Playing In School
33 kidnapping
Notas iniciais
Outro capitulo não tenho muito oque dizer. Então apenas vou desejar que tenham uma ótima leitura. Espero que gostem.
Eu sei que é só uma pizza, mas eu acho que não vai dar certo... Mesmo assim fui para o carro e me sentei atrás ao lado do Frank. Ray não foi muito rápido, mas a pizzaria não ficava muito longe da escola. Chegando a pizzaria, saltei do carro e ajudei Frank a sair, como de costume segurei a mão de Frank e fomos andando para pegar uma mesa. Todos me olhavam, eu não sabia o porquê disso, então me sentei normalmente e esperei que todos sentassem. Uma garçonete parou ao nosso lado, deu o cardápio, e esperou a gente escolher.
-Eu quero uma de queijo e vocês? – Falou Bob.
-Muito engraçado, você não vai comer uma sozinho – Falou Ray.
-Sugiro uma de queijo e uma de calabresa – Falei.
-Concordo – Falou Ray.
-E para beber trás coca – Falou Frank.
A garçonete anotou os pedidos e saiu.
-Amor – Chamou Frank manhoso.
-Fala anjo – Respondi.
-Estou com frio – Reclamou Frank.
Puxei a cadeira do Frank para o meu lado, e abracei-o pela cintura. Frank se ajeitou no meu ombro e fechou os olhos.
-Amor – Chamei.
-Oque foi? – Perguntou Frank manhosamente.
-Não dorme – Respondi.
Frank levantou a cabeça e me olhou, estávamos com o rosto bem perto um do outro, oque foi quase um incentivo para nos beijarmos. Segurei no rosto de Frank e deixei que minha língua entrasse na boca dele. O problema é que quando isso estava acontecendo as pessoas ao meu redor olhavam, muitas vezes reprovando a situação, e falando mal sobre mim e o Frank, as crianças olhavam curiosas, e suas mães tapavam o olhos delas. Parei de beijar Frank, e evitei olhar para as pessoas, logo a pizza chegou e nós começamos a comer.
-Não vou comer muito – Falei.
-Gerard para com essa dieta – Reclamou Ray.
-Não posso – Falei.
Mal toquei na pizza, muito menos bebi o refrigerante, acabou que no final eu acabei tendo que ir comprar um iogurte. Fui comendo para o carro. Chegando a escola, larguei o pote do iogurte no chão e sai andando de mãos dadas com Frank. Assim que entramos no quarto me joguei na cama e fiquei pensando nas pessoas me olhando daquele jeito.
-Amor por que você está assim? – Perguntou Frank.
-As pessoas ainda não aceitam ver dois garotos se beijando – Falei.
-É a vida Gê, não fica assim – Falou Frank me abraçando.
-Tudo bem – Falei.
Abracei Frank e dei um beijo na testa dele.
-Sou seu filho agora? Como é, vai me dar um beijo descente ou não?! – Perguntou Frank.
Agarrei Frank pela nuca e comecei a beija-lo. Frank ofegante me empurrou de leve, só para que eu parasse de beija-lo.
-Ge você é muito empolgado – Falou Frank.
-Vamos dormir porque amanhã eu pensei em te levar para minha casa – Falei.
-Tudo bem... – Respondeu Frank.
Não demorou nada e eu dormi. De madrugada acordei assustado com Frank chorando, o quarto estava todo escuro, só tinha nós dois e mais nada.
-Oque foi amor? – Perguntei assustado.
-Eu tive um pesadelo, Gerard você morreu – Falou Frank chorando.
Abracei Frank imediatamente.
-Amor eu não vou morrer – Falei tentando acalma-lo.
Frank tentava parar de chorar agarrado com toda força em mim.
-Amor nós precisamos dormir – Falei.
-Tudo bem, mas não me solta – Pediu Frank.
Deitei com Frank e o abracei. Assim que Frank dormiu eu dormi.
De manhã levantei bem sonolento para colocar umas coisas na minha mochila. Depois disso entrei no banheiro e fiquei mais de trinta minutos lá. Saindo do banheiro fui acordar Frank.
-Amor – Falou Frank sonolento.
-Acorda anjo, precisamos nos arrumar – Falei.
Frank levantou quase e tropeçando em tudo entrou no banheiro. Terminei de colocar algo na mochila de Frank e me sentei. Finalmente Frank saiu do banheiro, já vestido, dei a mochila dele para ele e sai do quarto a caminho do carro. Frank se sentou ao meu lado e ficou distante do mundo quase toda a ida para minha casa, Frank nem gostava muito de ir para lá por causa do meu pai. Chegando lá fiz o favor de jogar minhas mochila e a do Frank no chão da sala, abri a geladeira e peguei uma caixa de chocolate, não era para mim era para Frank.
