Pelas ruas escuras de Albi - França, uma jovem mulher caminha segurando sua filha recém-nascida. É uma noite fria a quase ninguém está nas ruas, únicas pessoas que ela encontras no caminho são bêbados imundos e algumas meretrizes acompanhando esses mesmo bêbados.

- Alguém viu a minha pequena garrafa?. — perguntou um bêbado em gargalhada ao passa por ela, porém ela o ignorou a continuou a fazer seu caminho.

´´ Será que é esse o destino que me reserva?`` perguntava para se mesma em pensamento. ´´E tudo por causa de uma aventura! Como fui tola meu Deus``. Ela olha para sua pequena filha, que está dormindo inocentemente em seus braços, e uma lagrima corre pelo o seu rosto, mesmo a assim ela consegui formar um pequeno sorriso em seus lábios. ´´ Não se preocupe filha, eu não vou permitir que você tenha o mesmo destino que o meu. Sua vida vai ser diferente``. Ela continuou a caminhar por mais alguns minutos e finalmente parou na frente a casa da família Bertrand. Deu um suspiro, tentando criar coragem para fazer o que tem que ser feito. Olhou novamente para o rosto de sua filha e depositou um beijo em sua pequena testa.

- Desculpe-me — sussurrou com os olhos cheios de lagrimas — Mas isso é para o seu bem.

Se ajoelhou e colocou sua filha que estava embrulhada no cobertor no chão úmido em frente a porta da casa. Escutou sua filha soltar um pequeno choro.

- Shiu — disse levando o dedo médio até a boca. Depois de confortar sua filha no chão, colocou em cima da menina um colar, que havia um pingente de triskle. Se levantou sentindo suas penas tremeres, e não era por causa do frio. Deu novamente mais um suspiro encarando a porta e finalmente bateu na porta 3 vezes. Escutou um barulho vindo de dentro da casa.

- Mas quem se atreve a bater em minha porta uma hora dessa? — escutou um homem reclamar.

A mulher se afastou, deixando sua filha sozinha no chão. Ela correu até um beco e ficou observando a filha de longe. Vê um homem vestido só de ceroulas e uma camisa larga, abrindo a porta.

- Mas o qu...- O homem interrompe a própria fala quando percebe que não tem ninguém. Ele parece confuso e olha para um lado e para o outro procurando alguém. — Mas o... — disse coçando a cabeça, quando finalmente escuta um pequeno choro vindo de seus pés. Ele olha para baixo e se assusta ao ver uma pequena criança. — Margot, vem cá e rápido — gritou o homem olhando para dentro de casa.

- O que foi Henri ? — perguntou uma mulher de cabelos grisalhos. Ela mediatamente vê a criança no chão. — Santo Deus! De quem é essa criança? — perguntou pegando a criança do chão.

- E-eu não sei — respondeu o homem de ceroulas gaguejando — Quando eu abri a porta, ela já estava ai.

- Quem será a pessoa desalmada que fazer uma coisa com um ser tão pequeno? — perguntou Margot para se mesma — É melhor a gente entrar, antes que essa pequenina pegue um resfriado.

- Não podemos ficar com ela — disse Henri para a sua esposa.

- E você que o quer? Quer que eu deixe ela aqui no frio? — perguntou Margot sangada.

Henri não disse mais nada, apenas entrou e fechou a porta remusgando.

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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.