Pleasures

12 Risadas e provocações


Notas iniciais
Desculpa a demora eu viajei e só pude entrar hoje, fiquei triste por que o outro capitulo teve só um Review da minha linda Olegnã (te amo menina ♥) Enfim se não tiver mais comentários eu vou parar de escrever ate os leitores parecerem por que não vou ficar postar só pra uma pessoa comentar! É isso, podem comemorar eles finalmente conversam! haha
Boa leitura e não se esqueça de comentar!

Narrador POV

Um clima tenso se estabeleceu na mesa, Red olhava para suas mãos que de repente pareciam bem interessantes, Louis batucava com os dedos sobre a mesa buscando coragem para quebrar o silencio. O pedido deles chegou e ambos agradeceram mentalmente por isso.

– Harry foi um idiota fazendo isso com você... – a voz de Louis saiu num murmúrio, Red desviou seus olhos do seu prato para encontrar Louis remexendo em seu prato. – Eu nunca seria capaz de fazer isso com você, ou melhor, com nenhuma mulher, nunca! – deu ênfase no nunca o soltando entre dentes. Subiu seu olhar e encontrou os olhos azuis de Red o encarando, moveu seus lábios em um tímido sorriso e Red fez o mesmo.

– Isso me soou um tanto medieval... – resmungou. – Mais é bom saber que tem homens que ainda pensam assim. – ela deu uma pausa e cutucou a comida com o garfo abaixando seus olhos para o mesmo. – Harry não foi o primeiro a fazer isso... E provavelmente não será o ultimo. – afirmou.

– Ele te bateu muito forte? Digo você chorou deve ter sido forte... – se enrolou nas próprias palavras e voltou a olhar sua comida, que mais parecia um refugio para ambos do que um alimento.

– Não, nem foi tão forte. – riu baixinho. – Já sofri coisas piores pode acreditar.

– Então por que chorou? – ele buscou os olhos de Red que também buscaram o dele.

– Boa pergunta. – suspirou. – Talvez por inveja. – deu de ombros. – Mais não quero falar sobre isso... Foi só que... Invejei-o por... Quero dizer... Achei legal como ele defendeu sua mãe, de um jeito bem torto, mais foi legal. – disse por fim. Os olhos dos dois piscavam compassados totalmente presos uns aos outros. De repente nada mais existia apenas os dois ali completamente hipnotizados.

– É bem estranho sabe, ele te bateu você devia odia-lo. Mais não, você o admira por ter feito tal ato. – fez uma careta pensativa e depois sorriu. – Você é normal? – Red gargalhou, era apenas isso que precisavam para acabar com esse clima tenso. Parece que todos os problemas simplesmente evaporaram, a risada contagiante de Red fez Louis gargalhar também.

– Eu sou linda e tudo de bom, mas eu realmente não sou normal. – disse quando finalmente pararam de rir. – Mas fala ai o que você queria conversar comigo? – empurrou seu prato para um canto da mesa, Louis fez o mesmo, colocou os cotovelos na mesa e apoiou o rosto nas mãos.

– Você fala de um jeito como se não soubesse. – ele sorriu de lado e Red deu de ombros.

– Vou reformular minha pergunta. – deu uma pausa e suspirou. – Qual pergunta você quer que eu responda primeiro? – ela disse séria encarando os olhos dele.

– O que você fez com o Harry na balada?

– Nós fomos para um canto escuro, nos beijamos, tiramos nossas camisas, ele fez isso em mim. – apontou paro o pescoço. – Depois eu tirei a calça dele e a cueca tam... – falava com um riso malvado no rosto, mas Louis a cortou.

– Por favor. – ele ria. – Não quis dizer sobre isso. Me poupe de suas safadezas. – e riu alto.

– Eu sei o que você quis dizer. – ela deu de ombro. – E nem foi safadeza... – resmungou. – Eu droguei ele. – disse por fim.

– Por quê? O que você queria dele? Dinheiro? – perguntou calmo ao contrario do amigo estressadinho que bateu nela minutos antes.

