Notas iniciais
N/A: Oi galerinha do mal... hsuhasuhs Preparem seus coraçõezinhos porque bigmegaultra surpresas aguardam esse cap... *rufar de tambores* PS: Eu postei o cap passado, mas ficou mal formatado, então o apaguei e postei novamente... Infelizmente os reviews dele também foram, mas antes eu os li e amei!!! Boa leitura

Graciosa

(POV Bella)

A virada do ano foi simplesmente perfeita, do início ao fim. Após a queima de fogos, o jantar foi servido para depois dar lugar à conversas e brincadeiras, e para fechar a festa com chave de ouro, a pista de dança foi um sucesso! Todos dançamos até não darmos mais conta!

Só sei que foi divertidíssimo!

Entretanto, para fechar a noite com tudo – sim, porque a pista de dança fechou a festa – Edward e eu consumimos nossas últimas energias num momento repleto de amor e paixão.

Pode parecer clichê, mas eu nunca me canso de Edward, de seu corpo, seu cheiro, seus sussurros e gemidos toda vez que nos entregamos um ao outro. É impressionante, pois cada instante ao seu lado é único, o que faz com que eu queira aproveitar, ao máximo, cada segundo quando o tenho junto a mim.

Senti-o se mover sobre mim. Edward ainda dormia tranquilamente, deitado – seu corpo em cima do meu –, sua cabeça na curvatura do meu pescoço, fazendo-me ter cócegas ao sentir sua respiração.

Eu acordara há poucos minutos. Deixando minha alma, meu ser, se satisfazer com aquela aproximação tão íntima entre os corpos nus meu e de Edward, com apenas um fino tecido – ao que parecia ser o lençol, sei lá... Não estava muito atenta pra notar. – nos cobrindo.

_Em quê você está pensando? – ele perguntou. – Me desculpe, não queria assustá-la. – acrescentou ao notar meu sobressalto ao ver que ele já havia acordado.

_Não, tudo bem! – respondi, sorrindo calmamente. – Só estava pensando em como você me faz bem.

_Humm... Isso é bom!

_Muito bom!

Ele levantou a cabeça, olhando fundo nos meus olhos.

_Eu te amo, Bella, amor, e não há nada, nem ninguém, que faça eu me sentir tão bem quanto quando estou com você!

_Você é muito piegas, Edward! – acusei, rindo alto, fazendo-o rir também. – Mas eu te amo do jeitinho que você é! Acho que foi essa sua pieguice que fez eu me apaixonar por você! – sorri de lado.

_Oh! Minha pieguice? Muito obrigado, Bella! – disse, fingindo-se de ofendido.

_Brincadeira, seu bobo! – sorri, apertando de leve a pontinha de seu nariz.

_Eu sei. – suspirou sorrindo e fechando os olhos, voltando a se aconchegar em meu pescoço. – Mas eu te amo, mesmo com você quebrando todo o clima romântico! – terminou rindo.

_Besta! – falei, porém não deixando de sorrir. – Afinal de contas, eu também te amo!

O apertei mais forte, como se o prendesse ali para sempre!

_Ai, Bella! – ele gemeu. – Você me abraçou forte demais agora!

_Ops! Foi mal! – me desculpei, afrouxando o abraço. – Eu não queria, foi irracional, eu ainda estou aprendendo a conter minha força, mas...

_Tudo bem, Bella! – me interrompeu, sorrindo ao ver minha demasiada culpa. – Isso não é motivo pra você se jogar no Rio Ganges.

_Rio Ganges? – repeti incrédula. – Você assistia aquela novela de alguma coisa das Índias?

_Oh, não! – bufou, rolando os olhos. – Pelo amor de Deus! Mas você sabe o quanto Alice é noveleira... E na época daquela novela eu ainda lia mentes e... bem, a Baixinha ficava lembrando dos capítulos que havia assistido... Credo! Foram tempos difíceis! – suspirou com a lembrança, olhando o vazio com um sorriso maroto nos lábios. – Ela sabia que eu detestava aquilo e fazia pra me provocar, então foi inevitável não ficar por dentro dos bordões dos personagens.

