Notas iniciais
Ola, vi os pedidos nos comentarios para continuar a Fic e peço desculpas por essas enormes demoras de postagens. Meus dias estão bem corridos e eu tava sem notbook. Mas já foi resolvido e cá estou eu, tentarei ficar postando mais. Uma noticia, provavelmente daqui pra mais tarde postarei um capítulo e Paixão sem Limites - Brittana, meio que tinha perdidos uns documentos e tive que refazer mais esta quase tudo pronto. Beijão garotas e espero que gostem.

Capítulo 45

— Então, você e o pedaço inútil de merda do meu irmão voltaram, ou o quê? — Stivie perguntou, em voz baixa.

Se ele não fosse tão grande, Stivie teria sido uma cópia carbono de seu irmão mais velho, mesmos olhos azuis e juba de cabelo loiro sujo. Mas enquanto Sam era alto e magro, Stivie surgiu com a mesma altura, mas com a cintura e músculos de um lutador de UFC. Tendo o conhecido desde que ele era um magrelo de 14 anos de idade, quando Sam ainda se erguia sobre ele, sua transformação foi alucinante. Lembrei-me dele como um garoto quieto e carrancudo, eclipsado por seu irmão mais velho. Ele tinha claramente acabado com aquela fase.

Olhei para trás de nós quando fomos pôr a mesa, aliviada que não havia mais ninguém por perto.

— Não.

Ele seguiu atrás de mim, colocando garfos em cima dos guardanapos que eu dobrava.

— Muito ruim para ele. — Meus olhos se arregalaram um pouco com isso, e quando eu olhei para ele, ele sorriu. — O quê? Qualquer um pode ver que você é muito boa para ele. Então, por que você está aqui?

— Hum, obrigada! É que os meus pais foram para Breckenridge.

Ele recuou, espantado.

— Porra, você está falando sério? E eu pensei que meus pais eram os maiores idiotas nesta cidade!

Eu não podia deixar de sorrir, embora eu reprimi tanto o quanto possível. Stivie sempre pareceu próximo ao incontrolável e emocional para o resto de sua lógica e racional família. Eu nunca tinha pensado o tão estranho que ele deve ter se sentido com eles, o filho do meio entre o impetuoso Sam e sua irmã mais nova, Stacey, que deu a impressão de que ela tivesse nascido uma contadora de 30 anos de idade.

— Linguagem, Stivie. — Sam disse, dobrando a esquina.

— Foda-se, Sam! — Stivie respondeu, sem perder uma batida.

Foi totalmente impossível conter minha reação. Meu queixo estava como pedra na tentativa, mas escapou um pequeno suspiro, que ganhei um grande, sorriso cheio de potência de Stivie. Ele piscou para mim antes de se dirigir apressadamente para a cozinha para ajudar sua mãe. Eu pisquei, imaginando que as pobres garotas na minha antiga escola secundária devem entrar em colapso contra os armários quando ele acaba de passar.

Sam estava carrancudo.

— O que aconteceu com “ele não é meu filho”? — Eu perguntei, colocando a última colher antes de me virar para ele. — É bom para repreendê-lo por falar porra, mas você lava suas mãos em ajudá-lo chutar um suposto problema com drogas? — Eu definitivamente estava pedindo por isso. Discutir com Sam era insuperável.

Ele inclinou a cabeça.

— Bom ponto.

Eu pisquei de novo, pensando que os meninos Evans estavam indo me chocar até a morte na hora que eu sair da cidade.

Dwight e Mary Evans foram tão alheios como Sam tinha prometido. Eles não pareceram detectar o ar tenso entre seu filho e eu as quatro horas que passei com eles, ou a ausência de nossas habituais demonstrações públicas de afeto. Ele não colocou um braço nas costas da minha cadeira durante a refeição, e embora tenha empurrado a minha cadeira quando me sentei, como ele tinha sido criado para fazer, ele não beijou meu rosto ou pegou minha mão. Quando Stacey com seus acentuados 13 anos de idade estreitou os olhos em nós, eu fingi não perceber seu escrutínio. Stivie, claro, riu e flertou comigo escandalosamente, tentando me fazer rir e irritar seu irmão. Ele foi bem sucedido em ambos os casos, enquanto seus pais não discerniram nada.

Não nos tocamos, exceto pela pressão de sua perna contra a minha, Sam e eu sentamos lado a lado para ver um jogo de futebol na tela plana de alta definição na parede, que deixou Stivie tão furioso que ele levantou-se e amaldiçoou a tela algumas vezes, que sua família inteira, todos os quatro, com calma repreenderam-no. Na segunda vez, ele saiu da sala e se foi por vários minutos. Do jeito que ele flexionou sua mão quando ele voltou, eu tive a sensação de que ele foi para o seu quarto bater em alguma coisa.

Assim quando Sam entrou no estacionamento da minha casa para me deixar, eu pulei para fora do carro, agradecendo-lhe por me convidar e deixando claro que eu ia para dentro sozinha. Ele sorriu com força.

— Deveríamos sair sábado. Eu vou te ligar. — Felizmente, ele não fez nenhum movimento para sair do carro.

Como se ele não tivesse sugerido nada, agradeci-lhe novamente e disse adeus. Uma vez dentro, eu o observei de uma janela com cortinas. Ele olhando pensativamente para a porta da frente fechada por um minuto antes de arrancar o telefone e ligar para alguém quando ele se afastou dirigindo.

Continua...

Notas finais
Stivie muito melhor que o idiota do Sam. É isso, o capítulo não é lá um super, mais saber que o Sam ficou irritado alegra vocês? Beijão e até o proximo!