Piloto - 1 Temporada
5 Capítulo 3
Notas iniciais
Eu sei que prometi que postaria na quarta (ontem), mas a preguiça não autorizou minha saída da cama. Desculpem.
Bom, eu achei esse capítulo meio fraquinho, mas espero que gostem.
Boa Leitura. Nos vemos lá embaixo.......
P.s.: Prestem atenção nos DETALHES, de novo
Capítulo 3 –
- Aposto que é ela – disse Dean.
- Sim – Concordou Sam.
- Qual foi a primeira pista para vocês saberem a resposta?
- Você é a Amy? – perguntou Dean quando chegaram perto da garota.
- Sou sim.
- Troy nos falou de você. Eu sou Dean, este é Sammy, somos os tios dele. E essa é a Michelle.
- Ele nunca me falou de vocês
- Ele é assim mesmo – falou Dean nem reparando no sorrisinho de Sam ao ouvir o apelido de infância.
- Estamos procurando por ele – interrompeu Sam.
Uma garota um pouco mais gótica que Amy apareceu e perguntou:
- Você está bem?
- Sim.
- Podemos te fazer algumas perguntas?
- Claro.
Dean lançou um olhar a Michelle que logo entendeu e saiu.
Eles entraram na lanchonete e a garota começou a falar:
- Eu estava falando com Troy pelo telefone. Ele estava voltando pra casa. Disse que me ligaria. E... nunca mais ligou.
- Ele não disse nada estranho? – Perguntou Sam.
- Não. Nada de que eu me lembre. – respondeu.
- Gostei do seu colar – disse o mais novo provocando um olhar assustando em Dean.
- Troy quem me deu – falou pegando o pentagrama na mão – Foi mais para assustar meus pais com todas as histórias de diabo.
- Na verdade – Sam riu – é justamente para te proteger dele. Um pentagrama é uma proteção contra o mal. Muito poderoso, se acredita, é claro.
- OK, obrigado Unsolved Mysteris – falou Dean apoiando os braços na mesa – é o seguinte, garotas. Há algo errado com a forma como Troy desapareceu. Então, se sabem de algo...
- As garotas se olharam e Dean perguntou:
- O que é?
A garota sem nome respondeu em dúvida:
- Com tantos caras sumindo, as pessoas falam.
- O que elas falam? – Perguntaram Sam e Dean juntos.
- É uma lenda loca. Uma garota foi assassinada em Centennial há muito tempo. E parece que ela ainda está por aí. Ela pega carona. E quem dá carona, desaparece pra sempre.
Os irmãos se olharam e foram até uma lan-house, onde encontraram Michelle.
Dean tentava inutilmente achar algo em um site com as lendas locais.
- Me deixa tentar, Dean – falou Sam indo com a mão até o mouse.
- Já achei.
Sam bufou e empurrou o mais velho. Michelle só ria.
- Cara, que mania de controlar – resmungou o mais velho irritado.
- Espíritos zangados nascem de mortes violentas, certo?
- Sim – resmungou Michelle se aproximando e sentando-se no encostou de mão da cadeira de Dean.
- Talvez não tenha sido assassinato.
Sam pesquisou suicídio. Achou.
Dean o olhou desaprovador.
- Foi em 1981. “Constance Welch, 24 anos. Salta da ponte Sylvania. Afoga-se no rio.”
- Diz por que ela fez isso?
- Sim.
- O que foi? – Pergunta Michelle com a mão esquerda nos cabelos de Dean. Ela acariciava o cabelo do rapaz, mas eles nem perceberam. Já era algo automático.
- Antes de ser achada, ela ligou para o 911. Os dois filhos estão na banheira. Ela os deixa sozinhos por um minuto e quando volta, não estão respirando.
- Ambos mortos? – Perguntou Dean.
- Sim. “‘Nossos bebes se foram, e Constance não suportou’... diz o marido, Joseph Welch.”
- Essa ponte não parece conhecida?
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(Na ponte, à noite)
Dean andava na borda da ponte com Sam ao seu lado e Michelle agarrada ao seu braço.
- Então foi aqui que Constance mergulhou como um Cine.
- Acha que papai passou por aqui?
- Ele está atrás da mesma história e a gente tá atrás dele.
Se desencostaram da borda e Michelle soltou Dan, que estranhou a reação da garota.
- E agora? – Questionou Sam.
- Continuamos procurando até acharmos ele. Vai demorar – respondeu como se fosse óbvio, e era.
- Dean, eu lhe avisei. Tenho que voltar até segunda...
- Segunda – falou Dean se virando – A entrevista, certo?
- Sim.
- Eu até esqueci – falou pegando a mão de Michelle e mexendo em seus dedos, a mesma lhe lançou um olhar questionador e na mesma hora, ele a soltou – Você fala sério sobre isso? Acha que vai se tornar um advogado? Casar com a garota?
- Talvez. Por que não?
- É Dean, por que não? – se pronunciou Michelle pela primeira vez.
- Jéssica sabe a verdade? Sabe sobre tudo o que você fez?
- Não, e nunca vai saber – respondeu aproximando-se de Dean.
- Um relacionamento muito saudável – disse irônico – Pode fingir o quanto quiser, Sammy. Mas um dia terá que encarar quem realmente é – disse sarcástico.
- E quem eu sou?
- Um de nós – respondeu o mais velho brincalhão..
- Não! Eu não sou com você. Essa não vai ser minha vida – disse irritado, tomando a frente dos outros dois. Michele só os observava. Não gostava de se meter.
- Você tem responsabilidades – disse já nervoso, se aproximando de Sam.
- Com o papai e sua cruzada? Se não fosse pelas fotos, eu nem saberia como era a mamãe. E que diferença iria fazer. Mesmo que nós achemos o que a matou... mamãe foi embora e não vai voltar.
Ao ouvir aquilo, Dean se irritou muito e empurrou o irmão pelo colarinho até a parte de ferro da ponte.
Michelle ao ver isso se aproximou de Dean e pegou gentilmente no braço do menor.
- Dean... solta ele...
- Não fale dela desse jeito – falou dando uma última olhada nos olhos do mais novo.
- Vocês reclamam de barriga cheia. Vocês ainda tem o pai de vocês, se toquem.
- E você por acaso sabe o que é ter sua mãe morta no seu quarto? – Perguntou Sam irritando olhando Michelle.
- É! Eu sei sim. Agora para de reclamar, que não sou obrigada a ficar ouvindo essas ladainhas de vocês dois.
Dean que observava a garota virou-se para o lado e pode ver Constance pronta para pular da ponte.
Ela olhou para eles e pulou. Os três correram até o outro lado da ponte e Michelle questionou:
- Aonde ela foi?
- Não sei – respondeu Sam.
Nesse instante o Impala ligou e eles viraram-se para olhar o carro.
- Que merda é essa?
- Quem está dirigindo seu carro?
Dean enfiou a mão no bolso da jaqueta e tirou de lá as chaves.
O carro acelerou e avançou sobre eles. Os três correram desesperados e quando viram o carro muito próximo pularam da ponte.
O carro parou.
Notas finais
Bom, me falem o que estão achando da Michelle e da história em si. Tem muito coisa por vir ainda.
Obrigada por lerem.
Não se esqueçam das reviews
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