Notas iniciais
É Mikey brincando com o fogo vai acabar queimado!

Outro capitulo não tenho muito oque dizer. Então apenas vou desejar que tenham uma ótima leitura. Espero que gostem.

Eu sei que é só uma pizza, mas eu acho que não vai dar certo... Mesmo assim fui para o carro e me sentei atrás ao lado do Frank. Ray não foi muito rápido, mas a pizzaria não ficava muito longe da escola. Chegando a pizzaria, saltei do carro e ajudei Frank a sair, como de costume segurei a mão de Frank e fomos andando para pegar uma mesa. Todos me olhavam, eu não sabia o porquê disso, então me sentei normalmente e esperei que todos sentassem. Uma garçonete parou ao nosso lado, deu o cardápio, e esperou a gente escolher.

-Eu quero uma de queijo e vocês? – Falou Bob.

-Muito engraçado, você não vai comer uma sozinho – Falou Ray.

-Sugiro uma de queijo e uma de calabresa – Falei.

-Concordo – Falou Ray.

-E para beber trás coca – Falou Frank.

A garçonete anotou os pedidos e saiu.

-Amor – Chamou Frank manhoso.

-Fala anjo – Respondi.

-Estou com frio – Reclamou Frank.

Puxei a cadeira do Frank para o meu lado, e abracei-o pela cintura. Frank se ajeitou no meu ombro e fechou os olhos.

-Amor – Chamei.

-Oque foi? – Perguntou Frank manhosamente.

-Não dorme – Respondi.

Frank levantou a cabeça e me olhou, estávamos com o rosto bem perto um do outro, oque foi quase um incentivo para nos beijarmos. Segurei no rosto de Frank e deixei que minha língua entrasse na boca dele. O problema é que quando isso estava acontecendo as pessoas ao meu redor olhavam, muitas vezes reprovando a situação, e falando mal sobre mim e o Frank, as crianças olhavam curiosas, e suas mães tapavam o olhos delas. Parei de beijar Frank, e evitei olhar para as pessoas, logo a pizza chegou e nós começamos a comer.

-Não vou comer muito – Falei.

-Gerard para com essa dieta – Reclamou Ray.

-Não posso – Falei.

Mal toquei na pizza, muito menos bebi o refrigerante, acabou que no final eu acabei tendo que ir comprar um iogurte. Fui comendo para o carro. Chegando a escola, larguei o pote do iogurte no chão e sai andando de mãos dadas com Frank. Assim que entramos no quarto me joguei na cama e fiquei pensando nas pessoas me olhando daquele jeito.

-Amor por que você está assim? – Perguntou Frank.

-As pessoas ainda não aceitam ver dois garotos se beijando – Falei.

-É a vida Gê, não fica assim – Falou Frank me abraçando.

-Tudo bem – Falei.

Abracei Frank e dei um beijo na testa dele.

-Sou seu filho agora? Como é, vai me dar um beijo descente ou não?! – Perguntou Frank.

Agarrei Frank pela nuca e comecei a beija-lo. Frank ofegante me empurrou de leve, só para que eu parasse de beija-lo.

-Ge você é muito empolgado – Falou Frank.

-Vamos dormir porque amanhã eu pensei em te levar para minha casa – Falei.

-Tudo bem... – Respondeu Frank.

Não demorou nada e eu dormi. De madrugada acordei assustado com Frank chorando, o quarto estava todo escuro, só tinha nós dois e mais nada.

-Oque foi amor? – Perguntei assustado.

-Eu tive um pesadelo, Gerard você morreu – Falou Frank chorando.

Abracei Frank imediatamente.

-Amor eu não vou morrer – Falei tentando acalma-lo.

Frank tentava parar de chorar agarrado com toda força em mim.

-Amor nós precisamos dormir – Falei.

-Tudo bem, mas não me solta – Pediu Frank.

Deitei com Frank e o abracei. Assim que Frank dormiu eu dormi.

De manhã levantei bem sonolento para colocar umas coisas na minha mochila. Depois disso entrei no banheiro e fiquei mais de trinta minutos lá. Saindo do banheiro fui acordar Frank.

-Amor – Falou Frank sonolento.

-Acorda anjo, precisamos nos arrumar – Falei.

Frank levantou quase e tropeçando em tudo entrou no banheiro. Terminei de colocar algo na mochila de Frank e me sentei. Finalmente Frank saiu do banheiro, já vestido, dei a mochila dele para ele e sai do quarto a caminho do carro. Frank se sentou ao meu lado e ficou distante do mundo quase toda a ida para minha casa, Frank nem gostava muito de ir para lá por causa do meu pai. Chegando lá fiz o favor de jogar minhas mochila e a do Frank no chão da sala, abri a geladeira e peguei uma caixa de chocolate, não era para mim era para Frank.

