Nossos caminhos se partiram, mas senti que um bílis de esperança havia sido injetado nela, pelo menos um pouquinho.

Eu caminhei até um parque ali perto, onde sentei no banco, vendo as crianças brincando no escorrega. Suas faces coradas e os sorrisos inocentes eram algo que todo adulto invejava, eu inclusa.

Nessa época, inverdades sobre mim e sobre o mundo ainda não tinham sido gravadas a ferro na minha mente e a esperança nem era um sentimento, já que eu estava ocupada vivendo o presente ao invés de expectar o futuro.

Acho que deveria ser nosso objetivo ser assim novamente.