Notas iniciais
Gente eu demorei pra postar o capitulo e peço desculpas, estava em semana de provas e foi bem apertado mas agora já esta aqui espero que gostem.

Um filho, os sentimentos de Will naquela hora eram indescritíveis, porque realmente é um sentimento que não há como descrever, é simplesmente impossível, poderia ser usado todo espaço de tempo existente na vida de um homem todas palavras que seus lábios o permitiriam dizer mas nunca encontraria a palavra certa.

Eu diria alegria, não é o termo mais próximo desse sentimento indefinido, aliás um termo distante comparado ao sentimento, mas alegria é o que digo. Will sentia-se uma das pessoas mais felizes do mundo ele era pai, tinha uma responsabilidade não só isso ele tinha uma pessoa com quem estava disposto a amar e apoiar sempre.

E ele tinha uma pessoa que toda vez que ele se machucasse, chorasse o se senti-se mal estaria lá pronto para protegê-lo, Will o conhecia a pouco tempo na verdade eram questão de minutos, mas não interessava ele estava pronto para ser o melhor para Johnny, pronto para ama-lo e cuidar dele. E assim com Elizabeth também.

–Um filho?

–Sim, um filho Will. Não parece ter gostado da noticia..- disse Elizabeth meio nervosa com as mãos um pouco suadas.

Will simplesmente abriu o maior sorriso possível e com alegria disse — Na verdade, não podia estar mais feliz coma noticia.

Elizabeth sorriu dizendo para Johnny — Esse é seu pai Johnny.

O garoto sorriu e correu para Will que o pegou no colo e o abraçou calorosamente, era magico ter uma criança em seus braços e saber que essa criança era sua, era perfeito.

–Eu te amo pai — disse Johnny com um leve sussurro difícil de se escutar.

–Eu também te amo Johnny.

Os três entraram na cabine do capitão e ficaram algum tempo conversando,Will contando dos outros mundos e Elizabeth dizia como estava sua vida desde que ele se fora a deixando da Bahia Naufrágio, eram muitos assuntos para se falar mas pouco tempo.Afinal de contas logo essa noite Will teria que levar as almas para o outro lado.

Ele se despediu de Elizabeth com um beijo curto e de Johnny com um abraço, não era um adeus eles logo se veriam, então Will partiu com sua tripulação.

Elizabeth e Will entraram, todos estavam bebendo rum e rindo com algumas coisas bobas que eram faladas e escutando aventuras, mas principalmente Barbossa e Jennifer estavam em um canto planejando sua jornada a Isla de Muerta.

–Quem é aquela criança ao lado de Elizabeth? — perguntou Jennifer a Barbossa.

–Há boatos de que seja o filho de Will Turner..

–Ah sim — ela disse com um olhar meio triste — mas continuemos...

Assim eles continuaram com seu plano de rota. Jack embebedado contava a história de um bode que ele conheceu em Tortuga dizia que o nome dele era Roger , a tripulação ria da situação inclusive Elizabeth pro mais estranho que parecesse ela sentiu falta de Jack, Johnny observava de momentos em momentos se auto interrompendo com algumas risadas.

Ele estava vendo na sua frente Capitão Jack Sparrow, o das histórias, a lenda. Mas ele queria falar realmente com sua filha, Jennifer. Ela era o assunto do Caribe naquele momento, ele queria saber como era ser filha de um grande pirata, ele a observava examinando-a enquanto ela discutia com Barbossa realmente ele a admirava muito, estava esperando calmamente sua chance de ir falar com ela.

Jack chegara no seu auge, estava realmente bêbado não falava coisa com coisa.

–E então...o Roger ele...ele...dominou meu navio ele era um bode e um pirata saqueador dos infernos, pior que Calipso Jones, quer dizer Davy Jones — disse ele bebendo um grande gole de rum e caindo no chão desacordado e bêbado.

Todos riram alto da situação e Angélica dizia:

–Por favor alguém tira ele daqui? — disse ela rindo.

A tripulação continuou a conversa e Johnny continuou esperando seu momento, até que Jennifer acabara sua conversa com Barbossa e se sentou em um lugar isolado da sala onde a coorte se reunia, ela bebia calmamente sua garrafa de rum e observava o mar por uma janela.

–Olá..- disse Johnny.

Ela olhou assustada pois não havia percebido nenhum movimento — Oi -sorriu ela.

–Er...estou incomodando ou...?

–Não, tudo bem pode ficar. — disse ela.

–Posso lhe fazer uma pergunta?

–Claro.

–Como é ser filha do grande capitão Jack Sparrow?Realmente eu já ouvi muitas histórias sobre ele e eu acho ele incrível, é verdade que ele já esteve no bau de Davy Jones?É verdade que quase foi comido por índios canibais?

Jennifer ficara um pouco atordoada com tantas perguntas, Johnny se parecia muito com Will sua presença era agradável. — Ser filha dele? É como ser filha de qualquer pessoa, quer dizer ele é meio estranho, não tem senso de moralidade, higiene, ou de honra -riu-se ela de si mesma- E sim para as três ultimas perguntas, mas vamos lá você é filho do capitão do Holandês voador, como é ser filho de Will?

–Ah eu não conheço ele bem porque na verdade ele só descobriu que eu existo a pouco tempo mas esse pouco tempo descobri que ele é legal — disse ele sorrindo.