Comecei a gargalhar. Alice é uma criatura má, perversa!

_Alice é de dar medo às vezes! – comentei, tentando parar de rir.

_É! – concordou rindo. – De Fadinha aquela ali não tem nada! O único apelido que realmente faz jus a ela é Baixinha!

_Não seja mau, Edward! – o repreendi, porém não deixando de achar aquela afirmação viável. – Contudo, por mais maldosa e irritante, ela é um amor! Se importa com todos.

_É verdade! – parou de rir, me fitando novamente. – Ela me deu muita força... Sempre me deu colo quando precisei.

_QUE BOM PRA VOCÊS QUE RETIRARAM TUDO O QUE DISSERAM DE MAL SOBRE MIM! – ouvi Alice gritar do corredor. – SE NÃO VOCÊS IAM VER SÓ!

Edward e eu começamos a rir.

_E SE ESTIVEREM RINDO DE MIM, É MELHOR PARAREM! – ameaçou. – POSSO SER BAIXINHA E TER CARA DE FADINHA – se gabou. -, MAS, COMO VOCÊS MESMO DISSERAM, EU BOTO MEDO!

_OK, ALICE! DESCULPA! – pedi, sorrindo.

_DESCULPADOS!

_VALEU BAIXINHA! – Edward agradeceu. – Falei que de fadinha ela não tem nada! – falou só pra mim, voltando a rir.

_CONCORDO COM A BELLA, EDWARD! – dessa vez foi a voz de Emmett.

_O QUÊ? – perguntou.

_CONCORDO COM O QUE A BELLINHA FALOU. – repetiu – EU TAMBÉM TE ACHO MUITO PIEGAS!

Não deu outra, todos começamos a rir, até Edward tinha um sorriso num rosto. Pude ouvir que no andar de baixo até Esme e Carlisle davam gostosas gargalhadas, enquanto Emmett quase sacudia a casa com as dele.

_Acabou-se a privacidade! – ele disse, suspirando, se aconchegando mais a mim.

Comecei a acariciar seus fios acobreados ao mesmo tempo em que sentia seus dedos na minha coxa, num movimento tranquilo de vai-e-vem.

***********************

Estávamos indo pra minha casa, no Volvo do Edward, quando senti uma coisa entranha na minha garganta. Aquilo foi piorando, foi me irritando cada vez mais. A dor era tanta que desviava minha atenção pra ela sempre que tentava pensar em outra coisa, para me distrair.

_Edward?

_Sim, amor? – falou, desviando o olhar do pára-brisa, me encarando.

_Tem algo estranho acontecendo comigo! – falei entre dentes, passando a mão pelo local.

Ele, imediatamente, parou num acostamento – estávamos numa estrada e poucos veículos trafegavam.

_O quê, exatamente? – perguntou cauteloso, tirando minha mão da garganta, substituindo-a pela dele.

_Uma... queimação. – falei por fim.

Edward pareceu dizer algo, mas não pude conseguir ouvir, pois toda minha atenção foi desviada para uma mulher que passou próxima do carro – à pé.

Naquele instante a dor pareceu aumentar. Foi horrível, porque queimava como brasa! E aquele cheiro... o cheiro daquela mulher... Era inexplicável, era bom demais! Me senti como se a queimação que tanto me atormentava iria se esvair se eu... se eu... bebesse... o... o sangue dela.

Foi aí que pude ligar os fatos. Eu era uma meia vampira agora, então o que estava sentindo só podia ser sede pelo sangue dela. Ela era uma humana e lembro-me muito bem de quando Edward e os Cullen falavam que era difícil se controlar quanto à sede. Mas era tão abrasadora... Quase incontrolável!

“Depois que você experimenta o sangue humano, uma espécie de frenesi começa. É quase impossível parar”.

