Pistóllet e Riflle
1 Capítulo único: Pistóllet e Riflle
Notas iniciais
Eu estava voltando pra casa quando vi uma cena intrigante, uma garotinha deitada no chão, fui me aproximando e quando finalmente pude vê-la com clareza vi sangue ao seu redor, fiquei apavorado, gritei mais ninguém apareceu queria chamar uma ambulância mais não tinha sinal, sai correndo para chamar ajuda, quando me virei para sair do local um som extremamente alto veio de onde a garota estava olhei para trás e ela não estava mais lá a única coisa que consegui ver foi a cor dos pingos de sangue rubro que estavam flutuando no ar.
Segui meu caminho até chegar em casa assustado , eu não parava de pensar no ocorrido fui até meu quarto e larguei minhas coisas em cima da cama e abri a janela ao olhar para fora me deparo com o corpo da garotinha de antes sendo pendurando em um dos postes da rua por uma garota dos cabelos compridos batendo nos joelhos e de cor mais rubra que sangue com os olhos alternados em preto e branco, que usava um tipo de mascara de gás que cobria seu nariz e sua boca, com ela havia um garoto que ao seu contrario tinha cabelos curtos e um pouco menos vermelhos, ele também usava uma mascara que cobria quase todo seu rosto deixando apenas um de seus olhos aparentes.
Continuei a observar até que eles me avistaram e saíram correndo largando o corpo da garota que caiu no chão.
Aquilo realmente me deixou apavorado, peguei meu celular e liguei para polícia mesmo falando de um jeito que nem eu entendia a polícia chegou logo em seguida, ao chegar onde eu estava avistaram o corpo da garota que por causa da queda e os machucados anteriores, ela estava em um estado lamentável e irreconhecível.
O que aconteceu aqui?. Um deles perguntou para mim que ainda estava em choque e não consegui responder direito, disse que já havia visto aquela garota mais cedo depois ela desapareceu e quando cheguei em casa duas pessoas estavam a pendura-la ao poste da rua de onde ela havia caído.
Após tudo aquilo eles chamaram a ambulância e por não ter escolha tiveram que leva-la direto para o necrotério, eu entrei em casa tomei um banho e tentei dormir onde antes disso levei uma grande pancada na cabeça enxergando apenas a escuridão após desmaiar.
Acordei e tentei me levantar mais foi inútil pois antes mesmo de perceber já estava acorrentado, de repente duas figuras familiares surgiram tinham uma aparência calma e simpática ao olhar novamente quase tive um pré infarto pois eram as mesmas pessoas de antes.
Já tinha uma ideia do que iria me acontecer e comecei a gritar o garoto então se aproximou e disse calma se não parar terei de tomar medidas drásticas, eu fiquei apavorado, mas por mais que eu quisesse parar de gritar não conseguia, ele então tirou uma agulha de seu bolso e começou a furar meu lábios costurando-os enquanto eu eu chorava e agonizava de dor, a garota por si foi aproximando-se de mim e tirou um taco de cricket de trás das costas e o bateu em minha cabeça fazendo a começar a sangrar e a me deixar tonto .
Após a tontura passar estava numa sala fechada com apenas aqueles dois, dentro tinha um equipamento que deixaria qualquer um de queixo caído era um tipo de computador, lá estava uma tabela onde vários nomes estavam escritos inclusive o meu queria gritar mais meus lábios estavam costurados a única opção que eu tinha era chorar e tentar fazer algum som.
Eles aproximavam-se e eu torcia para que aquilo acabasse logo queria morrer o mais rápido possível mais eles queriam me matar lentamente, os dois me carregaram para uma mesa onde me deitaram e me amararam eles começaram a coversar de um jeito que eu não entendia, não sei porque mais assimilei quea garota não poderia falar ou algo do tipo.
Após terminarem de conversar a garota pegou o taco de cricket e bate em minha perna esquerda até ela se quebrar a dor era tanta que soltei um grito que fez com que meus lábios se rasgassem por causa das costurar gritei ainda mais após eles se partirem, ela agora iria quebrar minha outra perna?o que iria fazer a seguir? Perguntas após perguntas foram-se acumulando em minha cabeça junto a dor insuportável.
Como aquela garota poderia ser tão forte capaz de quebrar minha perna o garoto então se aproximou de mim e começou a falar algo mais não consegui ouvi-lo por causa dos gritos e gemidos que eu soltava, no meio dos meus gritos eu consegui soltar minha outra perna e chutei o rosto da garota fazendo a cair e bater com o rosto no chão o que fez com que sua mascara fosse lançada para o outro lado da sala.
Seu rosto foi revelado ela avia sua face derretida desde o queixo até seu nariz, era como se acido ouve-se caído ou sido jogado em seu rosto, ela escondeu aquilo pegando o taco e quebrando minha outra perna e meus dois braços eu ainda estava consciente quando o garoto disse foi bom brincar com você mas não devia ter feito o que fez queria ter brincado mais ,achava que finalmente aquela seria a hora de dizer adeus, mais antes ele tirou outra agulha de seu bolso costurando meus olhos, quando finalmente terminou ele disse:
V I T I M A C O M C L U I D A letra por letra cantarolando enquanto a garota vestia sua mascara, foi quando ele pegou um facão e dividiu meu corpo no meio deixando apena um cartão dentre meus órgãos com uma marca de completo.
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