Notas iniciais
Eu to pressentindo que alguns vão me matar quando acabarem de ler kkkk o final ficou meio meloso de mais eu mesma reconheço mas espero que gostem!Rosie obrigada pelo Review ^^

Eles tinham um plano, nada muito bem elaborado, mas ainda sim um plano.

–Porque eu vou ter que fingir ser um índio?Porque não pode ser uma de vocês? — perguntou Jack .

–Porque você é o único que esta cheio de pintura indígena espalhada pelo rosto — riu Elizabeth.

–Eu...eu..é verdade — disse Jack com um tom de desapontado.

Os índios começaram o ritual, estavam cantando musicas e dançando em volta de uma grande fogueira. Os piratas que lá estavam amarrados observavam aflitos. Jack entrou entre eles tentando parecer convincente, tentava imitar seus movimentos confusos mas não houve muito sucesso.

Barbossa observava Jack e sabia que ele tinha um plano para liberta-los mas mesmo assim não estava tão confiante em relação a isso. Jack em si tentando imitar a 'dança dos índios' parecia um bêbado no dia de ação de graças em Tortuga, emfim ele deu o sinal pra Jennifer que já estava preparada, ela então pegou uma das frutas que tinha ao seu lado e atingiu o líder da tribo, todos desviaram o olhar por um tempo procurando quem havia atirado aquele abacaxi, quando de novo era a vez de Elizabeth que acertou a cabeça do líder com uma melancia o fazendo cair desmaiado.

Toda tribo se amontoou em cima do seu chefe querendo saber o que havia acontecido e tentando ajuda-lo, essa era a deixa de Jack enquanto os índios se distraiam ele correu para desamarrar a tripulação e logo veio a ajuda de Jennifer e Elizabeth.

Eles estavam prontos para ir embora quando foram dar as costas para aquele lugar deram de cara com todos os índios olhando com olhares congelados e rostos com expressões duvidosas para eles .

–Ham...er...- Tia Dalma tentava dizer algo mais nada realmente saia.

–Aloha? — disse Barbossa que logo foi interrompido com um grito estrondoso como da última vez, s piratas responderam com um grito alto e agudo também mas tal grito não queria dizer um tipo de coisa como "atacar" ou uma declaração de guerra e sim que eles estavam amedrontados.

Eles começaram a correr feitos loucos pela floresta tortuosa tropeçando em arbustos e com folhas pregadas em todos os lugares os índios os seguiam e eles precisavam encontrar uma saída rápido pois se não eles sabiam qual seria seu terrível fim.

Eles correram até a reta final onde havia um precipício e mais nada, não havia o que fazer, havia sinais de que a muito tempo ali havia uma ponte mas o problema era que não havia mais.

–Então a maldita ponte devia estar aqui não é? — disse Angélica tentando tomar fôlego.

–É aqui — pigarreou Barbossa.

–Ah não, eu não vou pular de penhasco nenhum, não de novo!- disse Jack.

–É o único jeito — disse Gibbs.

–Ele tem medo de que a tripulação escute como ele grita feito menina- riu Jennifer.

–Eu não grito como uma mulher! — Jack rebateu.

–Grita sim. — Jennifer continuava rindo meio sem fôlego por causa da corrida.

–E você...você..você...anda como uma garota. — disse Jack.

–Jack — ela colocou suas mãos no ombro dele o fitando com seus olhos verdes profundos — eu sou uma garota!

–Vocês podem brigar depois?No momento tem um bando de índios canibais os perseguindo! — disse tia Dalma olhando pra trás aflito e os vendo se aproximar.

–Entre morrer caindo de um penhasco ou comida por canibais eu escolho o penhasco. — Jennifer pulou.Logo em seguida Jack, Angélica, Tia Dalma,Barbossa emfim toda a tripulação.

Eles saíram de um rio todo molhados, a luz do lugar era fraca mas ainda sim havia algo mais obscuro que seus olhos os permitiam ver, uma caverna.

–Será que, o obscuro que dizia em asteca era uma caverna? — disse Gibbs meio intrigado.

–Pode ser...- disse Ragetti.

