Picks - Brittana
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Capítulo 18
Quando Rachel e eu entramos na fila do Starbucks, eu não vi Santana.
— Traidora. — Ela esticou o pescoço, certificando-se de que ela não era uma das pessoas por trás do balcão. — Ela estava aqui na segunda feira, certo?
Eu dei de ombros.
— Sim, mas o seu horário de trabalho é provavelmente imprevisível.
Ela me deu uma cotovelada de leve.
— Não Muito. É ela lá, certo?
Ela veia através de uma porta na parte de trás com um saco do tamanho industrial de café. Minha reação física a ela foi enervante. Era como se todo o meu interior tivesse se apertado ao vê-la, e quando se soltou tudo se reiniciou de uma só vez, meu ritmo cardíaco acelerou, os pulmões bombeando de ar, ondas celebrais funcionado com fúria.
— Oh B, ela tem tatoo também! — Rachel murmurou apreciativa. — Justo quando eu pensei que ela não poderia ficar mais gostosa...
Meus olhos caíram para seus antebraços flexionados, quando ela cortou o saco, abrindo-o. Desenhos tatuados envolviam seus pulsos, símbolos contíguos e escritos correndo acima de ambos os braços e desaparecendo nas mangas da camisa cinza de malha, que foram empurrados acima dos cotovelos. Eu nunca tinha visto ela sem as mangas puxadas até os pulsos. Mesmo na noite de sábado, as pernas estavam a mostra, mas ela tinha usado mangas compridas.
Eu nunca me atrai por caras com tatuagens e agora estou por uma menina. A noção de agulhas injetando tinta sobre a pele e a confiança de fazer impressões permanentes de palavras e símbolos era estranha pra mim. Agora eu me perguntava por quão longe as tatuagens se espalhavam, apenas as mangas em seus braços? Seus ombros? Suas costas?
Rachel Puxou meu braço quando a fila avançou.
— Você está estragando nosso ato fabricado cuidadosamente indiferente, a propósito. Não que eu possa culpá-la. — Ela suspirou. — Talvez devêssemos fugir agora, antes que ela...
Eu olhei para ela quando ela ficou em silêncio, e vi um sorriso diabólico em seu rosto quando ela se virou pra mim.
— Continue olhando pra mim. — Ela disse, rindo como se estivéssemos tendo uma conversa divertida. — Ela está encarando você. E eu quero dizer ENCARANDO! Essa menina está despindo você com os olhos. Você pode sentir isso? — Sua expressão era triunfante.
Eu poderia sentir o seu olhar? — Agora eu posso, obrigada! —pensei. Meu rosto se aqueceu.
— Oh, meu Deus, você está corando! — Ela sussurrou. Seus olhos castanhos arregalados.
— Nem vem! — Meus dentes estavam cerrados, a voz firme. — Pare de me dizer ela, ela...
— Está despindo você com os olhos? — Ela riu de novo, e eu nunca quis tanto chutá-la. — Ok, ok, mas B, não se preocupe. Você Conseguiu. Não sei o que você fez para ela, mas ela está ponta para sentar e implorar. Confie em mim. — Ela Olhou em sua direção. — Ok, ela está começando um novo lote de café agora. Você pode encara-la agora.
Nós chegamos mais perto, haviam apenas duas pessoas na nossa frente. Eu assisti Santana substituir o filtro, medir o café e definir os controles. O avental verde estava amarrado a esmo nas costas, mais de um nó do que um laço. As faixas levaram meus olhos para seus quadris em seu desgastado jeans.
Ela virou-se, então, os olhos na segunda registradora enquanto ela apertava botões e a trazia a vida. Eu me perguntei se ela planejava me ignorar como eu tinha feito durante a aula. Isso me serviria bem, jogar este jogo. Assim que o cara na minha frente começou seu drink detalhado para a garota na primeira registradora, o olhar de Santana virou-se para encontrar o meu.
— Próximo? — O cinza aço da camisa dela realçava o negro dos seus olhos, aquela imensa escuridão me causava um milhão de emoções. — Brittany. — Ela me cumprimentou com um sorriso, e eu me preocupei que ela pudesse ler a minha mente, e os planos tortuosos, que Rachel tinha implantado nela. — Americano hoje, ou algo mais?
Ela se lembrou da minha bebida de uma semana atrás.
Eu concordei, e ela deu um meio sorriso para espanto, registrando o pedido e escrevendo no copo. Em vez de passa-lo para um colega de trabalho, ela mesma fez a bebida.
Ela acrescentou uma capa protetora, uma tampa e entregou-me o copo. Eu não podia ler o seu traço de um sorriso.
— Tenha um Bom Dia. — Olhando por cima do meu ombro, ele disse. — Próximo?
Encontrei Rachel no balcão elevado, confusa e de mal humor.
— Ela fez a bebida pra você? — Ela pegou sua bebida e me seguiu até o balcão de temperos.
— Sim. — Tirei a tampa e adicionei açúcar e leite, enquanto ela balançava a canela por cima do café com leite. — Mas ela entregou como se fosse qualquer outro cliente e pegou o pedido do próximo cara. — Nós a assistíamos interagir com os clientes. Ela não olhou nenhuma vez em minha direção.
— Eu poderia jurar que ela estava tão afim de você que ela não podia ver direito. — Ela meditou quando saímos, virando a esquina para se juntar à massa de pessoas que fluíam através do centro estudantil.
— Ei baby! — A voz de Quinn tirou ambas de nossos pensamentos, ela apanhou Rachel para fora do fluxo de pessoas e eu segui, rindo de seu grito alegre até que percebi o cara de pé ao lado dela.
Meu rosto ficou quente, sangue pulsando em meus ouvidos. Enquanto nossas amigas se beijaram e começaram a falar sobre a hora que cada uma sairia do trabalho hoje à noite, Finn olhou pra mim, sua boca se erguendo em um dos lados. Minha respiração ficou ofegante e eu lutei para manter o pânico crescente e a náusea sobe controle.
Eu queria virar e correr, mais estava imobilizada.
Ele não podia me tocar aqui. Ele não podia me machucar aqui.
— Hey, Britty! — Seu olhar penetrante vagou sobre mim e minha pele se arrepiou. — Parece linda, como sempre. — Suas palavras jorraram flerte, mas tudo que eu sentia era a ameaça por baixo delas, intencional ou não.
As contusões estavam desbotadas, em seu rosto, mas não tinham desaparecido completamente. Uma linha amarela circulava seu olho esquerdo, e outra roçava ao longo do lado direito de seu nariz como uma mancha pálida. Santana tinha lhe feito aquilo, e só nós três sabíamos. Eu olhei para trás muda, agarrando o café em minha mão.
Eu uma vez pensei que esse rapaz era bonito e charmoso, o verniz todo americano que ele usava me enganando completamente como ele enganava todo mundo. Eu levantei meu queixo ignorando minha reação física a ele, e o medo me causava isso.
— É Brittany!
Ele levantou uma sobrancelha, confuso.
— Hein?
Rachel agarrou meu cotovelo.
— Vamos, gostosona. Você não tem história da arte em cinco minutos?
Eu tropecei um pouco quando virei e a segui, e ele deu uma risada suave e ridícula quando passei por ele.
— Vejo você por ai, Brittany. — Ele me provocou.
Meu nome em sua boca enviou um tremor por mim, e eu segui atrás de Rachel no mar de estudantes. Logo que eu pude me mover, quis escapar dele rápido o suficiente.
CONTINUA...
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