Phone Me Yesterday
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Notas iniciais
Hey, então sei que demorei e tal, mas no capitulo anterior que eu posto rápido para caralho mal tive comentários.
Cara, eu fiz esse capitulo correndo, pois tipo, é aniversario do Gnomo Lindo, vulgo Johnny, ou pelo menos era quando eu comecei a escrever o capitulo, mas como já são uma da manhã não é mais...
A intenção era tr postado no aniversario do Gnomo (ontem, mas não deu pois não ficou pronto a tempo), mesmo que o capitulo não tenha muito a participação dele.
Nesse capitulo vocês vão saber mais sobre a vida da Vick e espero que não tennha ficado tão confuso e que vocês gostem.
O que está entre aspas são as lembranças da Vick.
Não esqueçam os comentários porque eles são muito importantes para eu postar mas rápido, e me mostram que vocês querem logo uma continuação da fic.
Levem em consideração que é uma da manha e amanha eu tenho aula e perdoem os erros de português!
Cara, eu fiz esse capitulo correndo, pois tipo, é aniversario do Gnomo Lindo, vulgo Johnny, ou pelo menos era quando eu comecei a escrever o capitulo, mas como já são uma da manhã não é mais...
A intenção era tr postado no aniversario do Gnomo (ontem, mas não deu pois não ficou pronto a tempo), mesmo que o capitulo não tenha muito a participação dele.
Nesse capitulo vocês vão saber mais sobre a vida da Vick e espero que não tennha ficado tão confuso e que vocês gostem.
O que está entre aspas são as lembranças da Vick.
Não esqueçam os comentários porque eles são muito importantes para eu postar mas rápido, e me mostram que vocês querem logo uma continuação da fic.
Levem em consideração que é uma da manha e amanha eu tenho aula e perdoem os erros de português!
Essas memórias me acertaram como um soco, e agora eu nem conseguia respirar. Era muito estranho para mim lembrar do meu passado. "Já era noite, e eu não conseguia dormir de tanta ansiedade. Faltavam horas. Eu poderia vê-lo. Abraça-lo. Sentir seu cheiro. Eu realmente sentia muita falta disso. Encarava a neve pela janela do meu quarto, era um lugar calmo, e com poucas casas, já estava tarde, e todos os vizinho já deviam estar dormindo, pois a rua estava bastante escura. O telefone tocou, achei muito estranho ninguém nos ligava, muito menos a essa hora da noite. Morávamos apenas eu e mamãe, e por achar que ela já dormia me levantei. Estava enganada, ela estava acordada, e atendeu o telefone, observei-a do segundo andar, sua expressão era de alguém cansada, mas não triste, pois assim como eu ela ficava muito feliz quando ele vinha. Ela se calou e sua expressão se tornou muito triste, ficou em silencio durante um tempo, apenas negando com a cabeça, ao ver isso desci, e pude ver que lagrimas escorriam em seu rosto, "Não pode ser" ela murmurou e foi tudo que ela disse." Eu não conseguia respirar, só chorava e soluçava muito. Me olhei pelo vidro do box, meus olhos azuis estavam inchados e muito vermelhos, e meus lábios assim como minha pele estavam em um leve tom de roxo. "Não chorei, mamãe estava errada, o moço do telefone havia se enganado, me mantenho sem expressão nenhuma enquanto mamãe me abraçava. Já era madrugada. Mamãe fez chocolate quente, e enquanto eu bebia ela afagava meus cabelos. Dormi. Na manhã seguinte acordei, tomei meu banho, e pus meu vestido favorito, junto de meu velho par de all star. Desci as escadas, e talvez ele estivesse lá tomando uma xícara de café, enquanto conversava amigavelmente com mamãe, e ela estaria contando o que aconteceu noite passada, ele riria, e diria o quanto ela é bobinha. Ao descer as escadas me deparei com a casa vazia, resolvi sentar e espera-lo, enquanto assistia um programa qualquer na televisão. Mamãe acordou e comemos. Sei que ela não dormiu quase nada, dava para percebe em em seus olhos inchados de quem passou a noite chorando, ele não iria gostar nada de vê-lá assim quando chegasse. Esperei o dia todo. Ele não apareceu. Achei que talvez ele tivesse tido algum problema no trabalho, talvez viesse amanhã. No dia seguinte também não apareceu. Eu e mamãe não comemoramos o ano novo. Ela ainda muito triste pelo moço do telefone e eu triste pois ele não tinha vindo, não havia trazido meus presentes, não o havia visto um ano inteiro. A partir daquele dia entendi que não o veria mais. O moço no telefone estava certo. Ele agora estava bem longe. Estava no céu." Ainda pequena sofri um terrível acidente, de onde minha maior cicatriz, era uma enorme lacuna em branco da minha vida, só não havia esquecido quem eu era e de minha mãe. E o resto eram apenas borrões que eu não tenho certeza de que um dia foram reais. Sai do box ainda meu cambaleante sem ar, pus um roupão. Sentei-me na cama e fiquei pensando em tudo que consegui lembrar. Seriam reais essas lembranças? E se fossem, quem eu tanto esperava? E por que minha mãe nunca havia comentado disso comigo? Me vesti e ainda não recuperada, desci até a sala, onde Jimmy e Brian conversavam, acho que escutei-os falar meu nome. Assim que me viram calaram-se, tenho quase certeza de que eu era o assunto. — Do que as meninas estavam falando?! — perguntei e eles fingiram que só notaram minha presença agora. — Nada de mais... coisas da banda- disse Syn, pausando o video-game que jogavam, guitar hero. — Quer jogar com a gente? — disse Jimmy que tocava a bateria. — Sei lá, não sou muito boa, e Porra vocês fazem isso profissionalmente! Não enjoa?! — disse e Jimmy me entregou uma guitarra do jogo. — Não, afinal a gente toca porque a gente gosta! Jogamos muito e eu sempre ficava em terceiro lugar. Em uma altura do jogo na qual eu estava cansada de perder, convenci os de que seria mais legal, se ele tocassem outro instrumento que não fosse o que eles tocam na banda. Continuei sem ser primeiro lugar, porém fui para segundo, ainda sem conseguir derrotar Brian. Os outros caras chegaram, e tomaram meu lugar no video-game, me mandando para cozinha para preparar lanches.
