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46 Lar Doce Lar :: Fase 3


Notas iniciais
N/A: Oi genteee!!! *sorriso colgate* É, eu ando rápida nos posts, hein? *momento metida ON* HSAUHSAUHASUHASUHASUHAS Aí vai o cap romântico que prometi! Espero que gostem! Início da 3ª e última fase!

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Lar Doce Lar

Bella’s POV

\\t\\t A viagem de volta para Califórnia foi calma, diferente da agitada e temerosa noite que tivemos. Edward me levou em seus braços quentes e aconchegantes, correndo em direção a nossa ensolarada casa. Optamos por voltar correndo, a fim de evitar chamar a atenção – imagine o que diriam todos que vissem os lobos, os Cullen e principalmente eu, assim, feridos. Atravessamos a fronteira da cidade de Stanford por volta das quatro da manhã já que minha família e amigos resgataram-me lá pelas duas e meia, três da madrugada.

_Lar, doce lar! – Emmett gritou, suspirando de alegria e correndo para casa, provavelmente para ver Rose.

_Bom, é nossa parada! – Carlisle, que estava com Hillary nos braços, disse voltando-se para o bando, os quais acabaram de voltar à forma humana – Gostaria muito que passassem a noite aqui, seria uma honra – sorriu.

_Seria ótimo – Sam concordou – Estamos todos muito cansados; podemos voltar para Washington mais tarde.

_Concordo – Paul e Leah disseram juntos.

\\t\\t Até então, Seth já estava praticamente pulando de tão contente.

_Ai, cara! Até agora não consigo acreditar que matei meu segundo vampiro! – sorriu abertamente – o segundo! – repetiu enérgico, fazendo todos rirmos.

_Ótimo! – falou o patriarca da família, ainda rindo – Vamos entrar, então! Sintam-se à vontade!

_Obrigado – agradeceu Sam.

_Acompanham-me, queridos – Esme sorriu – Vou mostrar os quartos a vocês!

_E quanto ao Lucas e Hillary? – perguntei pela primeira vez; Carlisle, Edward, Jazz, Alice e eu ainda estávamos lá fora.

_Bom, eles ainda estão desacordados – Jasper disse, olhando Embry e Quil levarem os irmãos Scott para dentro – E já que Damon está morto, seu poder de hipnose não deverá fazer mais efeito neles, o que é problema a menos.

_Sim – Carlisle concordou – Jasper tem razão. Eu vou fazer alguns exames neles para podermos saber o estado de ambos.

_E depois tenho que tirar algumas satisfações com Lucas – Edward grunhiu.

_Edward, amor – chamei – Ele não teve culpa de nada, no final das contas.

_Esse é o chamado ego masculino, Bella – Alice sussurrou, chegando ao meu lado; eu ainda estava no colo de Edward – É a testosterona tomando conta de seu futuro marido.

_Mas isso é tão bobo – revirei os olhos.

_Acostume-se, querida – sorriu, dando leves tapinhas em meu ombro. Ri também, acompanhada de todos.

_Bom, vamos logo entrar em casa – Jazz disse – Estou caindo aos pedaços.

_Nós não vamos pra essa casa hoje – Edward disse, deixando-me confusa.

_Como assim? – Eu, o pai e o irmão dele perguntamos.

_Eu quero mostrar um lugar à Bella – sorriu docemente pra mim.

_Agora? – Carlisle perguntou.

_É um ótimo momento, Edward – Alice concordou, piscando pra ele.

_Se a baixinha diz... – Jasper sorriu, passando os braços pelos ombros da mesma.

_Então, vejo vocês depois – Edward se despediu.

_Até!

_Boa noite – falei, ainda confusa sobre onde Edward me levaria – Amor, pra onde vamos?

_É surpresa! – sorriu; seus olhos transbordando carinho.

_Tem certeza que é uma boa hora? – argumentei hesitante – Eu tô toda dolorida e você deve estar assim também.

_Relaxa, meu anjo – beijou levemente o topo da minha cabeça – Tenho certeza que você vai amar o lugar! E eu vou cuidar de você. Sempre.

