Notas iniciais
Chegou a hora meninas!
Contém cenas de sexo entre homens.
Desculpem qualquer erro.
E desculpem se estiver ruim, é a primeira vez que escrevo isso '-'
Boa leitura (:

Frank POV

Acordei destapado, sozinho e com frio. A cama é muito grande e o Gerard estava distante, quase caindo da cama. Tentei puxa-lo pra perto, mas ele é gordo e pesado, então não consegui. Puxei as cobertas que tapavam apenas Gerard e me ajeitei na cama, abraçando o gordo.
- Frank, tem bastante espaço lá do outro lado. – Ele disse.
- Ah desculpa. Eu não saiba que não podia encostar em você. – Soltei-o e cruzei os braços.
- Não é que você não possa me abraçar. – Ele me empurrou para o espaço vazio do meu lado. – Eu só não quero cair da cama. – Me abraçou.
- Com o Bert você devia gostar de ficar assim. – Fiz biquinho e ele riu.
- Gostava mesmo ué. – Deu os ombros e eu fiquei chocado com tamanha cara de pau dele.
- Mas você não presta mesmo né Gerard Way?
- Não. – Sorriu.
- E não pense que eu esqueci. O que o Bert fazia hein? Que você falou no avião?
- Ele cantava pra eu dormir. – Sorriu. – Era bom.
- Que bom Gerard, que bom. Ele com certeza fez coisas que eu nunca fiz né? – Olhei bravo para ele.
- Com certeza mesmo. Ele já fez de tudo. – Riu como se lembrasse.
- Para Gerard! Eu não quero saber o que ele fez, ou quantas vezes ele... Te chupou, por exemplo! – Falei irritado.
- Okay... Mas foram várias.
- Para! — Dei um tapa nele.
- Ai que dor! – Ele falou debochado.
- Eu vou fazer você sentir dor! – Subi em cima dele, ficando entre suas pernas.
- Uou! O que você pretende fazer?! – Falou levemente assustado.
- Você já deu pro Bert? – Mordia a orelha dele.
- Eu nunca dei pra ninguém! – Falou desesperado.
- Sério? – Olhei pra ele. — Como você é egoísta Gerard. Comigo você vai aprender a dividir... – Beijei o seu pescoço e suguei a pele entre meus lábios.
- Ah, isso vai ficar marcado. – Ele sorriu de leve.
- Você vai ficar todo marcado. – Sorri maligno e ele me olhou sério.
- Estou com medo de você.
- Vou te estuprar. – Ri contra o pescoço dele.
- Nem vai precisar. – Ele riu. Pressionei meu quadril contra o dele. – Ah Frank, porra! Eu tô há três meses na seca, tô quase...
- Não fala Gerard, eu sei o que você tá quase. Se você abrir a boca, vai estragar. – Revirei os olhos.
- Tá dizendo que eu sou broxante?!
- Quando você tá quieto não. – Sorri.
- Cala a boca você! – Me puxou, selando nossos lábios.
E aquele beijou foi diferente do que eu achava que ia ser. Era calmo e intenso. Ele levou uma de suas mãos aos meus cabelos, envolvendo seus dedos entre os fios. Levei uma de minhas mãos para a sua cintura, e com a outra eu mantinha meu equilíbrio, para não soltar todo meu peso sobre ele. Apertei sua cintura com vontade e pressionei novamente nossos quadris, fazendo Gerard ofegar com o contado.
O que você queria? Nós estamos a meses querendo isso e nada! Dá um desconto, já tô até achando o Canadá quente demais.
Me atrevi a passar a mão em seu abdômen, e no mesmo instante senti ele passar as mãos frias por minhas costas quentes. E aquilo me arrepiou inteiro. Minhas costas e pescoço são sensíveis.
Me separei daquele beijo a procura de ar, mas parece que o outro estava bem, pois logo que soltou meus lábios passou a beijar e morder meu pescoço. E céus, aquilo era bom.
Toquei um foda-se para o equilíbrio e coloquei ambas de minhas mãos sob a camiseta gigante que Gerard usava para dormir. Ele podia ser pratico como eu e dormir apenas de boxer.
Meus dedos se encontraram com seus mamilos e eu pude senti-lo contrair o abdômen com meu toque. Continuei com os dedos ali enquanto ele passava as unhas curtas pelas minhas costas.
Decidi ir mais longe.
Com minhas mãos sob sua camisa, levantei a mesma, e Gerard levantou os braços, me ajudando na “tarefa”. Sorri ao ver o corpo pálido dele sob mim. Levei meus lábios ao local que meus dedos brincavam anteriormente, recebendo baixos gemidos dele. Fui surpreendido quando ele me puxou, selando nossos lábios. Senti suas mãos passarem por toda a extensão das minhas costas, parando na minha bunda e me puxando pra perto, intensificando o contado de nossos membros já rígidos.
Já expliquei, estamos há muito tempo querendo isso, estamos sensíveis.
- Por que você dorme de pijama Gerard?
- Por que você dorme sem?
- Eu já tinha planejado isso. – Sorri e ele me olhou chocado.
- Seu anão filho da... – Ele parou de falar assim que eu levantei da cama. – Puta, aonde você vai?
- Trancar a porta. – Fui em direção e mesma e tranquei. Caminhei até Gerard e parei nos pés da cama. – E tirar as suas calças. – Tirei a mesma devagar, jogando em um canto qualquer do quarto.
- Você tá muito tarado senhor Iero. – Ele disse.
- Aprendi com você. – Engatinhei até ele.
- Vem aqui de uma vez! – Me puxou e me beijou. Esses hormônios do Gerard...
As mãos dele já percorriam todo o meu corpo, e eu não fazia diferente. Ele gemeu baixo no meu ouvido quando passei a mão em seu membro sob a boxer vermelha. Continuei com os movimentos, intensificando-os até Gerard estragar, ou melhorar, o momento.
- Tira essas roupas de uma vez Frank, para de enrolar. – E eu querendo ser romântico.
Desci os beijos que eu distribuía no pescoço dele para o abdômen, podendo assim, segurar na barra da boxer e desce-la, assim como meus beijos, que agora molhavam a virilha dele. O olhei e sorri de canto.

