Piratas Do Caribe: O Retorno

15 A Reunião da Corte da Irmandade


Notas iniciais
Bom gente, acho que vocês já perceberam que eu to postando um capitulo toda quarta ou as vezes antes mas só em casos extremos quando eu tenho criatividade kkkk emfim e até agora?Estão gostando? *O* vocês não tem nem ideia do que está por vir, espero que gostem do capitulo!E obrigada pelos reviews do ultimo capitulo.
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Grandes navios de todas as formas chegavam na Bahia, e junto, seus capitães: Villanueva, Ammand , Capitão Chevalle, Cavalheiro Jacard, Dona Ching e Sri Sumbhajee.

Todos como de costume entraram na fortaleza da Bahia naufrágio para se reunirem da sala de reunião da corte. Todos os lordes se sentaram. Mas ainda faltava um dos lordes, Jack. Todos já estavam impacientes, não podiam começar a reunião sem Jack. Quando de repente eles escutaram um baque na porta e Jack entrou com uma garrafa de rum da mão e duas mulheres do seu lado ambas agarradas no pescoço dele, havia uma marcas de batom em seu pescoço e seu halito cheirava a rum e menta.

–Meninas, meninas, meninas. por favor parem eu tenho um assunto sério pra resolver agora — Jack tentou afasta-las gentilmente.

A corte toda olhava pra ele inclusive Angélica cujo os olhos transbordavam nitidamente raiva, 'cafajeste' ela pensou como ela podia o amar?Como?Ela não entendia simplesmente o amava e isso era ridículo ela sabia, Jack nunca seria homem de uma mulher só. Ela se odiava por ama-lo.

As meninas saíram da sala mas os olhares permaneceram em Jack.

–E então o que estamos esperando? — disse Jack.

Angélica o olhou feio e ele engoliu seco.

–Sejam Bem-Vindos — começou Elizabeth que agora era a rainha da corte — talvez vocês não saibam o motivos de estarmos reunidos aqui...

–A canção não foi cantada, não há necessidade urgente dessa reunião da corte — Dona Ching interrompeu Elizabeth.

–Se fosse por motivos fúteis capitã, acredite você não estaria aqui — Jennifer respondeu.

–E, qual é o motivo então? — Ammand perguntou.

–Vocês realmente ainda não sabem? — Tia Dalma perguntou.

Ninguém falou nada mas as expressões dos lordes dacorte já falavam tudo.

–Davy Jones está de volta e com certeza traz Calipso junto, e é nosso dever retardá-los ou tudo que mais prezamos talvez possa ser destruído, quem sabe o que passa na cabeça daqueles dois? — Disse Barbossa.

–Nesse momento não importa se a canção foi cantada ou não — completou Tia Dalma.

Os lordes se assustaram com a notícia, uma balburdia começou no lugar e todos começaram a murmurar sobre a volta de quem mais temiam.

–SILÊNCIO — Barbossa gritou.

O silêncio tomou a sala de novo.

–Isso é tudo culpa sua!Pra começar nada disso teria acontecido se você não tivesse subjugado Calipso- disse Villanueva a Barbossa.

–Minha culpa? — Barbossa apontou sua pistola para a cabeça de Villanueva — não me lembro de naquele momento você ter tentado me impedir de algo.

–Você não merece ser um lorde, você é um traidor, sujo!Traiu a todos nós- Villanueva apontou sua arma para a cabeça de Barbossa.

–Pirata? — riu-se Barbossa.

Ele tem razão — Jacard apontou sua pistola pra Barbossa também — além de Jones teremos que enfrentar Calipso, de novo.

Barbossa apontou sua outra pistola para Jacard — Então os covardes resolveram me desafiar?

Jennifer subiu na mesa e deu um tiro pro alto o que fez os olhos de Johnny se arregalarem — Cavalheiros, se puderem abaixar as armas.

Eles obedeceram fazendo cara feia.

–Talvez- Jack começou — essa seja uma ótima oportunidade para nós nos entendermos de vez, sem brigas, amizade, festas!Ah como eu adoro festas, rum e comida de graça. Eu gosto de comida...e rum.

–Jack não seja importuno. — Angélica revirou os olhos.

–Prometo chegar a algum lugar -ele continuou — nós podemos ficar alimentando os conflitos alheios enquanto aquela mulher infernal, Calipso não você Angélica,- o comentário de Jack fez Angélica cerrar os punhos — reunir forças com...- ele torceu o nariz- Jones ou nós podemos usar aquele nosso antigo método de lutar para fugir.

