Draco se sentia tolhido. Haviam tirado sua varinha, suas roupas e todos os seus pertences pessoais. Se ele julgasse ter algum tipo de dignidade, teria sentido como se tivessem lhe arrancado isso também.

O medibruxo que o atendeu, explicou que ele não estava em condições de responder por todos os seus atos, de modo que aquelas eram medidas básicas necessárias para que ele não se ferisse e nem ferisse outras pessoas.

Como se não bastasse aquela estúpida roupa de hospital, toda vez que ele tinha um colapso nervoso, pessoas surgiam, o prendiam na maca e o sedavam com poções calmantes.

Notas finais
Palavra do dia: tolhido