Playing God
4 Final 1
Notas iniciais
Maria seguiu seu caminho para uma nova cidade achando que estava segura, seu primeiro crime tinha sido perfeito porque os outros não?
O que Maria não sabia e que o porão de suas outras vitima não era tão isolado quanto o primeiro, o cheiro do apodrecimento das outras vitimas foi sentido, e sempre que a policia ia investigar só encontravam outro corpo esquartejado, o corpo estava sempre coberto de fotos da mesma mulher, num porão e com um buque de flores por cima.
Logo eles desconfiaram que tivessem um psicopata nas mãos, de alguma forma aquela mulher estava envolvida, segundo as pessoas que moravam ao redor aquele era um casal normal e feliz até que um dia desapareciam. Os policiais cogitaram varias possibilidades, a mais provável e que aquela mulher tinha algum ex-marido a perseguindo. Nunca chegaram a desconfiar da própria mulher com o rosto angelical.
Um dia porem as mascaras caem. O novo marido de Maria, Ricardo, era químico, um dia enquanto procurava alguns documentos encontrou u pequeno frasco contendo um liquido verde, abriu o frasco curioso e cheirou logo soube o que era, ele se lembrou também que há aproximadamente uns dois anos um amigo seu que era perito criminal estava investigado um caso de um serial killer, ele usava de uma substancia como aquela para poder deixar as vitimas inconscientes. Mas não era possível como uma mulher doce como Maria poderia matar alguém?
Um mês depois Ricardo não pensava mais nisso. Ele numa quarta-feira saiu com alguns amigos, para jogar futebol com alguns amigos, quando voltou estava bêbado e acabou discutindo com Maria. No outro dia quando acordou, estava com uma ressaca terrível, foi à cozinha para tomar um café, colocou o café numa xicara e quando estava prestes a por na boca...
Maria naquela noite não dormiu, mais uma vez não dormiu durante a noite ela arrumou suas coisas numa mala, levou as fotos do casal e um jogo de facas ao porão, arrumou um pedaço de corda, seus óculos da “sorte” e um buque de flores para depois que tudo tivesse acabado. Após isso feito ela arrumou o café da manha que seu marido tanto amava, tomou banho trocou roupa e esperou o dia nascer.
Quando Ricardo foi por o liquido na boca, notou aquela garrafa que tinha encontrado outro dia sobre a pia, na mesma hora jogou todo o, liquido fora, ele correu ao telefone que ficava na sala, e em menos de uma hora seu amigo estava na casa dele com as fotos encontradas junto aos corpos.
Ricardo viu que era Maria nas fotos, seu amigo perguntou se eles tinham um porão, Ricardo mostrou a ele o porão onde forram encontradas as fotos do casal e um jogo de facas, na cozinha foram encontrados um pedaço de corda e o frasco de sonífero.
No quarto acharam uma mala, dentro estava às coisas de Maria e uma foto dela com cada um dos mortos, era a prova de que precisavam, psicopatas mantem padrões e sempre guardam uma lembrança de cada vitima, Maria não fugia a regra a primeira foto ela guardou para se lembrar de nunca deixar se mandada de novo, para que quando olha se para aquela foto lembra-se de como Heitor ficou morto, e talvez no fundo ela guardou porque gostava verdadeiramente de Heitor, mas a partir dessa ela guardou mais por saudosismo. A policia foi chamada, eles esperaram Maria a prenderam e julgaram ela foi condenada a prisão perpetua por seis assassinatos e uma tentativa. A morte de Heitor e seus amigos só foi descoberta 10 anos depois quando a casa foi demolida, pelas fotos junto aos ossos deu para se ver que era mais uma vitima da ruiva fatal.
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