-Gerard sua mãe deixou você comer chocolate? – Perguntou Frank.

-Tudo que tem nessa geladeira e posso comer – Respondi.

Entreguei a caixa a Frank e nos sentamos no sofá. Frank comeu uns três bombons e largou a caixa na mesinha. Puxei Frank para mais perto, e comecei a beija-lo, logo estávamos nos agarrando no sofá. Frank parou assustado e olhou para frente, lá estava meu pai com uma faca na mão.

-Oque foi? – Perguntei.

-Já disse que não quero você de agarração com esse moleque – Falou meu pai.

-Não foi uma agarração, só estamos namorando – Falei.

-Vão para o seu quarto – Falou meu pai arrogantemente.

Segurei Frank pela mão e com raiva subi para o meu quarto.

-Gerard ele ia nos matar – Falou Frank.

-Não ia ele devia estar cortando algo – Falei.

-Seu pai parece meio perturbado – Falou Frank.

-Eu sei agressivo, eu também sou – Falei.

-Percebi... – Falou Frank baixinho.

Abracei Frank por trás e mordi o pescoço dele.

-Se eu morrer eu volto em espirito para te levar – Brinquei.

-Cruzes, nem volta então – Falou Frank.

Peguei uma folha e comecei a escrever, parecia uma letra de musica. Pretendi chama-la de “Skylines and Turnstiles”

-Deixa me ver oque você está escrevendo? – Perguntou Frank.

-Aqui amor – Falei dando a folha para ele.

Tradução:

Horizonte e Catracas

Você não está nesta sozinho

Deixe-me quebrar este silêncio desagradável

Me deixe ir, ir falar em público

Ser o primeiro a dizer "Sinto muito"

E me ouça!

Bem, se você me levar pra sair

Você me deitaria?

E se o mundo precisa de algo melhor

Vamos dar a eles mais um motivo agora

Nós andamos em fila única

Nós iluminamos nossos caminhos e perfuramos nosso tempo

Andamos em escadas rolantes mais frias que uma cela

Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele

E roubado de meus olhos

Olá anjo, me diga onde você está

Diga-me pra onde vamos daqui

Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele

E roubado de meus olhos

Olá anjo, me diga onde você está

Diga-me pra onde vamos daqui

Diga-me para onde vamos...

E neste momento nós não podemos fechar as pálpebras sobre olhos flamejantes

Nossas memórias nos cobrem com amigos que conhecemos como vapor radioativo

Cadáveres de aço estirados em direção à sol que se põe, queimado e preto

Isto lhe alcança e rasga sua carne em pedaços

Enquanto mãos geladas dilacerando dentro de seu coração

Isto é, se você ainda tem algum dentro dessa caverna que você chama de peito

E depois de ver o que vimos, nós ainda reinvindicaremos nossa inocência?

E se o mundo precisa de algo melhor,

Vamos dar a ele mais um motivo agora

Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele

E roubado de meus olhos

Olá anjo, me diga onde você está

Diga-me pra onde vamos daqui

Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele

E roubado de meus olhos

Olá anjo, me diga onde você está

Diga-me pra onde vamos daqui

Diga-me para onde vamos daqui...

Frank começou a chorar, o abracei e perguntei:

-Qual é o problema?

-É linda... – Respondeu Frank rindo.

-Obrigada anjo – Falei abraçando ele.

(Mikey Pov)

Estava no sofá assistindo filme com o Jin, que estava com uma garrafa na mão.

-Mikey por que não vamos para cama? – Perguntou Jin.

-Porque eu não queria ter que dizer não para você – Respondi.

-Não? – Perguntou Jin confuso.

-É... Eu não quero precisar negar fazer sexo – Falei.

-Não vou, eu juro que não – Falou Jin.

Jin se aproximou do meu rosto e me olhou nos olhos. Jin me agarrou pelos cabelos e me beijou ferozmente, enquanto eu tentava me soltar. Ele era forte demais, Jin era um atleta praticamente.

-Jin me solta – Falei empurrando ele.

Jin tacou a garrafa em mim só que eu me defendi como braço, me braço começou a sangrar, era muito sangue.

-Idiota — Falei com raiva.

-Você não me quer, mas eu o quero – Falou Jin.

-Isso está ficando doentio – Falei.

-Não... Eu quero fique comigo longe deles – Falou Jin.

Apenas o olhei com raiva não podia impedir, oque ele estava para fazer é um sequestro. Eu sou um idiota Gerard sempre tem razão.

Notas finais
Legal vai sobrar para mim!