–É uma caverna- disse Jennifer olhando mais a frente onde havia uma caverna com as mesma escrituras da rocha asteca.

Eles entraram na caverna e andaram pelos caminhos estreitos, o chão estava coberto de água, a cada passo que davam o volume de água aumentava a ilha estava realmente sendo dominada pelo mar.

A água já estava na cintura deles, subia a cada segundo que se passava. Eles avistaram duas pedras uma tinha o tamanho de uma mão adulta fechada e era de ouro reluzente a outra era um pouco menor e roxa, quase sem importância ao lado da outra simplesmente não havia nada de especial.

–HÁ vamos pegar a maior e de ouro e voltamos pro meu amado pérola — os olhos de Jack brilhavam.

–Não acho que seja essa. — disse Jennifer.

–Não podemos levar as duas? — perguntou Jack.

–Não — disse Tia Dalma impaciente — mas, qual das duas pode ser?

–Nós podíamos levar as duas e decidir no barco — Sorriu Jack.

–É a menor — afirmou Jennifer.

–Como sabe? — disse Barbossa.

–Apenas sei, quer dizer, não sei é mais um pressentimento.

A água subia rápido.

–Se vocês não se incomodarem — começou Pintel com a água já nos ombros- a água esta subindo rápido temos pouco tempo.

–Decidam-se! — disse Elizabeth.

Jennifer pegou a roxa e todos andaram, ou melhor, nadaram para fora da caverna. Jack xingava alto porque queria pegar a outra mas ele foi ignorado pelos outros que não viam a hora de voltar aos navios devido ao cansaço, a essa altura a caverna já estava totalmente submersa.

Eles já estavam na praia quando de repente milhares de índios apareceram atras deles, Jack nada feliz por estar passando essa situação (Novamente) correu com os outros o mais rápido de pode.A água tomava conta da ilha aos poucos.Eles já avistavam os navios horizonte, o pérola e o Holandês lado a lado. Johnny se divertia com a cena e dava gritos do navio como "Vamos Jack, corra!" "Mãe cuidado!" "Corra Jen, ah não!CUIDADO!" ele ria do perigo que eles passavam, achava divertido pois afinal de contas nunca havia visto tal coisa ao vivo assim.

Já Will não tinha a mesma reação, ele ordenava o armamento dos canhões correndo feito louco pelo convés a fora os canhões atiravam loucamente tentando retardar os índios, os piratas na praia corriam rápido chegando a tempo de entrar no bote e remar para longe, bem longe. A ilha estava sendo consumida havia pouco espaço de terra quando de repente o mar engoliu a ilha e os índios uma grande onda vinha na direção deles e acabou derrubando os botes e todos que estavam neles mas logo depois eles se ajeitaram e voltaram para os botes a caminho para o barco.

–E então, conseguiram? — perguntou Will do Holandês logo que eles entraram no pérola.

–Como foi lá na ilha?Vocês saíram por pouco dessa — disse Bootstrap.

–Conseguimos, e até mais...-Jack tirou a pedra de ouro bolso mostrando a tripulação.

–Eu sabia — riu Angélica com deboche.

–Eu nem me surpreendo mais — disse Barbossa.

Will,Botstrap e a tripulação do Holandês ainda estavam meio confusos em relação a aventura pelo fato de não terem ido na ilha então Barbossa explicou a eles a aventura em detalhes e todos foram descansar um pouco enquanto os barcos navegavam para Bahia Naufrágio de novo, estava já anoitecendo Barbossa estava no timão do pérola acompanhado por uma boa conversa com Jennifer.

No convés do Holandês saiam da cabine do capitão Will e Elizabeth, eles se abraçavam calorosamente espantando o ar gélido daquela noite Jennifer os olhou com olhos tristes, sabia o que sentia por Will e principalmente o que sentia ao ver aquela cena Barbossa havia percebido o porque de seu olhar mas continuou a conversar com ela tentando a deixar feliz. Não deu muito certo, logo ela preferiu descer para o porão onde os marujos dormiam cansados do dia e roncavam alto.

