Com meu café, perambulei pela vizinhança me sentindo poderosa e leve como uma chispa. Era como se eu pudesse tentar todas as coisas que eu quisesse. E podia, de certa forma.

Claro, a vida não era um mar de rosas, os problemas ainda existiam e também as cicatrizes resultantes deles. Mas levar a vida com essa paz no espírito fazia tudo parecer mais fácil. A distância fazia tudo parecer menor, e os medos que me controlavam não estavam mais presentes.

Era hora de descobrir quem eu era, experimentar os limites. Não olhar para atrás, andar para frente.

Senão agora, quando?