Notas iniciais
Oi galerinha (:
Olha como eu voltei rápido dessa vez! Tô me surpreendendo comigo mesma!
Então, esse cap não era pra ser assim, mas como teve um pessoal que queria saber como os pais do Gee eram, eu fiz esse cap mostrando eles e mais umas coisas para deixar o proximo cap mais explicado.
Entenderam? Err...
Enfim, desculpem qualquer erro!
Boa leitura (:

Gerard POV

Meus pais foram os últimos a chegar, trazendo o meu irmão caçula junto. Eu fiquei os esperando sozinho, já que todos os pais já tinham chegado e Frank se juntou ao irmão para mostrar o quarto que a mãe deles ficaria.
- Mãe! – Vi a senhora Way, seu marido e seu filho entrando na escola. – Porque demorou tanto?!
- Olá pra você também filhinho. – Sorriu falso e beijou a minha testa.
- Donna, por favor, sem contados corporais em publico. Ou sem publico. – Fiz careta.
- Gerard, você continua chato. – Donald, meu pai, disse. – Sentimos saudade.
- Devem ter sentido muita saudade mesmo. – Falei com sarcasmo.
- Oi Geraldine. – Michel, aquilo que eu tenho que chamar de irmão, disse.
- Vai à merda Mikey. – Dei um tapa na cabeça dele.
- Gerard, não trate o seu irmãozinho assim! – Donna disse braba.
- Se você não gosta dessas piadas, arranje uma namorada e não aquele bicho cabeludo que você mandou a foto. – Donald disse rindo. Ele tá falando do Bert, só pra deixar claro. – Tô brincando filho, não tenha um ADBL. E Mikey, cadê o respeito com o seu irmão? Se eu ouvir isso de novo, eu tiro o seu PSP menino.
- Desculpa pai, desculpa mano. – Mikey disse escondendo o PSP na mochila. – Pai, o que é um ADBL?
- Ataque Da Bicha Louca, Mikey.
- Ai meu Deus! Eu vou mostrar onde vocês vão passar a noite. Sigam-me. – Falei ajudando a minha mãe com a mala dela. – Ah, outra coisa! – Parei do nada.
- Sim? – Disseram em uníssono.
- Eu tô namorando sério agora, e não é com o bicho cabeludo. – Olhei para Donald. – É com outro menino.
- Mas você é safado né? Respirou na sua frente você tá pegando. – Disse Donna.
- Agora é serio mesmo! Ele é do segundo e já fizemos planos pra quando ele terminar o ensino médio. Eu tô gostando mesmo dele e quando eu o apresentar pra vocês, eu queria que vocês não nos fizessem passar vergonha okay?
- Nosso bebê tá amando, amor! – Disse Donna. – Vamos tentar parecer o mais normal o possível.
- Mamãe e papai sendo normal, qual o nome do filme? – Mikey disse. – Missão Impossível.
- Só... Não sejam vocês mesmos. – Eu disse voltando a caminhar.


