Piece of Mind

1 Capítulo 1 em que eu me apresento


Notas iniciais
Oi.
como eu disse antes, é a primeira que eu escrevo, então desculpa pela minha falta de experiência.
Boa Leitura

Capítulo um em que eu me apresento.

Meu nome é Wendy, e quando eu tinha 8 anos de idade eu descobri que eu sou psicocinética.

Foi no dia em que meus país me disseram que iam se divorciar, eu fiquei muito triste, e como a minha família me conhece, eles me deram biscoitos e um copo de leite para me animar.

Eu lembro de ter ficado sozinha na cozinha, comendo o meu biscoito, quando o copo de leite começou a flutuar diante dos meus olhos.

E em algum momento eu saquei que era eu quem estava fazendo aquilo. Eu nunca me senti tão feliz, eu me sentia a verdadeira Matilda, literalmente. Então o que eu fiz foi copiar uma das cenas do filme, em que a Matilda descobre seus poderes e começa a fazer tudo dançar, e voar ao seu redor.

Só que as coisas não saíram exatamente como no filme, eu não estava fazendo as coisas dançarem, para valar a verdade tudo que eu estava fazendo, era quebrando copos e pratos e derrubando coisas dos armários.

E diferente da menininha do filme, eu não estava sozinha em casa. Eu me lembro do meu pai chegando na cozinha e vendo tudo quebrado, eu nunca o tinha visto tão furioso.

Hoje eu não sei disser se ele me viu usando telecinésia, porque relevei praticamente tudo que aconteceu depois da maior bronca que eu já levei na minha vida.

Eu tentei falar pra ele que eu não tinha quebrado os pratos, mas – não sei porque – ele não acreditou.

Ele me mandou para o quarto, e pois disso eu lembro te ter ouvido uma gritaria vindo da cozinha, barulho de coisas sendo quebradas, e de ter ouvido meu pai gritando que nunca mais voltaria.

Ele devia estar falando sério, já que aquela foi a última vez em que o vi.

Com o tempo eu fiz crescendo e descobrindo mais sobre esse negócio de “levitação” e o que eu achei foi coisas do tipo: mutantes do X-men, Carrie a estranha, Jedi e o lado negro da força e mais umas paradas doidas.

Eu cheguei a conclusão que eu não deveria contar para ninguém sobre o meu poder, porque era isso que os filmes ensinavam “nunca confie em ninguém” e “nunca conte para ninguém, ou você vai ser pego por cientistas malucos e vai ser tratado como rato de laboratório” então eu fiquei na minha.

Mas é claro que eu ainda usava a telecinésia quando estava sozinha, quer disser, porque caralhos eu levantaria para buscar o controle, se eu posso faze-lo voar até mim?

E tirando isso, tudo que restou na minha vida foi uma serie de dias de bode total.

Eu acredito que para uma pessoa paranormal, eu até que sou bem normal.

Mais normal do que eu gostaria que fosse.

Notas finais
Se você chegou até aqui, muito obrigada.
Sinta-se a vontade para deixar um comentário, avaliando, criticando, ou qualquer coisa.
E se alguém tiver algum conselho, também seria ótimo.
Mas também quem não quiser comentar nada, por mim tudo bem. (eu tinha vontade de dizer isso, porque eu sou uma leitora fantasma).
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.