Pleasures

52 Fantasmas, panquecas e a maldita carta


Notas iniciais
Se eu pedir desculpas vocês me perdoam?
Desculpas?
Não deu pra postar antes meninas... Esse capitulo está uma merda, Red vai embora logo logo e a fic está em reta final... Não sei ao certo quantos capítulos, depende se eu conseguir dar uma resumida nela ou não. kk
Espero que gostem e eu não revisei então deve estar lotada de erros, ignorem. Boa leitura!

Narrador POV

– Não mãe... Isso não é verdade! – implica Red, sua mãe apenas ri.

– Claro que é minha filha...

– Mãe eu não amo Louis. – bate o pé no chão fazendo birra igual uma criança mimada.

– Não vou repetir, eu sei que é verdade, ele sabe que é verdade e você sabe mais que ninguém. – emaranha os dedos nos fios vermelhos de Red numa carícia materna divina. Red fecha os olhos suspirando profundamente.

– Digamos que “se” eu estiver mesmo apaixonada por aquele idiota sem coração filho de uma...

– Johanna. – sua mãe interrompe sorrindo.

– Johanna... O que eu vou fazer? Ele me acha uma vadia, não que eu não seja...

– Você não é. – a loira corta Red novamente que bufa de raiva.

– Dá pra deixar eu completar meu raciocínio? – abre um único olho para sua mãe que assente. – Obrigada. Para ele eu sou uma vadia, já não é a primeira vez que ele diz isso... Não tem o que fazer mamãe e outra eu tenho que ir embora.

– Ir embora não quer dizer desistir dele, querida.

– Ele não me quer! – Red se exaspera.

– Ele te quer sim, eu sei disso. – sua mãe fala em voz tranquilizadora.

– Ah claro que sabe, afinal andou batendo um papo com Deus né... – zomba Red.

– Pra sua informação eu não converso com Deus. – sua mãe a repreende ela fica quieta. – Ser um fantasma tem suas vantagens. – ela pisca o olho e ambas riem.

– Você não é fantasma isso é apenas um sonho...

– Se você prefere assim... é um sonho, porém eu sei que o motivo pelo qual Louis fez tudo isso é amor.

– Não sou especialista em amor mais acho que não magoa a pessoa que ama.

– E você tem razão, mas minha filha não se esqueça que homens tem uma maneira toda torta de pensar. Na cabeça de Louis fazendo isso será melhor para os dois.

– Por que seria? Qual o motivo pra ele fazer isso? Não tem, mãe!

– Tem sim querida, você é esperta irá descobrir antes de partir.

– Se eu partir como vamos ficar... juntos? – Red torce o lábio em desgosto com a palavra.

– Você vai resolver toda sua situação, vai provar que é inocente pela morte de Frederick, vai prender o pai dele por tudo o que te causou e depois voltará para Londres, para Louis.

– E se ele não me quiser mais?

– Ele vai te querer.

– Como vou provar minha inocência?

– Já estava me esquecendo... – a mãe de Red se levanta e bate a mão pelo longo vestido branco e de lá cai um pedaço de papel. – Mande procurar aqui. – entrega o papel para Red que estreita os olhos para os nomes e números e do papel, era um banco, um cofre de banco. – Se não me engano tem um bilhete de Frederick deixado para seu pai onde ele te inocenta.

– Estranho... Tive um sonho onde falava de um bilhete... – Red soa pensativa tentando se lembrar do tal sonho.

– Não foi um sonho, foi Frederick tentando te dizer do bilhete.

– Você tem ideia do quão bizarro é isso tudo? Muitos me chamariam de louca...

– Você não é única que tem esse tipo de experiência com fantasmas.

– Mãe você sabe como será meu futuro?

– Claro, você tem dois caminhos a escolher um te leva a um futuro lindo e o outro a uma morte horrivel da pessoa que ama... O sonho lembra?

– Sim, você poderia me mostrar o bom né? O ruim eu já conheço... – ela dá de ombros tentando parecer desinteressada e falhando drasticamente.

– Acho que posso, mas tenho que ir agora. – ela abraça Red apertado. – Tchau filha, se cuida e, por favor, acredite nisso tudo. – e então o vento soprou novamente a graciosa mulher de vestido branco desaparece do mesmo modo que apareceu e Red cai no sono, nos degraus do porão.