–Jack também me descobriu a pouco tempo..

–E, como foi?

–Na verdade ele nem liga muito sabe, se preocupa mais com seu nome como pirata — disse ela dando um gole de rum.

O silêncio reinava entre os dois até que Elizabeth o interrompeu chamando Johnny para ir dormir.

–Vamos?Já esta tarde. — disse ela sorrindo para Jennifer.

–Mas mãe..

–Vá Johnny, tempo é o que mais temos para conversar depois — disse Jennifer.

Então ele se foi com Elizabeth, logo a sala foi ficando vazia os piratas iam dormir em algum lugar ou caíam bêbados ali mesmo. O pai de Jack foi até Jennifer que ainda estava no mesmo lugar.

–Se preocupa com alguma coisa, Sparrow?

–Sim, mas você não pode me ajudar.

–Não, não posso se você não quiser. — disse ele meio sério de mais.

–Você não entenderia.

–Tente me explicar.

–Ótimo, na verdade estou preocupada com o que possa acontecer, e se nós não conseguirmos a coorte?E se...Davy Jones dominar os mares?Estamos em um estado de emergência, nunca houve algo tão grande assim.

–É verdade, a coorte é a única esperança estamos bem mal — disse ele rindo.

–Como consegue rir?Quer dizer, não parece tão preocupado — ela sorriu.

–É que, eu acredito que pra tudo que mais queremos, desde que seja algo bom não é tão difícil assim de conseguir. Resumindo aquela coisa de luz no fim do túnel.

–O lado bom da coisa?

–É, tirou as palavras da minha boca.

Os dois riram, mas logo depois Jennifer o deixou pois estava cansada precisava dormir e descansar para o outro dia.

Logo cedo todos estavam acordados, Will estava de volta estavam prontos para seguir em rumo a Isla de Muerta, resolveram juntar a tripulação do Vingança da Rainha Ana e irem todos no pérola e ao seu lado o Holandês.

Elizabeth iria e deixaria Johnny na Bahia em segurança junto ao pai de Jack, mas Johnny implorou tanto que ela acabou o deixando ir mas o fez prometer não fazer besteiras.

Eles embarcaram e foram navegando para Isla de Muerta, perceberam que colocar Jack e Barbossa no mesmo navio não foi uma ideia tão boa pois os dois não paravam de discutir. Eles haviam chegado a ilha estava a poucos metros quando o pérola estremeceu, eles haviam batido em algo em em um fração de segundo estavam sendo puxados pra baixo, a tripulação se agitou havia balburdia, gritos e correria.

–VIRAR A ESTIBORDO E SOLTAR A BOMBORDO, ALIVIAR TODO PESO DESNECESSÁRIO E RÁPIDO ESTAMOS AFUNDANDO! — gritou Barbossa.

Por um momento Jack,Barbossa,Jennifer e Angélica se entreolharam meio paralisados, Jennifer sorria sarcasticamente então olhou para Jack e assim fez Angélica e Barbossa em seguida.

–Aliviar peso desnecessário..- disse Jennifer com o mesmo sorriso.

Jack pensou um pouco, em mais um pouco até que percebeu que o peso desnecessário em questão era ele, eles queriam o jogar no mar.

–NÃO,NÃO,NÃO!Tirem essa ideia da suas cabeças maléficas meu navio vocês estão aqui de penetra lembrem-se disso.

–Mas foi uma boa ideia...- disse Jennifer olhando pro chão.

Então todos seguiram normalmente, jogavam cargas desnecessárias no mar, Jennifer estava prestes a jogar um engradado de rum quando Jack segurou seu braço a interrompendo.

–O RUM NÃO!

–É O RUM OU VOCÊ, SE DECIDA!

Jack ficou meio agoniado por um momento e até meio choroso então disse:

–PROSSIGA.

Então ela jogou o rum no mar, a tripulação jogava a pólvora, balas de canhão tudo que pesava o navio, soltavam os canhões e deixavam a carga rolar então o pérola conseguiu escapar ileso isso era bom.

Eles pararam ao lado do Holandês, Will e a tripulação olhava assustada.

–O que puxou vocês para baixo?- perguntou Will.

–Não sei, mas a ilha parece menor não é mais a mesma, a parte que tem a caverna com o tesouro asteca amaldiçoado sumiu — disse Barbossa.

–Não sumiu — disse Angélica — submergiu, e nós passamos por ela agora, a ilha esta submergindo não temos muito tempo e espero que a pedra já não esteja agora no fundo do oceano.

–Esperamos — disse Elizabeth.

–É nossa última chance — disse Jennifer.

Eles seguiram em frente até um certo ponto onde ancoraram o pérola deixando sobre proteção do Holandês, Will e sua tripulação caso Jones resolvesse aparecer, Alguns homens entraram nos botes e foram até a ilha, inclusive Jack,Barbossa,Elizabeth,Jennifer,Angélica e Tia Dalma.

Eles pisaram em terra e sabiam que tinham pouco tempo a ilha sumia a cada minuto, então Barbossa pegou a Bussola de Jack e a tripulação começou a explorar selva a frente a procura da pedra.



Notas finais
Gente realmente não esta tendo muitos Reviews e eu fico meio triste por isso peço..Reviews?!
Emfim o que eles encontrarão pela frente? :3