_Eu sei – sussurrei enquanto encaixava meu rosto na curvatura de seu pescoço, inalando seu doce perfume (N/A: Ai, que invejinha da Bella O_O HAHAHA’ Tá, parei).

\\t\\t Meu noivo correu na velocidade vampiresca por três ou quatro quarteirões, parando de frente a uma bela casa com paredes em um tom alaranjado.

_Que casa é essa? Onde estamos? – perguntei agitada e embevecida ao ver um lindo Volvo preto estacionado na garagem ao lado de Aston Martin Vanquish da mesma cor.

_Essa – sussurrou em meu ouvido – É a nossa casa.

_O quê? – perguntei, totalmente extasiada, encarando seus olhos verdes com um brilho encantador – Nossa casa?

_Exatamente – sorriu – Estava negociando há um tempo e a comprei mês passado, tempo suficiente pra Esme poder decorá-la.

_E você ia me contar quando? – sussurrei, olhando novamente para a linda mansão ou casa ou sobrado... Ah, você entendeu.

_Esta noite – seu sorriso caiu um pouco.

_Eu sinto muito por ter saído da festa, atrás da voz que me chamava, sem falar com você antes – toquei seu rosto delicadamente.

_Tudo bem, amor – sorriu, dando-me um rápido selinho – O que importa é que você está aqui comigo.

\\t\\t Fiquei perdida com a intensidade de seu olhar e, como resposta, beijei seu queixo, sua mandíbula e fui subindo até chegar aos seus deliciosos lábios. A textura macia e doce era entorpecente e pude apreciá-la até que sua língua pediu passagem, dando início a um beijo romântico e terno.

_Eu te amo – sussurrei em seus lábios – E quero conhecer minha nova casa! – falei agitada, como uma criança que acaba de receber um presente de natal.

_Vamos lá! – disse, gargalhando da minha empolgação.

\\t\\t Comigo ainda em seu colo, Edward atravessou o primoroso jardim da frente em passos largos, alcançando uma bela porta branca. Ele a abriu e pudemos avaliar a bela sala de estar com aconchegantes tons de cinza e acabamento de madeira. A mesma dava passagem a uma rústica e graciosa varanda familiar (N/A: Vamos fingir que há somente uma porta dupla, e não duas como está na foto ;D). Ao lado das portas duplas estavam as escadas com o mesmo tom da sala e no canto da mesma, ao lado da porta branca de entrada, havia um enorme piano de calda da cor preta.

_Essa casa é perfeita, Edward – sussurrei completamente deslumbrada, deixando meus olhos correrem o ambiente.

_Também acho, amor – sorriu, tão encantado quanto eu, andando comigo pelo local – Minha mãe fez um ótimo trabalho!

_Sem sombra de dúvidas!

\\t\\t Ainda no mesmo ambiente, na parede esquerda – entre o piano e as escadas – havia outra porta dupla de vidro, muito maior em relação à que dava acesso à varanda. Edward abriu tal porta, e pude vislumbrar uma magnífica e graciosa sala para dois ambientes. Esta possuía tons claros e revigorantes – o branco predominava –, sendo que do lado esquerdo da mesma havia a sala de visita e do lado direito, a sala de jantar (N/A: Acho que dá pra imaginar a sala de jantar, já que na foto anterior mostra um pedacinho das cadeiras da mesa e talz ^^ ). A mesma tinha o piso branco, quase creme, e o charme principal estavam nas duas portas de vidro do lugar, as quais davam acesso ao maravilhoso jardim com piscina (N/A: Vamos fingir que as paredes do fundo da casa têm o mesmo tom alaranjado da frente).

\\t\\t Edward caminhava por todo o ambiente sem nunca me soltar, acendendo as luzes por onde passava.

_Imagine só, nós dois nessa piscina, amor – Edward piscou maliciosamente, fazendo-me rir.

_Podemos fazer muitas coisas por aqui – falei, ainda rindo – Temos espaço de sobra.

_Hm-hum – concordou, passando o nariz pelas maçãs de meu rosto até que nossos lábios se tocassem, dando-me um leve beijo.

_Estou começando a adorar surpresas – ri, sendo seguida por ele.

_Ainda temos muito pra ver.