Gerard POV


Agora vai senhor! Eu tinha a perfeita visão do Frank, de tudo que ele fazia “lá em baixo”. Eu acho que não podia ficar mais excitado do que eu estava, esse baixinho mexe comigo em todos os sentidos, seja sentimental ou físico.
Mordi meu lábio inferior com força quando o vi passar a língua quente pelo meu membro. Ele não perdia o contato visual comigo, e aquilo era ainda melhor. Logo ele já tinha meu membro entre seus lábios e fazia movimentos de vai e vem. Eu agarrava os lençóis brancos da cama e tentava segurar gemidos, mas volta e meia eles escapavam. Gemi em desaprovação quando ele parou. Me olhou e retirou a sua boxer. Oh céus!
Se aproximou e deitou sobre meu corpo, entre minhas pernas. Selou nossos lábios brevemente e beijou meu pescoço. O senti morder o lóbulo da minha orelha e logo me arrepiei quando ele começou a falar.
- Sabe Gee, eu acho que seria melhor pra nós dois, você ficar em outra posição. – Cochichou.
- Você não vai me comer Frank, nem lubrificante tem! – Soei desesperado. Ele riu baixo.
- Eu consegui o lubrificante, agora fica de quatro.
- Frankie... Eu acho meio, constrangedor... – Senti minhas bochechas ficaram mais quentes.
- Ah Gee, vira vai... – Ele falou manhoso.
Deixei todo o meu orgulho de lado e virei, encarando a parede. Isso é muito estranho, espero não me arrepender depois. Olhei para o lado e Frank pegava algo na gaveta do criado-mudo. Era o tal lubrificante. Quem arranjou isso pra ele?!
Estremeci alguns segundos depois, quando senti algo na minha entrada. Respirei fundo e tentei relaxar, conselhos do meu irmão. Frank segurou na minha cintura e logo pude senti-lo entrar devagar em mim. E doeu quando ele decidiu penetrar o dedo inteiro.
- Porra Frank! – Falei agarrando o lençol.
- Desculpa amor. – Ele tirou metade, mas logo entrou novamente, com um pouco mais de calma.
Ficou fazendo assim por algum tempo. Aquilo doía e incomodava, e quando eu estava quase me acostumando ele tirou, colocando dois dedos. Aquilo doeu ainda mais.
Gemi de dor e mordi o travesseiro, é isso mesmo, estava doendo e eu não queria assusta-lo. Ficou algum tempo assim, fazendo alguns movimentos com o intuito de me acostumar. Meus gemidos já eram uma mistura de dor e prazer, e eu acho que ele os ouviu, mesmo sendo abafados.
Eles tirou os dedos do meu interior e eu me senti “oco”. É estranho, mas foi essa sensação. Ah, é agora.
- Gee... – Ele falou.
- Me fode de uma vez Iero! – Falei irritado.
E me arrependi.
Ele simplesmente me arrombou, colocando todo o seu membro dentro de mim. Gemi alto, sentindo dor. Ele ficou parado por alguns instantes, mas logo começou leves movimentos de vai e vem. E sensação de dor foi passando aos poucos, já que seus movimentos eram lentos, e meus gemidos se tornaram manhosos. Agora não estava tão ruim. Frank gemia baixo, com certeza isso era torturante para ele. Logo a lentidão que eu tinha agradecido começava a me incomodar. E tornou irritante quando ele agarrou meu membro e começou a masturba-lo na mesma velocidade.
- Ah Gee, você é muito gostoso... E apertado... – Ele falou em meio a gemidos.
- Frankie... Vai mais rápido, não provoca... – Falei fazendo leves movimentos circulares com o quadril.