Estávamos todos – mentira, Jimmy e Tuck não estava e o Frank não havia chegado ainda. – no refeitório esperando por nossos pais. Mikey não desgrudava de mim, não falava com ninguém e perguntava toda hora “cadê o seu namoradinho?”. Já a irmã do Brian tinha se enturmado com uma facilidade incrível.
- Cheguei minha gente, sentiram minha falta? Eu estava lavando o meu corpinho sedutor. – Frank disse se aproximando e passando a mão no abdômen.
- Nossa, é tão sedutor quanto o do seu irmão. – David disse rindo.
- David, eu pensei que você me amasse! Depois de todas as juras de amor enquanto usufruía do meu corpo sedutor! – Frank fingia um choro.
- Hey, hey, hey! – Pierre chamou a atenção dos dois. – Que papo é esse de usufruir do corpo do Frank?
- É, que isso vocês dois! Só porque a casa do David é grande né, seu vendido? – Dei um tapa nele, rindo.
- É esse o seu namoradinho? – Mikey perguntou baixinho no meu ouvido.
- Sim Mikey, esse é o meu namoradinho. – Revirei os olhos. – Frank, esse é o meu irmão Mikey. Pirralho, esse é meu namorado Frank.
- Oi Mikey. – Frank acenou tímido para Mikey.
- Oi... – Ele falou ajeitando os óculos e abaixando a cabeça.
- Sim, sim. Eles ficaram na minha casa. – A mãe do Pierre veio conversando com a mãe o Sanders.
- Ah, o Matt falou muito bem dessa viagem. Ele adorou o Canadá. – Sr. Sanders sorriu.
- AQUELE ALI É O MEU GAROTO! – Berrou o Brian Pai, apontando para Brian Filho.
- Ah, eu o vi na entrada da escola, junto ao meu filho. – Cara, ele estava conversando com o pai do Johnny. Graças a Deus não é com o meu pai! – Não posso crer que o senhor também é de Huntington Beach. Eu poderia jurar que o senhor é do Texas.
- Ah, mas eu ADORARIA ser do Texas! – Ele estava animado. – Qual é o seu filho?
- Aquele garoto de baixa estatura com um casado preto e calça jeans. O de moicano, não os que usam franja. – Que preconceito que esse homem tem com franjas. – Jonathan.
- AH, JOHNNY! – Ele acenou para o garoto. Esse homem tem sérios problemas.
- Bom, se o senhor me der licença, eu vou sentar em alguma mesa com minha família. – Ele disse e saiu, pegando a sua mulher que falava com a mãe do Zee e sentando em uma mesa. – Filho, sente-se conosco.
- É isso ai galera, a gente se fala depois. – Johnny saiu.
- Meninos, venham. – Donna nos chamou.
- Qual desses aí é seu namorado? – Donald cochichou pra mim quando eu me sentei com eles.
- Aquele ali naquela mesa com uma mulher de olhos verdes, um garoto enorme com olhos verdes. – Apontei discretamente pro Frank.
- Aquele baixinho de olhos verdes? – Assenti. – Bem a sua cara.
Apenas ignorei meu pai, que comentava sobre Frank com minha mãe, e o meu irmão falando que eu era só meio gay, pois Frank parecia uma menina, e comi meu jantar.


Zacky POV

Estávamos eu, Frank e mamãe em uma mesa e logo ao lado Matt e seus pais. Todos conversavam animados e Frank contava como ele estava feliz com Gerard, então o tio Charles tirou 100 dólares da carteira e entregou à minha mãe, pagando a aposta que eles fizeram anos atrás.
Nossos pais... Tem sérios problemas.
- Vai contar para o seu pai? – Cochichei para Matt.
- O quê? – Me olhou confuso.
- Sobre a peruca ambulante. – Ele me olhou confuso. – Tuck.
- Ah é... Eu tinha esquecido... Pai? – Matt mordeu o lábio inferior quando viu que não apenas o pai dele tinha olhado, mas sua mãe e minha família passaram a prestar atenção nele em silencio.
- Sim...?
- Eu tô namorando... – Sorriu amarelo.
- Mas como se não tem meninas a... Sério Matthew? Você também? – O pai dele parecia chocado, mas a mãe nem tanto.
- É o Tuck, filho? – A tia perguntou.
- Sim, o Tuck...
- Rá, me passa os 100 dólares vadia, meu filho também tem um namorado. E eu disse que seria o Tuck. – Sra. Sanders falou para minha mãe, que devolveu o dinheiro.
- Poxa Matt, eu nem imaginava... – Tio Sanders disse. – Mas então... Cadê ele? – Sorriu amarelo. É, não é todo dia que se descobre que o filho machão é gay.
- Os pais dele não vieram então ele tá fazendo companhia pra um amigo que a mãe também não pode vir.
- Tia, não chama a minha mãe de vadia. – Frank disse, fingindo uma cara emburrada.
- Ah querido, você não conheceu a sua mãe quando ela era adolescente. – Sra. Sanders respondeu e começou a rir.
- É mentira filho! A mamãe casou virgem! – Minha mãe entrou em desespero.
- Aham, senta lá, faz muito tempo que nenhuma parte desse corpo é virgem. – A tia retrucou.
- Eu não precisava ouvir isso. – Falei e Frank concordou.