\\t\\t Entramos novamente, andando pela sala de jantar. Na parede direita da mesma, havia duas portas: uma de madeira meio alaranjada e mais uma porta de vidro, a qual Edward e eu adentramos, podendo visualizar a graciosa e moderna cozinha em agradáveis tons de marrom. Na porta amadeirada, após abri-la, notamos o formoso banheiro social.

\\t\\t Retornando à sala de estar, Edward subiu as escadas rumo ao segundo andar. No corredor de paredes brancas havia sete portas. Encarei Edward, estupefata.

_Isso tudo são quartos? – perguntei, fazendo-o rir.

_Não, bobinha. – sorriu torto – Bom, cinco delas são quartos, ou melhor, suítes. A primeira à esquerda é o quarto de hóspedes – falou enquanto abria a porta e adentrávamos o ambiente – É sempre bom estarmos prevenidos.

_Quanta prevenção – ri, olhando o belo banheiro que nossa possível futura visita teria.

_Já as três portas à esquerda que se seguem, bem... – hesitou, corando suavemente.

_Serão de nossos filhos – afirmei determinada, olhando Edward nos olhos.

_Sim – concordou sorrindo, deixando-me deslumbrada.

_Talvez até precisemos de mais quartos – completei, sorrindo maliciosamente.

\\t\\t Ele jogou a cabeça para trás, rindo alto.

_Tem razão – olhou pra mim – Por isso não estão decorados, nem nada. Preferi por deixá-los vazios, aguardando a chegada da cegonha – piscou.

_Boa ideia – sorri, descansando a cabeça em seu peito.

_Já nas duas portas à direita montei nossos escritórios – falou, abrindo a primeira.

_Esse é o meu? – analisei o belo espaço de trabalho.

_Sim – disse – Optei por termos nossos escritórios separados para não atrapalhar o nosso trabalho, já que são ramos diferentes do Direito – olhou-me.

_É verdade. E você será um ótimo promotor, Sr. Cullen – sorri.

_E você uma advogada de renome, Sra. Cullen – sussurrou meu breve futuro sobrenome – E este é o meu escritório – falou ao abrir a segunda porta do corredor.

_Muito lindo – sussurrei.

_Mas o melhor eu deixei para o final.

_Hmm, e posso saber o que é? – entrei em seu jogo.

_Talvez sim, talvez não – riu, enquanto abria a terceira e última porta à direita do corredor – Este é o nosso quarto.

_Mas é lindo, Edward! – falei, totalmente maravilhada – Adorei!

_Fico muito contente, amor – disse, também olhando o belo quarto de cores suaves e acolhedoras – E Alice fez questão de abarrotar o closet – riu.

_Disso não havia dúvidas – acompanhei seu riso, imaginando minha irmã/cunhada sapeca implorando ao Edward por isso.

\\t\\t Passamos pelas portas duplas, ao lado esquerdo, e adentramos o closet – fiquei estupefata pelo tamanho e encanto do cômodo. Ainda no quarto, só que dessa vez do lado direito, Edward abriu uma porta branca, fazendo com que pudéssemos ver o belíssimo e grande banheiro da nossa suíte.

_Que tal um relaxante banho na banheira? – meu noivo perguntou, tirando-me de meus devaneios.

_Ai, amor – resmunguei com uma careta – Os machucados vão arder.

_Eu cuido de cada um deles – falou carinhosamente, beijando minha mão.

_Promete? – fiz manha.

_Claro que sim, Bella, amor.

\\t\\t Deste modo, Edward me colocou sentada na pia gelada, dando-me um amoroso selinho, ligando as torneiras da banheira. Enquanto a mesma enchia, ele voltou até mim, abrindo o armário espelhado e pegando uma caixinha de primeiros-socorros.

_Sente dor agora, amor? – perguntou enquanto tocava meus pulsos feridos.

_Sim, mas não tanto quanto antes – sussurrei.

\\t\\t Então, ele pegou alguns utilitários dentro da caixa, posicionando-os ao meu lado. Sendo assim, começou com os meus tornozelos, limpando-os delicadamente com algodão, passando remédio em seguida e enfaixando-os, um por vez. Gemi de dor algumas vezes – estava ardendo um pouco. O mesmo ele fez com meus pulsos, de maneira tão delicada que praticamente nem doeu.