Aquelas palavras vieram à tona em minha mente. Foram as mesmas de Edward, no início do nosso namoro, quando ele me explicava sobre a sede dos vampiros.

“Então, Carlisle é a razão real pra você não matar pessoas? – perguntei”.

“Não. Eu não quero ser um monstro – respondeu”.

Eu não podia matar aquela mulher. Eu não era um monstro, não queria me tornar um. Por mais que minha garganta doesse, por mais que me incomodasse, eu não mataria um ser humano apenas pra me satisfazer.

Eu não sabia o que fazer pra espantar o, doce e convidativo, cheiro da minha mente... Então o que achei mais útil naquele momento foi prender a respiração. Parei de respirar e... deu certo!

Continuei imóvel, sem respirar, até que ela sumisse de vista. Era o mais seguro a ser feito.

Por incrível que pareça, todo esse apuro ocorreu em menos de 3 minutos. O tempo foi curto, mas nem por isso deixou de ser agonizante; quase... incerto.

Olhei pro meu lado esquerdo e vi Edward me fitando. A expressão contida em seu rosto era ilegível, mas ele parecia... orgulhoso?!

_Bella... você... – ele piscou algumas vezes, maneando a cabeça. – Você sentiu o cheiro de sangue daquela mulher?

Não encontrei minha voz, então assenti.

_Essa sua queimação... Você está com sede e mesmo assim se controlou e não a atacou?! – Seu tom de voz era de surpresa, adoração, orgulho... fascinação. – Nunca vi algo igual!

_Eu... eu quase perdi o controle, mas eu não queria ser um monstro, não podia acabar com a vida dela... – falei, procurando as palavras certas. – Eu não sabia o que fazer, então... parei de respirar.

_Foi incrível! – ele disse, me puxando para um abraço. – Você, como sempre, me surpreendeu, Bella!

_Mas... se eu estou com sede, por que o seu ou o meu sangue não me atrai? – perguntei, voltando a fitá-lo.

_Deve ser a convivência. – falou pensativo. – Mas estou muito orgulhoso de você! Sua reação foi inesperada, amor! Talvez esse seja o seu dom: o autocontrole.

Autocontrole? Fala sério! De tantos dons que eu poderia ter, por que justo esse? Eu não esperava ter nenhum dom, mas seria mais legal se fosse algo como escudo de proteção, ou telecinese, talvez invisibilidade, ou teletransporte... Tá, eu ando passando tempo demais com o Emmett! Entretanto... Menos mal! Pelo menos, quando me perguntarem se eu tenho um dom, poderei dizer que sim!

_Legal! – foi a única coisa que consegui dizer. – Mas... agora eu preciso caçar, né? – perguntei receosa.

_Sim! – respondeu triunfante.

_Mas eu não faço a mínima ideia de como e...

_Eu te ensino! – me interrompeu, deixando transparecer sua satisfação. – Sempre tive a impressão de que você gostaria de me ver caçar.

_Humm... É verdade! – afirmei, corando. – Mas eu tenho medo de não conseguir, de fazer algo errado.

_Shh... – me calou, colocando seu dedo indicador nos meus lábios. – É só seguir seus instintos.

_Certo! Mas você também está com sede?

_O sangue daquela senhora foi realmente apelativo, não quanto o seu era pra mim, mas reacendeu a minha sede também.

Então ele ligou o carro outra vez, rumando à floresta mais próxima. (N/A: Creio que não haja muitas florestas na região de Stanford, mas vamos botar nossa criatividade pra trabalhar e fingir que há, sim! ;D). Estacionou num lugar o qual quem passasse pela estrada não veria o carro – para não levantar suspeita. Imagine só! Seria muito estranho dois jovens no meio de uma floresta!

Edward saiu, dando a volta no carro – em sua velocidade vampírica – para abrir a porta pra mim. – Um verdadeiro gentleman do século XX. Andamos um pouco, até adentrarmos um pouco mais na vasta floresta.

