Plaza Vaccination Kiss Martini
1 Plaza Vaccination Kiss Martini
Notas iniciais
Jennifer Humphrey circundou a taça de cristal legitimo carissima e sorriu desprevinida e envergonhada ― Você parece gostar de lugares grandes ― indagou fugaz, só pra evitar que o silêncio se instalasse na sala.
Nathaniel Archbald agarrou a taça sem se importar com a fragilidade do objeto e desceu todo o Martini garganta abaixo em um único gole. Ele sorriu por educação e simpatia:
― É ― concordou brando ― sinceramente eu meio que... ― pausou hesitante ― queria te impressionar ― terminou corando envergonhado.
Jenny imitou Nate tomando um golinho de Martini de sua taça. Ela não conseguiria virar tudo, de uma vez como Nate, afinal ele era homem, jogador de lacrosse e um eximio bebado.
Tudo bem, nós sabemos que ela só esta querendo ser refinada.
Ela olhou constrangida para o companheiro, os olhares colidiram como numa linha de expressos do Upper Weast Side. Jennifer corou, e Nate ja estava fazendo o papel de camarão vermelho envergonhado.
Os dois explodiram em risadas escândalosas e desnecessárias, mais era o tipo de gargalhada limpa daquelas sinceras de quando a gente nem se da conta e ja está se fadigando entre abruptos ruidos, o tipo de gargalhada livre de preocupações, malicias, e interesses ― uma das raras gargalhadas da qual Nate não estava chapado na maconha.
Os hospedes tradicionais os olharam como se o censurassem por serem felizes e inadequados
― Hmm, ― resmungou infantil controlando-se ― Talvez eu esteja mesmo impressionada, mais não se incomode em tentar me agradar eu fico feliz só de estar ao seu lado.
Ela semicerrou os olhinhos azuis e se afundou no cachecol pelpuldo azul-celeste, seus cachos indefinidos se enroscavam as mechas mais escuras e as luzes clarissimas, seus labios rosados e vitimados pelo frio a deixava tão... tão... angelical.
Nate teve vontade de agarra-la, pegar um quarto de luxo do qual ela provavelmente adoraria e acabar com a castidade dela de uma vez. Torna-la mulher em seus braços em um ritual noturno que duraria até o amanheçer, e no amanhecer eles fariam de novo como se ainda fossem dois virgens rompendo o celibato.
Droga Nathaniel!!! Berrou mentalmente.
Ela só tem quatorze anos de idade, repetiu a si mesmo. E ele não queria se sentir o gostosão que estrupa uma garotinha e finge ama-la, porque no fundo era isso, ele não a amava de verdade, ele amava á Blair Cornellia Waldorf, e as essas alturas provavelmente Waldorf Rose, ou só Rose.
PORRA!Mesmo não estando ali ela ainda era tão... caprichosa e mandona. Ele sacudiu a cabeça estripando seus ilusórios devaneios.
Ele vislumbrou Jenny, ali. Parada e pronta pra ser amada incondicionalmente.
Amada por ele e por mais ninguém. Ou talvez ela merecesse um homem sincero e carinhoso, o que ele definitivamente não podia ser. Mas, por hora, só por agora ele ficaria com ela, nutrindo falsos sentimentos, metralhando palavras vazias e sem-casca com muita ênfase, ele ainda precisava criar anticorpos para o Virus-Blair e Jennifer Humphrey parecia ser a candidata perfeita, ou melhor. Ela era a vacina mais eficaz
― Acho melhor irmos embora ― disparou desconfortavél
― Porquê? Pensei que ia gostar do Plaza... afinal é o Plaza você não se lembra daquele filme da Madelline
― Nate ― vibrou ― eu nao sou a Blair
Ele estalou os olhos constrangido com a gafe ― Eu não tô te confundindo Jenny, é que todo mundo ja viu... e você é especial pra mim
― É melhor irmos ― instou.
― Porquê? ― repetiu impertinente e meio babaca demais
Jenny respirou fundo, ela conhecia seu namorado e não se perderia naqueles olhos verdes-azulados, ele pensara em Blair a todo instante e isso era óbvio. ― Ele nos olham como se estivessemos incomodando-os ― ela olhou em volta sugestivamente enquanto as senhoras e socialites comentavam seu comportamento peculiar e inapropiado
― Sabe o que podemos fazer pra atiça-los? ― Sorriu malicioso.
Jenny colocou uma interrogação enorme na testa e em silêncio sinalizou negativo
Réééc ― rangeu a cadeira italiana.
O jogador de lacrosse se curvou na mesa a centimetros do rosto da loira, seu peito definido derrubou as taças novamentes reabastecidas com martini e as derrubou, molhando sua camiseta Calvin&Klein que fora presente de uma pessoa... ... ... que ele não queria pensar mais agora.
Jenny estalou os olhos redondos e claros, o rosto do estudante cheogu mais e mais perto. Um beijo, terno e carinhoso se iniciou, um quente e aconchegante que quebrava a noite fria, foi um beijo curto. Jenny se inclinou pra trás assustada.
Nate riu.
E os dois liberaram outra vez uma nova e espalhafatosa gargalhada deliciando-se com as expressões que os recriminavam e rotulavam-os como bebados drogados, ou como uma prostituta e seu Playboyzinho estúpido que desfruta da riqueza dos pais que estão inocentes nos Andes. TSC... idiotas.
― Quer saber ― berrou Nate pra que todos ouvissem ― Que tal tomarmos uma cerveja bem gelada no Brooklyn?
Jennifer sorriu entrando no jogo de sarcasmo imaturo e irônia ― Agora você está falando minha lingua.
Nate colocou dinheiro suficiente pra pagar por três quartos do hotel na carteira preta de contas ― fica com o resto ― respondeu se levantando junto a Jenny rapidamente.
Os dois sairam com sorrisos satisfatórios e seguiram... por uma das ultimas noites que provavelmente estariam juntos
B ia voltar, e quando B chegasse nem o sistema imunológico de N seria capaz de para-la
Mais por agora B estava com C.
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