_Acho que seu diploma de Medicina está surtindo efeito – falei, sorrindo sutilmente, quando Edward terminou de limpar os machucados de meus joelhos.

_Creio que sim – sorriu – Apesar de fazer tanto tempo.

_Quando foi? – tentei me distrair quando comecei a sentir dor no instante em que ele passou a cuidar de meu ombro direito.

_Em 1951, um ano depois de Jasper e Alice entrarem na família – respondeu – Morávamos em Boston e como eu não tinha muito que fazer, resolvi entrar em Harvard.

_Você cursou Medicina em Harvard? – perguntei incrédula – Tipo, na melhor universidade dos Estados Unidos? – ele riu.

_Carlisle tem muita influência.

_Ou você que tem o QI do Einstein – ri.

_Bella boba – sorriu torto, beijando minha testa – Pronto! Nem doeu tanto assim.

_É claro que não, né? Sendo cuidada por um licenciado em Harvard no curso de Medicina...

_Licenciado duas vezes em Medicina – acrescentou.

_E ainda metido – revirei os olhos, rindo juntamente dele.

\\t\\t Edward desligou a torneira da banheira, despejando alguns sais e óleos aromatizantes na água. Ao se aproximar, desabotoei sua camisa branca, deslizando-a por seus musculosos braços. Voltando sua atenção a mim, meu noivo mestiço retirou com muita delicadeza minha sandália prata, livrando-me de meu vestido carinhosamente, deixando meus seios a mostra. Com minha ajuda, retirou minha calcinha, aconchegando meu corpo no seu, enquanto colocava-me na banheira. Mordi o lábio inferior quando meus ferimentos protestaram, mas logo consegui me ajustar à água morna repleta de espumas. Fechei meus olhos e encostei-me na borda.

\\t\\t Minutos depois senti certo movimento na água e quando abri meus olhos pude ver que Edward havia se juntado a mim no banho. Ele se aproximou de mim, abraçando-me por trás. Ficamos naquela posição durante longos minutos, apenas sentindo o calor do corpo um do outro.

_No que você está pensando? – perguntou, aproximando-se de mim; eu ri.

_Faz tempo que não pergunta isso – falei com um sorriso brincando em meus lábios.

_É verdade – concordou, beijando meu pescoço apaixonadamente – É que estou tão acostumado a ler suas expressões que é como se eu pudesse ouvir seus pensamentos, mas às vezes seus olhos me confundem.

_Como assim? – perguntei, virando-me para poder encará-lo.

_Está vendo? – riu – Seu rosto diz que está curiosa e por mais que seu olhar também expresse isso, parece ter algo mais – falou, colocando uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

_Acho que sei o que é esse algo mais.

_E o que é? – perguntou; a curiosidade latente em seus poros.

_É amor – disse simplesmente – É o mesmo brilho que eu vejo nos seus olhos.

_Amor – repetiu minha tese – Deve ser amor, paixão, encanto, ternura...

_E mais no seu caso do que no meu: preocupação – sorri, deslizando meu dedo indicador pela base de seu nariz.

_Com certeza preocupação está incluída – concluiu, e então rimos juntos.

\\t\\t Após mais alguns instantes dentro de nossa bolha particular, Edward e eu saímos da banheira, indo em direção ao closet. Ele se vestiu em segundos com uma boxer e calça de moletom, ambas da cor preta, ajudando-me a vestir um confortável e curto short preto e uma regata branca.

\\t\\t Edward me pegou no colo, sentando-me na cama e ligando a TV. Foi rapidamente ao banheiro, voltando com alguns curativos, dando o último reparo nos meus machucados, inclusive aos arranhões do pescoço.

_Posso? – perguntou, segurando a barra da minha blusinha.

\\t\\t Assenti e ele a retirou com cuidado, deixando meu dorso coberto apenas pelo sutiã lilás que eu trajava. Deste modo, ele pôde passar um remédio ardido numa pequena ferida próxima à curvatura de meus seios e outra em minha cintura.

_Está com fome? – perguntou enquanto me ajudava a vestir a regata novamente.

_Muita – admiti sorrindo – O que temos aqui?

