Pesadelos
1 Capítulo 1
Alex — "Eram duas da manhã quando o escritor sentado em sua cama começa a ouvir batidas na porta do seu quarto..."
—Toc toc.
Alex — Mãe?
—Alex deixa o seu notebook de lado e se levanta da cama. Após isso ele calça os chinelos e caminha até a porta do seu quarto, ao abrir a porta ele não encontra nada além da escuridão da sala.
Alex — Mãe?
—Alex olha por toda a sala mas não encontra a sua mãe ou alguém que pudesse ter batido em sua porta. Ele então abre a porta do quarto dos seus pais que ficava ao lado da sua.
Alex — Mãe, a senhora bateu na minha porta?
—Ninguém responde.
Alex — Ela tá dormindo, talvez eu esteja escutando coisas pela falta de sono.
—Diz Alex enquanto fecha a porta do quarto dos seus pais.
Alex — Então é isso, vamos voltar a escrever.
—Alex volta a sua atenção para a porta do seu quarto, e enquanto entra no seu quarto Alex escuta passos na cozinha. Do quarto ele fica observando em silêncio por alguns segundos a escuridão da cozinha, mas nada acontece.
Alex — Tem alguém aí?, Pai?
—Alex da o primeiro passo em direção a cozinha, porém ao fazer isso ele escuta sons de passos mais pesados como se alguém estivesse deixando a cozinha e indo até ele. Assustado ele entra em seu quarto e fecha a porta, lentamente se afastando enquanto a encara. Ao esbarrar em sua cama ele se senta. Alguns minutos depois ainda olhando fixamente para a porta do seu quarto o seu telefone toca, o assustando.
Alex — Caralho.
—Alex se levanta e pega o telefone que estava em cima da mesa do seu notebook. Alex atende a chamada após perceber que era o seu melhor amigo.
Alex — Caralho cara, por que você tá me ligando a essa hora?
Miguel — Foi mal aí, mas eu não tô conseguindo dor...
—A chamada fica muda.
Alex — Miguel?
—Repentinas batidas na porta do quarto de Alex o assusta, o que o faz derrubar o celular.
Alex — Caralho. Mãe?
—A maçaneta da porta começa a se mover para baixo, e a porta se abre rapidamente, dando visão para a escuridão da sala. Alex nervoso se aproxima da porta para tentar fecha-la, mas rapidamente ele consegue ver uma silhueta escura na entrada da cozinha o observando, no mesmo momento as luzes se apagam. O telefone começa a tocar. Ele acorda ofegante.
Alex — Que merda foi essa?
—Alex senta-se em sua cama e olha a hora em seu celular.
Alex — Duas da manhã?
—Alex ouvi batidas na porta...
Alex — Mãe?
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