-Gerard sua mãe deixou você comer chocolate? – Perguntou Frank.
-Tudo que tem nessa geladeira e posso comer – Respondi.
Entreguei a caixa a Frank e nos sentamos no sofá. Frank comeu uns três bombons e largou a caixa na mesinha. Puxei Frank para mais perto, e comecei a beija-lo, logo estávamos nos agarrando no sofá. Frank parou assustado e olhou para frente, lá estava meu pai com uma faca na mão.
-Oque foi? – Perguntei.
-Já disse que não quero você de agarração com esse moleque – Falou meu pai.
-Não foi uma agarração, só estamos namorando – Falei.
-Vão para o seu quarto – Falou meu pai arrogantemente.
Segurei Frank pela mão e com raiva subi para o meu quarto.
-Gerard ele ia nos matar – Falou Frank.
-Não ia ele devia estar cortando algo – Falei.
-Seu pai parece meio perturbado – Falou Frank.
-Eu sei agressivo, eu também sou – Falei.
-Percebi... – Falou Frank baixinho.
Abracei Frank por trás e mordi o pescoço dele.
-Se eu morrer eu volto em espirito para te levar – Brinquei.
-Cruzes, nem volta então – Falou Frank.
Peguei uma folha e comecei a escrever, parecia uma letra de musica. Pretendi chama-la de “Skylines and Turnstiles”
-Deixa me ver oque você está escrevendo? – Perguntou Frank.
-Aqui amor – Falei dando a folha para ele.
Tradução:
Horizonte e Catracas
Você não está nesta sozinho
Deixe-me quebrar este silêncio desagradável
Me deixe ir, ir falar em público
Ser o primeiro a dizer "Sinto muito"
E me ouça!
Bem, se você me levar pra sair
Você me deitaria?
E se o mundo precisa de algo melhor
Vamos dar a eles mais um motivo agora
Nós andamos em fila única
Nós iluminamos nossos caminhos e perfuramos nosso tempo
Andamos em escadas rolantes mais frias que uma cela
Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele
E roubado de meus olhos
Olá anjo, me diga onde você está
Diga-me pra onde vamos daqui
Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele
E roubado de meus olhos
Olá anjo, me diga onde você está
Diga-me pra onde vamos daqui
Diga-me para onde vamos...
E neste momento nós não podemos fechar as pálpebras sobre olhos flamejantes
Nossas memórias nos cobrem com amigos que conhecemos como vapor radioativo
Cadáveres de aço estirados em direção à sol que se põe, queimado e preto
Isto lhe alcança e rasga sua carne em pedaços
Enquanto mãos geladas dilacerando dentro de seu coração
Isto é, se você ainda tem algum dentro dessa caverna que você chama de peito
E depois de ver o que vimos, nós ainda reinvindicaremos nossa inocência?
E se o mundo precisa de algo melhor,
Vamos dar a ele mais um motivo agora
Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele
E roubado de meus olhos
Olá anjo, me diga onde você está
Diga-me pra onde vamos daqui
Este céu quebrado da cidade, como butano em minha pele
E roubado de meus olhos
Olá anjo, me diga onde você está
Diga-me pra onde vamos daqui
Diga-me para onde vamos daqui...
Frank começou a chorar, o abracei e perguntei:
-Qual é o problema?
-É linda... – Respondeu Frank rindo.
-Obrigada anjo – Falei abraçando ele.
(Mikey Pov)
Estava no sofá assistindo filme com o Jin, que estava com uma garrafa na mão.
-Mikey por que não vamos para cama? – Perguntou Jin.
-Porque eu não queria ter que dizer não para você – Respondi.
-Não? – Perguntou Jin confuso.
-É... Eu não quero precisar negar fazer sexo – Falei.
-Não vou, eu juro que não – Falou Jin.
Jin se aproximou do meu rosto e me olhou nos olhos. Jin me agarrou pelos cabelos e me beijou ferozmente, enquanto eu tentava me soltar. Ele era forte demais, Jin era um atleta praticamente.
-Jin me solta – Falei empurrando ele.
Jin tacou a garrafa em mim só que eu me defendi como braço, me braço começou a sangrar, era muito sangue.
-Idiota — Falei com raiva.
-Você não me quer, mas eu o quero – Falou Jin.
-Isso está ficando doentio – Falei.
-Não... Eu quero fique comigo longe deles – Falou Jin.
Apenas o olhei com raiva não podia impedir, oque ele estava para fazer é um sequestro. Eu sou um idiota Gerard sempre tem razão.
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