Pertenço a ti

11 Capítulo 11 — Orgulho


Notas iniciais
Vou tentar postar um capítulo por dia para conquistar os leitores novamente. Espero muito que gostem e comentem! ♥

Bésame

A destiempo, sin piedad y en silencio

Bésame

Frena el tiempo, haz crecer lo q siento

Camila — Bésame

— O que você fez? — Perguntou um Damon após entrar na sala de Isobel. — O que você fez, mãe?! — Perguntou novamente na ofensiva.

Isobel suspirou e levantou seu olhar dos papéis para Damon;

— Não fiz nada, ela quem fez. Veio toda arrumada pro trabalho, sendo que eu disse à ela que a aparência dela é minha. Agora saia da minha sala.

— As modelos são de carne e osso, mãe. Gostaria de ser tratada igual fantoche?

Isobel não respondeu nada, e deixou um Damon sair bufando de sua sala.

***

Damon entrou em sua sala; que era dividida com Klaus. Sentou na cadeira e massageou as pálpebras.

— O que foi? — Perguntou Klaus.

— Minha mãe maltratando Elena, — ele desabafou. — Não aguento vê-la chorar, cara.

Klaus sorriu, e Damon não disse mais nada. Foi quando o telefone tocou e Klaus atendeu.

— Alô? — Após ele escutar a voz do outro lado da linha; fechou a afeição. — Damon? El-..

Damon foi tentar pegar o telefone; emburrado — e Klaus impediu.

— É a Rose, cara. De Paris.

O moreno bufou.

— Fala que tô em outra galáxia! — Tudo o que ele menos queria, ela Rose perto dele. Odiava-a pelo que fez com ele.

***

Elena abriu a porta de casa e a esbarrou. Começou a dessarrumar seu cabelo enquanto chorava, tacou a bolsa no sofá e despejou-se nele; chorava por ter sido tão humilhada. Ela estava decidida a não voltar naquele lugar. Foi até o banheiro e tomou uma ducha demorada, vestiu uma roupa casual e pegou o jornal de cima da mesinha de centro e sentou-se na mesa da sala de estar.

Começou a procurar alguns empregos quando alguém tocou a campainha.
Levantou-se da cadeira e abriu a porta. Lá estava Damon com a afeição triste. Imediatamente Elena começou a chorar após lembrar do ocorrido de mais cedo.

O moreno entrou na casa e a aconchegou em seus braços.

— Lamento por ela ter te tratado daquele jeito... Odeio te ver assim.

***

Saiu do táxi e pegou sua mala, respirou fundo. Adorava o fato de voltar naquela cidade, de ficar mais perto de Damon; apesar de ter errado com ele, o desejava, desejava seu poder, seu dinheiro. Era isso que importava a ela e ao seu amante. Dinheiro e poder. E eles fariam de tudo para destruir aquela família para conseguir o que querem.

Ela estava sorrindo quando John abriu a porta para ela.

— Olá, meu amor. Eu voltei. — Ela disse.

Os dois sempre tiveram relações amorosas desde quando ela namorava Damon, sempre foram amantes. John, é o empresário de Giuseppe.

— Oi, Rose. Voltou pra ficar?

— Pra ficar com Damon, John.

Ambos sorriram e se beijaram.

***

Damon a apertou contra seus braços e beijou o topo de sua cabeça; adorava fazer aquilo, deixá-la confortada e acalmá-la.

— Vamos.

— Pra onde? — Perguntou Elena, levantando-se do sofá com Damon segurando sua mão.

— Sair. Vamos nos divertir, vem.

Ela franziu o cenho, mas foi com ele.

***

Bernarda entrou no prédio e sentiu-se meio perdido pelo lugar ser enorme. Foi se guiando pelas placas quando chegou em frente a sala de Isobel. Respirou fundo e adentrou a sala.

— Isobel. — Chamou ela.

Ela reconhecia aquela voz.

— O que você quer? — Perguntou Isobel na ofensiva. — Tem coragem de vir aqui depois de tudo? Não tem medo da justiça ''divina''?

— Eu fiz o que tinha que fazer! Já você, perdeu sua filha. Não é? — Isobel teve vontade de dar um tapa no rosto da senhora, mas não o fez.

— Pode ter certeza que você vai se queimar nas chamas do inferno por não ter contado nada ao Grayson!

Bernarda respirou fundo.

— Dá pra você sair?

— Por que? Tem medo da sua família e empregados descobrirem quem você realmente é?

Apenas Jenna sabia da filha desaparecida de Isobel; não tivera coragem de contar para família, era muita vergonha.

— E você não tem medo que todo mundo descubra que seu filho sacerdote não é tão santo quanto ele aparenta ser?

— Escute bem, Isobel. Não vou deixar você se meter na vida dele novamente, foi você quem perdeu a sua filha, não ele!

— Saia daqui, agora! — Ela gritou nervosa. — Saia daqui sua megera!

E Bernarda estava saindo;

— Você foi avisada.

***

Isobel saiu da sala e foi até o seu carro, indo em direção a igreja onde Grayson sempre fica.

— O que pretende mandando sua mãe me ameaçar?

— Que? Eu não tenho nada a ver com isso. — Defendeu-se Grayson. — O que você quer que eu diga? Que eu me sinto culpado por tudo? Eu sinto.

— Eu quero encontrar a minha filha. — Isobel disse.

— E nós vamos.

***

Damon e Elena estavam no parque, ambos riam e realmente estavam se divertindo. Quando estavam juntos, nada mais importava. Não importava ter sido demitida. Não importava se não contara tudo a Elena. Queriam aproveitar cada momento.

Elena estava segurando um algodão doce e Damon a olhava comer e sorrir. Ela é linda, pensou ele.

— Por que está me olhando tanto? — Ela perguntou com um sorriso no rosto enquanto comia.

— Você é linda.

Ela corou imediatamente; ingênua, pensou. Elena baixou o olhar e ele aproximou seu rosto do dela, a beijou. Era diferente do primeiro beijo que tiveram.

— Quero sorvete. — Ela disse, tentando se esquivar de outros beijos dele, estava envergonhada.

— Não, não, não. — Damon a puxou pela cintura quando ela levantou do banco do parque.

Ela sorriu, e eles se beijaram novamente, com mais intensidade e aproximidade de corpo. Terminaram o beijo ofegante, ele beijou a sua testa.

— Eu gosto de você, Elena.

— E eu gosto de sorvete.

Eles riram, e em seguida Damon comprou o sorvete à ela. Logo após, eles tiraram fotos, caminharam pela cidade.

***

Grayson adentrou na casa da mãe furioso. Não acreditava que ela poderia ter ido na empresa de Isobel falar tanta asneira. Caminhou-se até o santuário, onde encontrou Bernarda sentada rezando.

— Como você teve coragem de ir atrás de Isobel?!

Bernarda respirou fundo. Levantou-se e encarou o filho.

— Só fui avisa-la para te deixar em paz, apenas isso. — Disse ela na maior calma.

— Eu vou encontrar essa filha, caso você queira ou não.

E então ele saiu, deixou uma Bernarda nervosa pra trás.

— Não, você não vai. Nem que eu tenho que matá-la.

Disse ela para si mesma, então, ela virou-se para a imagem de seu Deus.

— Desculpe, mas será necessário fazer isso. — Ela fez o sinal da cruz.

Notas finais
Comentem! plsss. Falem se estão gostando, etc.