– Não, eu não queria dinheiro ou algo do tipo. Não com ele. – respondeu bebendo sua água.

– Então queria o que? – arqueou a sobrancelha e encarou Red.

– Sexo. – disse simplesmente.

– Não entendo. Você tinha isso desde o começo... – balançou a cabeça para os lados. – Então por que o drogou?

– Não sei, é só divertido... Ver como eles ficam sobre o efeito da droga. – disse calmamente, nem parecia que era sobre um assunto sério que eles conversavam.

– Você fala de um jeito que parece ter experiência nisso... E como “eles ficam” sobre o efeito? Deve ser algo bom para você fazer isso.

– Não só parece, eu tenho experiência nisso. Seis anos para ser mais especifica. – sorriu ao ver a cara surpresa do menino a sua frente. – Cada um reage de um jeito diferente, uns viram maníacos sexuais e eu realmente gosto desses. – disse com sua voz provocante. – Outros ficam românticos e se lamentam por estar traindo suas namoradas... – revirou os olhos. – Alguns fazem coisas e agem de maneiras inexplicáveis, e tem os fracos, tipo Harry, que desmaiam. Mais todos, sem exceções, se tornam meus cachorrinhos e me obedecem. – sorriu maldosa, Louis piscou algumas vezes para tirar sua atenção daqueles lábios tentadores que pareciam gritar: Me beije! Me beije!

– Então quer dizer que você gosta de comandar? – sorriu provocante.

– Sim, adoro! – afirmou, passou a língua lentamente sobre os lábios e Louis estremeceu fazendo-a sorrir.

– Isso é por que não encontrou alguém para te domar e te fazer pedir por mais. – sua voz rouca, o sorriso malvado em seu rosto e seus olhos fervendo em desejo fez um arrepio correr pela espinha de Red fazendo-a tremer sobre a cadeira e fechar os olhos com força. Louis riu alto, uma risada ainda mais provocante e sexy do que sua voz e olhos.

– Duvido que isso um dia irá acontecer. – sua voz saiu falha, sem passar um pingo de certeza no que acabara de falar. – Mas vamos mudar de assunto? – pediu um pouco nervosa, não entendia como alguém podia deixa-la assim apenas conversando.

– Se prefere assim. – riu do nervosismo dela. – Como você o drogou?

– Ele me ajudou deixando seu copo esquecido no balcão. Primeira regra da balada: Nunca deixe seu copo sozinho, nunca se sabe quem esta por perto... – riu um pouco e continuou. – Depois aproveitei que ele estava de costas para o balcão e me abraçando me deixando cara a cara com o copo. E ai já sabe né. – deu de ombros e sorriu de lado.

– Você é esperta menina. – balançou a cabeça positivamente. – E como entrou com a droga? – Red balançou a pulseira e sorriu.

– Olha, ela é oca. – tirou um dos pingentes e entregou na mão de Louis. – Esse foi o que eu joguei no copo de Harry. – disse por fim colocando o pingente no lugar, bebeu mais um gole de sua água e Louis fez o mesmo com seu suco. – E esse eu coloquei em seu suco... – mostrou outro pingente vazio, Louis cuspiu o suco no copo e Red começou a rir alto.

– Você o que? – ele quase gritou espantado.

– Brincadeira. – ela levantou as mãos ainda rindo.

– Que susto caralho! – colocou a mão no coração e riu também. – Então, você disse que não queria nada alem de sexo com o Harry, certo? – Red afirmou. – Então por que pegou o celular dele?

– Eu não peguei. – suspirou. – Quando o idiota do Harry desmaiou e eu me abaixei para ajudar vi que tinham caído seus documentos e um monte de dinheiro, então eu guardei de volta, o vesti e o levei para o banheiro. Eu poderia ter deixado ele lá uma hora ou outra alguém ia acha-lo, mas algo me impediu de fazer isso. Se eu soubesse quão idiota ele era teria o deixado lá...