Ele agarrou minha cintura e me puxou para ele, acelerando a velocidade, tanto da penetração quanto da masturbação. Nossos gemidos se misturavam e meus cabelos grudavam no meu rosto tamanho era o suor que escorria pelo meu corpo inteiro daquela hora.
O barulho do meu corpo contra o dele era obsceno. Tudo era obsceno, os gemidos, as frases sem sentido, meu corpo contra o dele. E isso tudo era muito excitante, eu quase não aguentava.
- Frank, eu vou... – Eu simplesmente não consegui terminar a frase, os gemidos fugiram dos meus lábios, atrapalhando qualquer sentença completa.
Acredito que ele tenha entendido, pois intensificou os movimentos de sua mão no meu pênis, me fazendo chegar ao meu ápice em questão de segundos.
Agarrou a minha cintura com as duas mãos, acelerando ainda mais a velocidade, se possível. Seus gemidos eram altos e suas mãos deixariam marcas em meu corpo, de tanta força que ele usava. Foram mais alguns movimentos e ele gemeu em satisfação, relaxando o corpo.
Suas mãos escorregaram para as minhas coxas e pude sentir seus lábios em minhas costas enquanto ele diminuía significativamente sua velocidade. Logo tive aquela mesma sensação de vazio, pois lentamente Frank tinha deixado o meu corpo.
- Tudo bem Gee? – Perguntou baixinho, ainda beijando as minhas costas.
- Tudo sim, deita aqui. – Bati o espaço vazio na cama. Ele deitou e meu me ajeitei ao seu lado.
Senti aquele liquido quente escorrer por minhas pernas quando levemente contrai o corpo. Eu preciso de um banho.
- Desculpa se eu machuquei amor. – Me abraçou.
- Doeu um pouco, mas não foi nada. Quer dizer, foi sim. – Olhei malicioso pra ele, que sorriu.
- Você não presta mesmo! – Riu.
- Eu preciso de um banho agora. E de mais algumas horas de sono.
- Eles vão estranhar se a gente continuar aqui em cima por muito tempo. – Ele disse mexendo no meu cabelo.
- Foda-se, eu preciso descansar.
- Eu também. – Sorriu bobo.
- Então dormimos e depois tomamos um banho, tudo bem?
- Tomamos? Juntos? – Riu.
- Aham... – Sorri de canto.
- Você não vai nem conseguir sentar Gerard! – riu alto.
- Mas você pode ficar de joelhos amor. – Falei simplesmente e ele fez careta.
- Sem graça.
- Até a hora do banho. – Fechei os olhos.
- Você não jeito Way!
- Espera. – O olhei. – Como você conseguiu o lubrificante?
- Err...


Flash Back. Frank POV.

Eu entrei na cozinha, já que era dia do Jimmy e do Johnny lavarem a louça. Sempre é dia deles. Entrei e fechei a porta de vidro, e logo me sentei em um balcão que havia lá. James, que lavava um prato, me olhou desconfiado.
- O que você quer anão? – Ele perguntou.
- Nada, o que você tá viajando ai?! – Johnny perguntou.
- Eu tô falando com o Frank, amor. – Revirou os olhos. Johnny apenas soltou um “ah”.
- Eu quero saber... Se dói muito se fizer “aquilo” sem lubrificante... – Senti minhas bochechas ficarem vermelhas.
- Você quer dar a seco?! É muita vontade de dar, por favor... – Johnny disse.
- Johnny! – O reprovei. – Eu não vou dar...
- O Gee que vai? Você quer que ele continue caminhando? – Jimmy perguntou e eu assenti assustado.
- Eu te dou um vidrinho que eu tenho ali, tá fechado. – Johnny disse. – Depois eu compro outro.
- Err... Obrigado...
- É hoje Frank! – Jimmy disse animado.
- Eu não mereço isso. – Abaixei a cabeça rindo quando os dois começaram a dançar, comemorando.

Notas finais
E ai? Gostaram?
Reviiieews?? *--*
BJO BJO