_O que você quiser – beijou minha nuca enquanto prendia meus cabelos em um coque mal feito.

_Algo bem leve, então – gemi quando ele sugou o lóbulo da minha orelha – Pode ser uma sopa?

_Claro! Vou preparar e volto em um segundo.

\\t\\t Dizendo isso, saiu do quarto deixando-me assistindo The Vampire Diaries (N/A: Diários Do Vampiro – série de renome nos EUA. Pra quem quiser assistir e não sabe, passa na Warner Channel ;D). Edward voltou cerca de quinze minutos depois, durante os comerciais, com uma bandeja nas mãos.

_Foi mais rápido do que pensei – falei, dando uma boa colherada – E está deliciosa!

_Que bom! – beijou minha têmpora, pegando seu prato logo depois.

\\t\\t Quando o intervalo comercial acabou, minha sopa também estava no mesmo estado. Coloquei o prato vazio de volta na bandeja, tomando um gole de suco.

_Eu espero que Damon não tenha te enlouquecido muito – Quando ouvi isso, engasguei com a bebida, vendo que a frase vinha do seriado. Havia um casal dançando uma música lenta e ao que parecia estavam num baile.

_Não, na verdade ele se comportou bem – a garota de longos cabelos castanhos respondeu ao seu par – Ele até pediu desculpas e explicou porque ele é do jeito que é.

\\t\\t Olhei pro Edward e seu rosto dizia a mesma coisa que o meu.

_Quanta coincidência – falei a ele, que assentiu.

\\t\\t A garota falou mais alguma coisa que eu não prestei atenção e então o cara que dançava com ela a rodopiou, fazendo-a sorrir. Eles conversaram por mais algum tempo e ela ficou chateada com ele porque o mesmo não compartilhava seus segredos com ela, algo do tipo. Após algumas cenas e blá-blá-blá descobri que o casal eram os protagonistas: Elena e Stefan. Eles ficaram tendo uma leve discussão na pista de dança e ao que parecia era tudo culpa do tal Damon.

_Você não vê o que o Damon fez aqui? – Stefan perguntou nervoso – Ele está tentando te colocar contra mim.

_Bem, então eu acho que está funcionando – Elena respondeu com sarcasmo.

\\t\\t E assim ela saiu da pista de dança, deixando seu amigo ou namorado, sei lá, sozinho. Ele se virou, olhando para um cara ao lado da mesa de bebidas da festa.

_Céus! – arrepiei-me – Ele é muito parecido com o Damon que enfrentamos hoje.

_Nem me fale – Edward concordou – Isso é bizarro.

\\t\\t Voltando ao episódio, Stefan e o cara continuaram se encarando e então outro comercial começou.

_Credo! – falei, fazendo Edward rir.

_Quer mais alguma coisa, madame? – perguntou, levantando-se e fazendo referência diante de mim.

_Não, jovem senhor, obrigada – sorri.

\\t\\t Após voltar com as coisas para a cozinha, desligamos a televisão e deitando na cama. Edward me puxou para o seu peito, onde me acomodei prontamente. De repente ele começou a cantar pra mim.

_Faz tanto tempo – sussurrei, lembrando-me de quando era humana e ele cantava pra mim todas as noites.

_Acho que depois que voltamos nunca mais cantei sua canção de ninar – ele disse com pesar na voz.

_É verdade – sussurrei outra vez, beijando de leve seu pescoço – Amanhã quero que a toque no piano pra que eu ouça.

_O que você quiser – beijou meus cabelos, reiniciando a leve música ao mesmo tempo em que eu pude ouvir pingos de chuva lá fora.

\\t\\t O vento que agitava a noite e adentrava o quarto escuro, fazia as longas cortinas se moverem e o clima quente ficar mais ameno. O cheirinho de terra molhada anunciava a leve tempestade que estava por vir.

_Edward? – sussurrei, escutando os pingos de chuva ficarem mais grossos e altos conforme ela chegava.

_Hm?

_Me beija.