_E agora, o que eu faço? – perguntei, já confiante, quando paramos.

_Siga seus instintos, passo a passo.

Franzi o cenho. Não havia entendido.

Ele pousou as mãos de cada lado do meu rosto, olhando nos meus olhos com um meio sorriso brincando nos lábios.

_Feche os olhos! – sussurrou.

Obedeci, prontamente.

_Agora respire fundo! Sinta!

Inspirei profundamente. O primeiro aroma que chegou até mim foi o de Edward – inebriante, entorpecente, maravilhoso! Como menta! –, depois pude sentir o cheiro vivo das folhas, dos troncos das árvores... Até que senti um que fez a queimação retornar, dilacerando cada parte do meu corpo.

_Agora... Faça!

Urgentemente, corri – numa inacreditável velocidade – em busca do cheiro que tanto cantava pra mim.

Eu nunca havia corrido tão depressa quanto corria no momento. Parecia que tudo ao meu redor andava em câmera lenta. E só assim pude perceber porque Edward nunca bateu em árvore alguma. Agora, sim, eu via o quanto minha preocupação era absurda.

Apesar de a velocidade ter me distraído, não foi o suficiente para que eu perdesse o real foco. Minha caça estava mais próxima de mim, eu podia sentir.

Corri mais rápido e, ao longe, pude avistá-lo. Era um puma. Um puma grande, bonito, de um cheiro arrebatador!

Andei mais devagar até minha presa – para que a mesma não tivesse chances de escapatória. E ao atingir a proximidade suficiente, a enlacei. Peguei minha vítima num rápido movimento.

Ela se debatia, lutava contra mim, mas eu não sentia nada mais que meras cócegas. Aproximei meus lábios de seu pescoço exposto. Inalei aquele aroma... Sim! Era isso! Meus lábios se pressionaram na macia pele peluda do animal, até que a rasguei minimamente – como furos – e aquele quente a adorável líquido preencheu todo o meu ser.

Era o gosto errado. Não era tão bom quanto o da humana parecia ser, mas ainda sim era o suficiente. Me satisfez.

Em poucos segundos, o puma parou de tentar lutar, enfraquecendo em meus braços, enquanto eu continuava a me deleitar de seu sangue.

Ao terminar, me levantei, analisando a mim mesma – o vestido que eu usava, de azul foi pra vermelho; estava rasgado em diversas partes, porém em nenhuma que pudesse me expor, mas que, com certeza, assustasse qualquer um que me visse. Passei a mão em meus lábios – limpando os vestígios de sangue –, ajeitando meus cabelos, logo em seguida.

_Não precisa! – ouvi a voz de Edward a minha frente. O fitei o vi escorado no tronco de uma árvore; seu olhar estava vidrado em meu vestido, ou melhor, no que restou dele. – Adorei as melhorias na sua roupa!

Corei, fazendo-o sorrir ao ver minha típica reação.

_Você foi inacreditável! – falou se aproximando. – Você foi muito graciosa, mesmo pra uma vampira.

Fiquei imensamente grata com seu elogio. Ninguém nunca havia me chamado de graciosa, apenas de desastrada, destrambelhada, e por aí vai...

_Obrigada!

_Mas foi muito difícil vê-la lutar com um puma. – sua expressão dizia o mesmo – Isso vai além do meu ser.

_É bom ir se acostumando. – eu disse, sorrindo torto, o abraçando.

_Não vai ser algo fácil! – admitiu, puxando-me delicadamente para fitá-lo. – Mas nada que seja impossível! – sorriu.

Aproximou seu rosto, me dando um rápido selinho.

_Ainda está com sede? – perguntou.

_Um pouco.

_Então vamos caçar!

Começamos a correr lado a lado, com as mãos entrelaçadas, até que pudemos sentir outro aroma. Pude notar que eram três cervos e eles não cheiravam tão bem.

Paramos, a fim de atacá-los.