O dia estava quente em Londres, uma coisa rara que se deve aproveitar e era exatamente isso que a familia Tomlinson fazia. Estavam todos no parque, Red com sua enorme barriga descansava a sombra de uma árvore enquanto observava seu marido, Louis, correndo de um lado para o outro com uma menininha, de cabelos escuros, nas costas. Os dois riam alto e vez ou outra a garota gritava “Mais rápido papai, mais rápido” e Louis aumentava ainda mais a velocidade fazendo a pequena gritar entusiasmada. Minutos depois, já cansado, Louis corre em direção a Red e se joga no chão trazendo a pequena em seu colo ambos se esticam e estalam beijos na barriga dela e Louis deposita um selinho demorado em seus lábios. Quem assistia a cena de longe não tinha duvidas que aquela era uma familia muito feliz.

Então Red acordou, com lágrimas nos olhos e o coração apertado. Esse sonho, como o que tivera com pai de Frederick, fora muito real.

– Acho que estou realmente louca. – Red balança a cabeça e se levanta para sair, porém um pequeno papel caído no degrau da escada chamou sua atenção. Era o papel que sua mãe lhe dera no sonho. Red se deu conta de que tudo isso não foi um mero sonho ou imaginação de sua cabeça, por mais estranho e louco que isso parecia ela recebeu sim a visita de sua mãe. Um barulho tirou Red de seus devaneios, alguém batia na porta e após guardar o pedaço de papel no sutiã abriu a porta para dar de cara com Harry e um prato enorme de panquecas.

– Vem, vamos comer! – Harry pega ela pela mão e a puxa para os quartos. – No seu ou no meu?

– No meu. – Red murmura ainda pensando no que aconteceu no porão era surreal demais pra ser verdade. Se deixou ser puxada por Harry até seu quarto e só deu atenção para o menino quando ele a jogou na cama e colocou o prato de panquecas em seu colo. – Não sabia que Lucy estava aqui... – ela pega a paqueca com a mão e em uma única mordida arranca metade dela.

– Que modos são esses?! – Harry a repreende e limpa a calda que escorreu em sua bochecha. – Fui eu quem fez pra você.

– Você sabe cozinhar, quem diria! – zomba a menina e termina sua primeira panqueca. – Estou morrendo de fome e estão ótimas.

– Claro que esta com fome, ficou mais de cinco horas dentro daquele porão! – ele ameaça pegar uma panqueca mais Red dá um tapa em sua mão.

– São minhas, Harold! Cinco horas? Pareceram cinco minutos... – ela suspira.

Os dois ficaram conversando sobre bobagens por várias horas até Harry reclamar de sono e fome e ir dormir. Red ainda ficou acordade, usando o computador de Harry que estava em seu quarto. Ela assistia a videos dos meninos. Muito tempo depois, sem perceber, Red pausou o video em Louis e percorreu seu dedo por seu sorriso. Ele era ridiculamente lindo. Ela não podia negar que a ideia de ter um futuro ao lado desse menino idiota era perfeitamente perfeita. Ela o ama, não que fosse admitir isso em voz alta, mas sim, ela o ama de uma forma tão intença que causa medo nela e se sua mãe tem razão ele também o ama e vai a esperar o tempo que foi preciso até tudo se resolver. Agarrada nesse pensamento Red deixou de lado o computador e passou a arrumar suas malas, jogava tudo de maneira desorganizada, as roupas sujas e jogadas pelo chão se misturavam com as limpas. Ao se abaixar para pegar um sutiã vermelho caído entre o guarda roupas e a pequena mesa, onde estava o computador esquecido de Harry, viu uma pequena bola branca que ao pegar notou que era a carta que recebera do pai de Frederick.

– Droga! – ela xinga e cai sentada no chão. – Ele leu... – ela sussurra e debruça sobre as pernas. – Tudo faz sentido... ele só queria evitar uma mágoa maior... Idiota!

Notas finais
Estou feliz com minha Nail art inspirada no Louis Tomlinson, minhas unhas estão de suspensórios e listras *---*
O mais emocionante é que eu mesma fiz...
Eu tinha que compartilhar isso. kkk
Beijos meninas!