\\t\\t Ele me deitou com a cabeça no macio travesseiro, olhando-me ternamente. Sua mão fez o caminho do meu braço esquerdo até minha cintura com delicadeza e então sua boca colou a minha. Seus lábios eram suaves e gentis e assim que Edward ia se afastar, puxei-o pela nuca, aprofundando o beijo. Nossas línguas se uniram, movendo-se freneticamente na boca de ambos e enquanto isso, a chuva caía torrencialmente.

_Bella, você não está no seu melhor estado – sussurrou, olhando-me preocupadamente.

_Pouco me importa se eu estou bem ou não, Edward – falei, encarando-o de volta – Eu quero somente que você me ame. Quero sentir você, amor.

_Bella...

_Por favor, Edward – sussurrei, acariciando os cabelos desgrenhados – Por favor...

\\t\\t Eu não obtive resposta, quer dizer, não uma resposta com palavras, mas uma com gesto. Ele me beijou novamente, enquanto uma mão boba, porém cuidadosa deslizava pela minha coxa. Enlacei a perna em sua cintura, e, desta forma, Edward levou sua mão até minha bunda, enquanto a outra deslizava pela minha barriga até alcançar os meus seios por debaixo da blusa. E assim, ele fez amor comigo naquela noite, com tanto carinho e devoção que jamais pensei ser possível.

[...]

\\t\\t Acordei bem melhor na manhã seguinte, ouvindo a chuva ainda cair das nuvens cinza que tomavam o céu. Recusei tomar café na cama, indo para o andar de baixo, com a ajuda do Edward.

_Amor, o que quer fazer hoje? – perguntou quando terminou de lavar a louça, sentando-se do meu lado na bancada da cozinha – Temos tempo pra pensar em algo; ainda não são nem dez da manhã.

\\t\\t Não tive nem tempo de responder, pois quando ia propor irmos à casa de seus pais para conversarmos com Lucas e Hillary, o telefone tocou.

_Deixa que eu atendo – falou, beijando-me rapidamente enquanto ia até a parede perto da geladeira, atendendo a ligação.

_Tudo bem – respondi, comendo mais um pedaço de mamão.

_Alô?

_Edward? – era Alice e sua voz era preocupada.

_Sim, baixinha. Aconteceu algo? – perguntou a irmã, virando-se e olhando pra mim.

_É a Rose, Edward! Ela está entrando em trabalho de parto!

_Mas isso é ótimo, pequena! – sorriu abertamente, assim como eu – Mas ela ainda não está de apenas sete meses?

\\t\\t Edward e eu nos entreolhamos, preocupados.

_Sim, mas eu vi, eu vi outra coisa – falou empolgada – Não é apenas um bebê, Edward! São quatro!

_O quê? – eu e Edward gritamos juntos – Como assim, Alice? – perguntou confuso.

_Parece que a placenta é muito grossa e é por isso que nos ultrassons apareceu apenas um bebê: a placenta de cima tapou as outras!

_Oh, meu Deus! E onde vocês estão?

_No hospital em que Carlisle trabalha.

_Chegamos aí em segundos, baixinha! – sorriu, olhando pra mim de novo – Quero ver meus sobrinhos em primeira mão.

\\t\\t Ela riu e eu também.

_Tudo bem, maninho! – falou – E Bella, como está?

_Muito bem! Já, já você a verá! Estamos indo pra aí!

_Beijos!

_Outro, tchau!

_OMG! Quadrigêmeos? – perguntei enquanto Edward pegava as chaves do volvo.

_Quadrigêmeos! – afirmou – Rose deve estar uma pilha! – gargalhou, seguido de mim.

_Com certeza!

PS: Pra quem quiser ver a cena de The Vampire Diaries que Edward e Bella estavam assistindo, aí vai o link >> http://www.youtube.com/watch?v=m5cTuawkcDw&feature=related

Notas finais
N/A: É, rapadura é doce, mas não é mole, não! Rose espera QUADRIGÊMEOS
HAHAHA'
E aí, o que acharam do cap? E da casa? Foi um custo achar os cômodos perfeitos... Mas sobrevivi!
HAHA'
Bom, estarei meio ocupada por essa semana, então só posto o proximo cap no FDS que vem só se eu receber MUITOS REVIEWS, tá bom? Se não acho que só posto no outro...
E então... Reviews, please...
Beeeeijos!!