Ela se sentou em um canto e começou a beber uma garrafa de rum, Tia Dalma que perambulava pelo porão tropeçou na menina encolhida no escuro logo se desculpando e sentando ao seu lado.

–Não se preocupe com o Turner.

–Jennifer engasgou- C-c-com o Turner?O-o que você quer dizer?

–Não esta obvio mas eu percebo essas coisas, posso ver os sentimentos das pessoas principalmente quando são tão fortes.

–Sentimentos? — bufou ela- não tenho sentimento algum por ele.

–Não tente me enganar, afinal não precisamos disso! — disse Tia Dalma.

–Tudo bem..- disse ela olhando pro chão.

–Não quero que se sinta assim, pra cada escolha que fizemos e cada sentimento que sentimos eu acredito que há algo bom. — Tia Dalma sorria.

–Obrigada por se preocupar — Jennifer agradeceu.

Tia Dalma se levantou e continuou sua peregrinação pelo porão e Jennifer continuou sozinha com seus pensamentos.

Angélica em algum lugar do navio estava deitada em uma cama entre os lençóis que a aqueciam, tinha o boneco de Jack na mão ele o olhou e sorriu, sinceramente Jack podia ser o maior cafajeste mas ela gostava ele, quer dizer, de um certo modo o amava,não o amava, na verdade ela não sabia ao certo — era complicado.

–Jack..- disse ela observando o boneco e rindo se lembrando de algumas coisas do passado, a fonte da juventude, como se conheceram etc — tão encantador mas...não posso ser boba tenho que ter cuidado. Jack não é do tipo mais previsível.

Ela acabou se perdendo em seus pensamentos e dormindo.

Jennifer saíra do porão se cansou de ficar lá e o rum havia acabado, Barbossa ainda estava no timão ela se debruçou em um dos lados do navio e olhou o mar, seus olhos ficaram úmidos de repente, sua garganta havia um nó lágrimas desciam de seus olhos ela sabia que seria um amor impossível e isso a entristecia.

Will estava no timão, viu Jennifer de costas debruçada na beira do navio e então resolveu chamar a atenção dela com um assovio, ela enxugou as lágrimas e se virou tentando sorrir ao ver a figura de Will, era saltou para o Holandês e foi até ele para saber se havia acontecido alguma coisa no qual ele precisava dela.

–Algum problema?- perguntou ela com uma voz falhando.

– Não comigo, mas você não parece muito bem... — disse ele.

–Não se preocupe- ela deu as costas.

Will segurou o braço de Jennifer — Não, você não esta bem por favor não de as costas pode confiar em mim, talvez eu ajude..

–É impossível, você não ajudaria — disse ela tentando sair dos braços de Will.

–Ta bom, eu vou falar você não esta triste assim á toa e eu sei porque Barbossa me disse na verdade ele disse que não tinha certeza mas pelo seu olhar...eu e Elizabeth...Jen, você sente algo por mim?Seja sincera. — disse Will com os olhos castanhos fixos nos do dela.

–Quer sinceridade?Tudo bem vou te falar que eu te amo Will não precisou de muito tempo para esse sentimento acontece porque só aconteceu a verdade é que eu preciso de você a cada batida do meu coração, em cada piscar de olhos, em cada fração de tempo em casa momento de um dia porque eu sou totalmente incompleta sem você.- Jennifer deixava lágrimas quentes preencherem seu rosto.

–Jennifer eu te entendo pode acreditar, eu entendo o que você sente — ele tentou dizer algo a mais mas só isso havia saído.

–Não, você não entende Turner...- ela se virou para ir embora ele sabia que tinha que fazer algo não podia a deixar ir embora ele sentia algo por ela não sabia o que mas sentia ele poderia se arrepender pra sempre do que faria a seguir mas não ligava ele a puxou pela cintura e com um beijo quente selou seus lábios.



Notas finais
AHSUAS O que vocês acham que vai acontecer agora?Eu sei que agora vocês estão com raiva mas vão ter que esperar até o próximo capitulo MUAHAHAH emfim, ultimamente percebi que to perdendo muitos leitores e isso é triste cade vocês gente?D:
REVIEWS?!