O jantar foi tranquilo e não durou muito tempo, afinal os pais estavam cansados demais depois da viagem para ficarem fazendo social. Imagina, os pais do Pierre vieram do Canadá!
Levei minha mãe até o quarto dela e depois Frank até o dele, seguindo para o meu em seguida. Eu tinha assuntos para conversar com certa pessoa.
Entrei no quarto e Brian já estava lá. Ele estava deitado de bruços na cama, jogado de qualquer jeito. E fiz um barulho proposital e ele deu um pulo da cama.
- Zacky! Que saudade de você! – Me abraçou.
- É, tá bom! Agora me fala, que papo é esse de seu pai não saber que você é gay? Porque, fala sério, tá escrito na sua testa que você é gay.
- Digamos que... Eu finjo bem pra caramba. – Sorriu amarelo. – Sabe, eu tinha várias amigas na Califórnia, e às vezes elas iam para a minha casa. Eu vivia rodeado de garotas, e era só o que eu pegava nas festas porque, bem, garotas bêbadas são muito fáceis. Então eu tenho fama de pegador. E meu pai não sonha, e nem pode sonhar, que eu sou gay.
- Mas por que isso Brian?!
- Meu pai é meio caipira sabe? – Nem deu pra perceber... – Então ele não tá acostumado com essas “modernidades” dos jovens de agora.
- Meu Deus Brian... e você vai ficar escondendo dele?! – Sentei na minha cama.
- Se eu disser que sim...
- Eu vou te bater. – Fechei o punho.
- Assim que eu tomar coragem, eu conto! – Sentou do meu lado.
- Não vai contar nunca! – Dei um tapa nele. – Não vou ficar namorando escondido!
- Ui, ui, ui, calma ai! Eu vou contar. Tomara que ele não pire...
- Como assim “pire”?
- Você sabe, enlouqueça.
- Eu sei disso. – Revirei os olhos. — Mas como assim? Ele pode fazer uma besteira?
- Uma vez ele estava vendo uma série e tinha um carinha gay e seu namorado, então ele disse que aquilo era muito errado e não entendia como um filho podia decepcionar um pai daquele jeito. – Suspirou. – Sentiu o drama?
- Fudeu Brian, e não de um jeito bom... – Suspirei. – Você devia ter contado que seu pai era um Sr. Seward da vida.
- Eu não posso fazer nada Zee! Alguns pais são legais como os do Matt e os do Pierre, e alguns são mais... Conservadores.
- O tio Charles não se importa se o Matt namora o Tuck. – Falei.
- Mas o Tuck é galês, e você é de New Jersey. – Me olhou.
- Não sei o que você quer dizer com isso.
- Ele tem classe, dinheiro, inteligência, cabelo...
- Tá, eu já entendi, cala a boca Brian. A única coisa que eu tenho é uma puta. – Cruzei os braços.
- Você não é meu dono Zacky! – Disse fingindo estar ofendido. Logo riu e me abraçou; devolvi o gesto de carinho.
- O bom é que você mesmo já se considera uma puta. – Suspirei. — Espero que dê tudo certo.
- Eu também.
- Sua irmã deu em cima de mim hoje. – Ri.
- AQUELA MENINA NÃO TEM JEITO!

Notas finais
Desculpem se o cap ficou chatinho ):
Acho que o proximo sai rapido!
Mereço reviews? *-*
BJO BJO BJO
Inté!