Notas iniciais
Eai... Demorei uns três dias, mas ja to de volta e no maximo é isso. 3 DIAS Espero que gostem.

Capítulo 49

...Ele era o Sr. Schuester.

— Marie? — Ele disse, e nenhuma de nós se moveu ou respondeu. — Brittany? — Acrescentou ele, confuso. De uma só vez, ele pareceu registrar que horas eram, e o fato de que nós duas tínhamos saído do apartamento de sua inquilina. Não poderia haver a desculpa da tutoria, visto que não era apropriado nos encontrarmos no apartamento para a tutoria, não importa a hora do dia. Ninguém falou por um longo momento, e depois os ombros do Sr. Schuester cederam. Ele suspirou antes de alfinetar Santana com uma expressão resoluta. — Eu preciso que você me encontre na cozinha quando você voltar. Não mais do que 30 minutos, por favor.

As mãos de Santana estavam apertadas em torno do capacete. Ela deu um aceno firme ao Sr. Schuesrer antes de colocá-lo. Quando ela se virou para certificar de que eu tinha amarrado o meu corretamente, nossos olhos se encontraram uma vez, mas ela não falou nada e eu também não. Durante o passeio de dez minutos de volta, nenhuma explicação aconteceu. Sem palavras mágicas, nenhuma isenção para suas mentiras. Eu não conseguia pensar em nada para dizer ou fazer além de esperar que ela me dissesse o porquê.

Nós chegamos e eu desci de trás dela, removendo atrapalhadamente o capacete e o laço do cabelo com os dedos enluvados. Ainda montada na moto, ela tirou o capacete também, e os colocou longe como se ela não tivesse planos de colocar o seu de volta. Quando eu a enfrentei, ela estava olhando para as mãos, apertado no guidão largo.7

— Você já sabia, não é? — Sua voz era baixa, mas eu não poderia dizer seu estado de espírito.

— Sim.

Ela olhou para mim, franzindo a testa e buscando meus olhos.

— Por que você não disse nada?

— Por que você não disse? — Eu devolvi. Eu não queria responder perguntas. Eu queria que minhas perguntas fossem respondidas, e eu estava irritada porque ela ia me fazer perguntá-las. — Então, o seu nome é Marie? Mas Sebastian chama você de Santana. E aquela garota, as outras pessoas te chamam de Santana. Então qual é?

Seu olhar voltou-se para suas mãos por um momento, e minha raiva se expandiu como um balão inflável sob minhas costelas. Ela parecia estar decidindo o que me dizer e o que me esconder. A Harley roncou baixinho, pronta para decolar com um foguete para longe em um segundo.

— Os dois. Marie é meu primeiro nome, Santana o do meio. Eu uso Santana... agora. Mas Will, Sr. Schuester, me conhece há muito tempo. Ele ainda me chama de Marie. — Seus olhos se balançaram até os meus. — Você sabe, eu acho, como é difícil conseguir que algumas pessoas parem de lhe chamar do que elas sempre chamaram.

Muito lógico. Tudo isso. Exceto a parte em que ela fingiu ser duas garotas diferentes comigo.

— Você poderia ter me dito. Você não fez. Você mentiu para mim!

Ela desligou a moto e passou a perna por cima dela, ficando de frente para mim e segurando meus ombros.

— Eu nunca menti para você. Você fez suposições, baseadas no que Wi..., o Sr. Schuester me chamou. Procure em nossos e-mails. Eu nunca chamei a mim mesma de Marie.

Eu soltei meus ombros de suas mãos.

— Mas as iniciais nos e-mails, você me deixou chamá-la de Marie.

Suas mãos caíram, mas ela olhou para mim, me impedindo de me mover.

— Você está certa, isso foi culpa minha. E eu sinto muito! Eu queria você, e isso não poderia acontecer como Marie. Qualquer coisa entre nós é contra as regras, e eu as quebrei.

Eu engoli em seco, combatendo a sensação de sufocamento. Eu ouvi o que ela não tinha dito, ainda. Ela estava me dizendo que tinha acabado, simples assim. A terrível realidade de abandono que Sam tinha começado semanas atrás voltou correndo como se uma represa houvesse rompido, e sem aviso prévio eu estava me afogando nela. Meus pais tinham me abandonado, Sam tinha me abandonado, meus amigos, com exceção de Rachel e Sugar, tinham me abandonado. E agora Santana, e Marie.

Duas relações diferentes, as quais tinham se tornado significativas.

— Então, está tudo acabado!

Ela me encarou, e eu não poderia ter sentido mais se seus dedos percorressem meu rosto.

— Sua nota pode estar em jogo de outra forma. Eu assumo a responsabilidade por isso, esta noite, quando eu voltar, o Sr. Schuester não vai responsabilizá-la.

— Então, está tudo acabado! — Repeti.

— Sim! — Ela disse.

Virei-me e entrei no prédio, e não ouvi o motor da Harley ganhando vida até que meu pé estava no começo da escada.

Continua...

Notas finais
Santana? Brittany? Triste estam Até aos proximos capítulos! BEIJÃO