos e um pouco sexy, dizendo assim. Assim que o elevador se fecha, Farkle agarra Maya pela cintura e a beija ternamente, colocando suas mãos em seu quadril, passando pelas costas e pela nuca, arrepiando todos os pelinhos que Maya Hart tinha em seu corpo e a deixando de pernas bambas.
A formatura de Riley acontecia em um palácio famoso com um jardim imenso, uma fonte que jorrava água colorida, e enquanto Riley terminava de memorizar seu discurso, Charlie chegava por trás e a surpreendia com um buquê enorme e um beijo romântico em sua amada.
− Nem percebi sua chegada, meu amor. – diz Riley.
− Vim de carona com o Lucas e o namorado dele.
− Estou tão feliz que todos os meus amigos estarão aqui comigo nesse momento, e mais feliz ainda por Lucas apresentar seu namorado para nós.
− E eu estou feliz por ter você, e por termos nos reencontrado há três meses atrás, porque, Riley Matthews, você nunca saiu da minha cabeça, nem por um segundo e se eu desisti de você naquele momento, quando éramos adolescentes, foi porque eu achava que você merecia melhor do que eu. E, hoje, anos depois, eu finalmente percebi que aquele melhor que eu desejei e percebi que você merecia, era uma melhor versão de mim e valeu a pena esperar por isso por todos esses anos. Eu te amo.
Riley e Charlie se beijam no sofá do quarto onde Riley estava se arrumando, ambos deitados, Charlie empurra a porta e a tranca com chave. Era esse o momento. O momento que Riley e Charlie esperavam. Charlie tirou o vestido rosé de Riley, a beijou por toda suas costas, tirou o sutiã e a virou para ele. Riley Matthews é finalmente a garota de Charlie. E naquele momento, ela realmente era toda dele, e para ele. Charlie penetrou seu pênis em Riley vorazmente enquanto a garota gemia seu nome. Era um momento para gravar em suas memórias.
Riley e Charlie acabavam de se trocar e disseram que perderam a noção da hora. Riley correu contra o tempo, enquanto Charlie buscava Maya e Farkle na entrada do palácio.
Fale com o autor