_Eles não têm um cheiro muito bom! – falei.

_É porque eles são herbívoros. – Edward explicou. – Os animais carnívoros possuem um aroma melhor porque nos lembram o dos humanos.

_Oh, sim! Então vamos caçar uns herbívoros fedidos! – falei sorrindo e franzindo o nariz.

Edward sorriu e me puxou pela mão.

***************************

Caçamos por um pouco mais de meia hora e Edward teve que me emprestar sua camisa, pois o estado do meu vestido ficou ainda mais deplorável após atacar dois cervos.

Ele me deixou na porta do meu edifício.

_Tem certeza que não quer entrar? – perguntei novamente.

_Não, não. Eu sei que você tem que estudar, afinal de contas temos uma prova terrível amanhã e já são mais de 4 horas da tarde. – falou, verificando rapidamente o relógio. – Pode estudar sossegada!

_Certo! – suspirei, sorrindo.

Eu havia estudado uns dias antes, mas a prova era realmente complicada! Edward não precisava estudar tanto, pois já era formado em Direito, bom há cerca de uns 20 anos atrás.

_Qualquer coisa, me ligue! – ele disse, dando o meu sorriso.

_Pode deixar!

Me aproximei dele, enlaçando minhas mãos em seus macios cabelos. Fitei aqueles olhos totalmente verdes, deslumbrantes, e me afoguei em seu mar de perfeição.

Tracei, com meus dedos, suas feições – testa, nariz, olhos, boca –, enquanto aos mãos dele massageavam minha nuca delicadamente, me proporcionando arrepios por toda extensão do meu corpo.

Até que colei seus lábios nos meus. O beijo foi mágico! A sensação de sua língua na minha era uma das melhores imagináveis! Por mais que agora tivéssemos a mesma temperatura, seu hálito de menta relembrava o sabor gelado de antigamente.

_Eu te amo. Muito. – sussurrei, sem separar nossos lábios.

_Eu também! Você é minha vida, Bella! Aliás, você está mesmo linda morena outra vez! Adorei seus cabelos ondulados!

Sorri, corando com o elogio e após mais um beijo, saí do Volvo – dessa vez Edward não veio abrir a porta pra mim, pois seria extremamente esquisito se nos vissem naquele estado: ele sem camisa, enquanto eu a usava. Com certeza os pensamentos das pessoas que nos analisassem seriam maliciosos.

Esperei o carro dobrar a esquina e me direcionei ao portão do prédio. Entretanto, por alguma obra do destino, acabei tropeçado em algo que havia no chão – lá se vai o elogio de graciosa. Esperei a queda, mas ao em vez disso, dois braços fortes e quentes, muito quentes, me pegaram.

Olhei para o rosto do dono daqueles bíceps e surpresa como aquela jamais tive.

Encarei, sem acreditar, aqueles castanhos olhos, cabelos curtos, lisos e escuros como a noite, pele morena, sorriso encantador. Meu sol particular. Quanta saudade!

_Bells! Senti tanto a sua falta! – ele falou, me puxando, suavemente, e encaixando seus braços em minha volta.

_Eu também! – foi a única coisa que consegui sussurrar, retribuindo seu forte e quente abraço, em meio a um sincero sorriso que brotou em meus lábios, assim como o dele.

Notas finais
N/A: Sei que esse fical deixou todos assim , mas eu quis fazer um suspense...
Espero que não me matem... Contudo, eu amo d+ esse personagem que entrou agora (e muitas de vocês também) e eu precisava colocá-lo na fic!!!!
Dixem reviews dizendo o que acharam da primeira caçada da Bella e se já sabem que é o forte moreno misterioso, mas acho que já deu pra sacar pelo físico e por ele chamá-la de BELLS...
Deixem reviews, por favor, preciso tanto deles... E eu nem demorei pra postar dessa vez... Por favor, façam a pobre autora aqui feliz D e deixam reviews...
Bjus...
Reviews, please...