– Foco, por favor. – ambos riram.

– Bom, continuando... Eu deixei meus sapatos lá enquanto arrastava o gordo do seu amigo. – riu boba ao perceber o sorriso no rosto do Louis. – Quando voltei para pegá-lo vi o celular dele lá, peguei e guardei no bolso.

– Nós achamos que tinha roubado. – disse um pouco sem graça.

– Eu tentei explicar e marcar para devolvê-lo quando Harry me ligou mais ele não deixou.

– Você ainda vai devolver? – bebeu o suco de Red que estava de lado e sorriu.

– Vou, eu não sei mexer naquilo e não aguento mais mensagens de meninas mais oferecidas que eu. – fez uma pausa para pensar se existia pessoa mais oferecida que ela e balançou a cabeça negativamente. – Não elas eram apenas oferecidas, não chegam nem aos meus pés. – sorriu abertamente.

– Harry sempre foi bom com as mulheres, se é que você me entende. – fez cara maliciosa e Red piscou. – Então quando pretende devolver?

– Não pretendo fazer isso tão cedo... Ele é muito idiota.

– Você esta certa. Ele merece isso. Vamos embora? – perguntou alegre, Red assentiu então pagaram a conta e saíram andando de volta a lanchonete. Red abaixou para amarrar seus sapatos e Louis sem perceber continuou andando, quando se levantou olhou para a bunda do menino apertada naquela calça vermelha. Mordeu os lábios e sorriu, deu passos largos ate parar ao lado dele.

– Assim você me deixa sem jeito sabe... – ela resmungou com um risinho safado, Louis arqueou a sobrancelha sem entender. – Sua bunda é pelo menos duas vezes maior que a minha. – ela se virou empinando a bunda. Louis olhou e sorriu malicioso.

– Bela bunda. – falou com a mão no queixo ainda analisando a bunda de Red também apertada na calça jeans dela.

– Obrigada, mas a sua é bem melhor e maior que a minha. – se aproximou dele quase colando seus corpos e riu com a respiração falha do menino. – Me deixa apertar? – falou com voz fofa como se fosse uma criança pedindo um doce ou presente, Louis gargalhou ainda nervoso pela proximidade.

– Por quê? Tudo que tem aqui. – apontou para sua bunda. – Tem ai! – apontou para bunda de Red.

– Ah, por favor... Se você me deixar apertar a sua, deixo você apertar a minha. – riu com sua proposta besta.

– Se for assim... – sorriu malvado e virou de costas para ela. Red riu sapeca e apertou com as duas mãos a bunda dele, soltou e apertou de novo. Fez isso umas quatro vezes e virou Louis de frente pra ela.

– Que bunda... Gostosa. – sussurrou ao pé do ouvido de Louis e depositou um beijo ali. – Sua vez agora. – pegou as mãos do menino e colocou em sua própria bunda, ele apertou lentamente e depois deslizou a mão acompanhando o contorno perfeito que ela fazia, suspirou pesado e depois empurrou delicadamente Red.

– A sua também é... Muito gostosa... – murmurou quando voltaram a andar, pouco tempo depois estavam na lanchonete, ainda rindo. – Tchau. – deu um beijo em sua bochecha e se virou para ir embora.

– Hey! – gritou fazendo-o parar para encara-la. – Qual seu nome? – ele sorriu.

– Louis e o seu?

– Red, me chame de Red. – ele assentiu e se despediram novamente. Depois de trabalhar o resto da tarde com o Joseph perguntando sobre o “encontro” ela foi embora.

– Precisamos conversar bem sério vadia! – Camille disse sério sentada na cama de Red fazendo-a pular e soltar um gritinho de susto.

– Sobre o que? – perguntou preocupada.

Notas finais
Como eu sou uma pessoa boazinha deixei a pergunta no ar (de novo!). O que será que a Camille quer falar?
Obs: Se tiver erros desculpe não tive tempo de revisar.
Comentem se não eu não posto.
Beijos.