–Sri Sumbhajee acha que isso é uma loucura- disse um dos homens de Sri Sumbhajee — Calipso é uma deusa, mesmo sendo pagã não pode ser morta.

–Sim ela pode — Rosalina surgiu de repente do outro lado da sala.

–O que você esta fazendo bisbilhotando uma reunião da corte? -Pintel segurou o braço da feiticeira.

–Deixe ela falar — Jenny fez Pintel soltar o braço de Rosalina.

–A lança..a minha lança foi forjada por Calipso e ela me deu, claro, antes de descobrir o que eu fiz. Mas, quando ela descobriu ela me prendeu naquela ilha e escondeu a lança por medo e com esperança de que ninguém nunca a achasse, foi forjada pela mão da deusa e é a única coisa que pode matá-la. — disse Rosalina.

A sala ficou calada por uns segundos.

–E como querida podemos confiar em você?- perguntou Jack.

–Dou minha palavra — ela disse.

–Não é o bastante- Barbossa argumentou.

–Talvez seja — Jenny olhou para o chão.

–Mas, é só isso?Só precisamos fazer isso para matá-la? — perguntou Elizabeth.

–Não, ela é uma deusa não é assim tão fácil, temos que envenená-la e assim depois matá-la com a lança, o veneno pode ser encontrado no mesmo lugar onde encontraremos o cálice no qual colocar o veneno, esse é o ritual — disse Rosalina.

–E qual exatamente seria esse cálice?Algum em especial?- perguntou Teague.

–O cálice de prata do navio de Ponce de León, quer dizer, o ritual precisa de apenas um deles. — Rosalina respondeu.

O olhar de Angélica se tornou vago, ela não queria voltar para aquele lugar, não queria voltar pro lugar onde Jack o havia deixado, deixado o cálice e principalmente não queria voltar para o lugar no qual seu pai, Edward Teach, havia morrido.

–La fuente de la juventud — disse Villanueva, Angélica engoliu seco.

–Então voltaremos ao 'templo profano' — riu-se Jack.

–Na verdade, não iremos — disse Teague.

–Como não?- perguntou Gibbs.

–Essa decisão cabe ao rei da corte e não a vocês — seus olhares recorreram a Elizabeth.

–Nós vamos — ela pareceu firme — separaremos um grupo para ir, os outros ficam na Bahia se preparando.

Com isso a reunião da corte havia sido encerrada.Todos saíram da sala, menos Angélica e Jack. Ele parou na frente da morena e a observou.

–O que foi? — ela perguntou.

–Seu olhar...quando eu entrei — ele a encarou.

–O que tem? — disse Angélica.

–Você parecia mais raivosa que o normal — ele riu.

Ela bufou e saiu andando mas Jack segurou seu braço a deixando próxima o bastante de si mesmo, os olhos se encontraram.

–Jack, eu estou cansada dos seus joguinhos eu não quero ser mais uma. — disse ela.

–Como assim?- ele pareceu confuso — lembra aquele dia na ilha quando eu te deixei lá?

–Como poderia esquecer?- ela revirou os olhos.

–Lembra do que eu disse? — ele insistiu.

–Como poderia esquecer? — ela repetiu.

–Não estava brincando sobre te amar. -ele olhou para o chão.

Os olhos dela se encheram de lágrimas — Não foi o que pareceu quando você entrou na sala com suas amiguinhas.

–Ok, eu não sou perfeito. Mas aquilo foi pra te fazer ciumes. — ele sorriu.

–Nem chega perto de ser perfeito — ela corou.

–Não precisa jogar na cara — ele riu.

–O problema Jack, é que nunca daria certo. Eu também te amo e eu nunca brinquei sobre isso,nunca.- Angélica disse.

–Talvez dê — o olhar de Jack de repente ficou triste.

–Não Jack — a voz de Angélica ficou engasgada, ela estava segurando suas lágrimas — não vai dar. — ela saiu da sala.

Jack pensou em Jennifer e no que faria quando Angélica se foi, ela nunca o perdoaria por o que ele iria fazer a seguir, nunca. Ele ia ter que perdê-la e assim também perder Jennifer. Sua consciência pesou.

*******

Eles decidiram que apenas o Vingança da Rainha Ana e o Pérola iriam para a ilha atras dos cálices. Eles resolveram partir na próxima manhã e foram descansar a noite e travar planos de batalha. No outro dia de manhã eles partiram ao nascer do sol, um novo horizonte, uma nova aventura.



Notas finais
Gente já ta na reta final =3 daqui a alguns capítulos acaba a fic kkkk emfim,o que acharam do capitulo?Deem sua opinião *O* a caixinha aqui embaixo é pra isso!
Reviews?!