Notas iniciais
- Só pra avisar que essa fanfic não é Hicstrid! É Mericcup! Mesmo que Hic tenha uma atração pela Astrid ok?! A cada cap. quero no mínimo 4 comentários e no máximo infinitos (HEHE BRINKS*). Boa leitura!!

–Astrid! Está vestida? – seu pai pergunta fazendo a mesma se desesperar. Ela pega um capa floral e põe o colar para dentro do vestido.

–Estou! Pode entrar! – ela fala e seu pai entra.

–Minha filha, acordada há essa hora? – ele fala surpreso e com um sorriso. Ela apenas assente e sorri, fechando os olhos logo após a empregada abrir a cortina. As duas empregadas que acompanharam seu pai até seu quarto agora seguravam uma caixa grande de frente a Astrid.

–Comprei um presente para você. – ele anuncia e a jovem abre a caixa.

–Papai ele é lindo! – ela exclama segurando o belo vestido. De repente sua mente raciocina. – Qual a ocasião?

–E o pai precisa de uma ocasião especial para dar um presente a sua filha? – ele pergunta irônico. A garota sorri se dirigindo ao vestuário.

–An... Na verdade, eu gostaria que você o usasse na cerimônia de hoje. – ele fala e Astrid pergunta:

–Cerimônia?

–Cerimônia de promoção do Capitão Jorgerson. – ele responde.

–Eu sabia! – Astrid admite pondo apenas a cabeça para fora para encarar o pai.

–Comodoro Jorgerson como está para ser chamado. – ele fala com um sorriso. – Um ótimo cavaleiro não acha? E ele gosta de você.

Astrid mal ouvia o que o pai falava, estava preocupada demais achando um jeito de respirar.

–Querida, como está ficando? – o pai pergunta. Com um pouco de dificuldade a jovem responde.

–É difícil dizer.

–Dizem que é a última moda em Londres! – o pai fala tentando anima-la.

–As mulheres em Londres devem ter aprendido a não respirar. – diz num fiapo de voz.

–Depois que terminar desça. – ele fala antes de sair pela porta.

Lá embaixo se encontrava aquele que foi encontrado navegando em uma simples madeira, Richard Turner. Agora um rapaz crescido e aprendiz de ferreiro, encarava a bela casa luxuosa onde se encontrava. Reparou num castiçal na parede, sem nenhum cuidado o tocou fazendo com que saísse da parede. Desesperou-se e procurou um lugar para coloca-lo. Resolveu por num vaso que estava mais perto.

–Ah! Senhor Turner! É bom vê-lo novamente. – senhor Hofferson fala enquanto desce as escadas para cumprimenta-lo.

–Bom dia senhor! – ele diz pondo uma caixa alongada que carregava em cima da mesa. – Trouxe sua encomenda.

Ele abre a caixa revelando uma espada reluzente à luz do sol. Pegou-a e estendeu para senhor Hofferson que a segurou com as duas mãos. Ele retira-a e encara.

–A lâmina é feita de aço dobrado e o cabo tem filigranas de ouro puro. – ele diz deixando o homem abismado. – Se me permite?

Ele pergunta ao senhor que entrega a espada.

–Perfeito equilíbrio! – Rich exclama ao segura-la. Ele faz uma manobra assustando senhor e depois entregando a ele a espada.

–Impressionante realmente! O Comodoro Jorgerson ficara satisfeito com ela. – ele admite guardando a espada novamente. De repente algo chama sua atenção à escada.

–Oh! Astrid, você está magnífica! – o pai diz encarando a filha que descia as escadas vagarosamente trajando o presente que seu pai lhe trouxe. Ela sorri e depois encara o visitante.

–Richard! Sonhei com você noite passada! – ela fala perto dos dois com um sorriso. Seu pai fica surpreso com a revelação.

–Sério!? – Richard pergunta ainda mais surpreso.

–Foi com o dia em que nos conhecemos lembra-se? – ela fala ainda sorrindo.

–Como poderia esquecer Senhorita Hofferson? – ele pergunta com um sorriso nos lábios.

–Richard quantas vezes tenho que dizer que me chame apenas de Astrid? – ela pergunta ironicamente.

–Mais uma vez como sempre. – ele diz fazendo a mesma se calar.

–Viu pelo menos o rapaz tem senso de etiqueta! – o pai de Astrid se pronúncia deixando a garota envergonhada. – Agora precisamos ir!

A garota encara o jovem rapaz e fala:

–Bom dia senhor Turner! – se retira dirigindo-se a carruagem.

–Bom dia!... – ele diz a última parte num sussurro – Astrid. Ela o encara antes da carruagem se dirigir a cerimônia. Não muito longe dali, em meio ao mar, uma garota de cabelos rebeldes e ruivos voando ao vento, estava em seu... Barco prestes a afundar. Ela era uma pirata.

Notas finais
-Comentem!