Me peguei pensando nas lembranças de hoje mais cedo, aquilo me parecia tão real, mas tão inacreditável. Com muita raiva da minha mãe ter me escondido isso, misturada com minha falta de atenção, acabei queimando de leve a mão. — Mas cuidado, Vick! — disse Johnny me despertando de meus pensamentos. Abriu a geladeira e pegou uma bolsa de gelo, pondo em minha queimadura. — Não foi nada, eu só estava um pouco distraída. — eu disse. — Mas é melhor por gelo para não ficar feio! — disse com um sorriso lindo brincando em seus lábios. — Obrigada, Gnomo! — agradeci. — Olha quem tá me chamando se Gnomo?! Se toca Vick temos a mesma altura! Mas de qualquer jeito de nada! Tentei pegar uma bandeja que tinha os sanduíches que eu havia feito, e senti a queimadura arder. — Deixa que eu levo isso! — ele se ofereceu. Eu assenti, e ele levou a bandeja e aqueles gordos comeram em um piscar de olhos, enquanto eu os encarava sem apetite. — Você bem que poderia ter posto carne nisso! — Syn disse de boca cheia. — Na verdade minha intenção era ter comido alguns desses! — disse frustrada. — Ah, foi mal! — Syn disse encarando a bandeja já vazia. — O.k., estava sem apetite mesmo! Fiquei encarando-os jogar e na tentativa frustada de não pensar nas lembranças que tive hoje. — Vick, tá tudo bem? Você está meio pálida...- disse Johnny que no momento esperava sua vez de jogar. — Está sim, só estava pensando em certas coisas do passado. O dia seguiu assim, algumas horas eu até jogava com eles mais na maioria só assistia. Johnny parecia saber que minha mente estava a muitos quilômetros dali, e todo tempo me perguntava se eu estava bem, e eu sempre respondia que sim. A noite quando todos já haviam ido embora, fiquei sozinha na cozinha com Jimmy. — Vick, o que houve? Você ficou o dia todo muito aérea. — ele disse. — Estou bem Jimmy, são só lembranças do passado. — respondi não muito animada. — Descobriu como veio parar em HB? — Não, na verdade essas lembranças são de algo maior, é sobre minha vida, meu passado, algo que nunca entendi. — respondi deixando-o confuso. — Como assim Vick?! — Aos meus quinze anos, eu sofri um terrível acidente, e esqueci de tudo, toda a minha vida, foi como se eu tivesse recomeçado do zero, a única coisa que eu tinha certeza era de quem eu era e da minha mãe. — Hm, mas e seu pai? Você não lembrava dele? — Nunca tive um, não que eu minha mãe tenha me dito. E foi só dizer aquilo que as imagens voltaram a minha cabeça, senti minhas pernas bambearam e minha visão ficar turva, me despedi de Jimmy e fui apressadamente para meu quarto. Voltei a pensar sobre o que havia me lembrado, e me peguei a imaginar quem era o cara que eu tanto esperava, e acabei esquecendo de Andy, dando um bolo nele, mas isso era caso a resolver amanhã, também conhecido como, vinte e sete de dezembro ou meu aniversario ou ainda o meu ultimo dia para mudar tudo.
Notas finais
Espero que a formatação tenha ficado direitinho, e que vocês tenham entendido a história da Vick.
Deixem comentários, e sugestões de como vices querem que a fic acabe, pois ela já esta no final :/
Em breve estarei de volta!
Beijinhos!
Deixem comentários, e sugestões de como vices querem que a fic acabe, pois ela já esta no final :/
Em breve estarei de volta!
Beijinhos!
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