Notas iniciais
Olá, amadinhos, tudo bem com vocês? Não postei ontem porque não atingiu os cinco comentários até a hora em que estava no computador. Mas aqui está. Mudei o nome e a capa da fanfic porque eu gosto desse nome e tem mais haver com o enredo que estou envolvendo. POR FAVOR, LEIAM AS NOTAS FINAIS. Boa leitura...

Capítulo 5

A vida tem sempre de surpresas. Então... prepare-se

— Como assim? Você não conseguiu nada? — nervosa e extremamente preocupada, Violetta perguntava a Pablo.

— Não, querida. Sinto muito! — tocou-lhe nos ombros, pronunciando-se em um tom de pesar. — Você sabia que o seu pai forjou três contratos? Pelo menos foram os que descobriram até agora.

— Mas é claro que eu não sabia — levantou-se, passando as mãos por suas madeixas, frustrada.

De repente, aquele quarto de hotel parecia ser pequeno de mais para toda sua raiva e tristeza. Pablo também levantou-se da cadeira em que estava sentado e tentou a acalmar, mas a mesma não o ouvia.

— Eu terei que pagar por um erro que o meu pai cometeu? — elevou a voz, estressada. — Qual é, Plablo, ele está morto!

— Eu sei, Violetta; mas infelizmente não há nada que eu possa fazer agora. Como eu disse, o Gérman se meteu em muitas encrencas que estão vindo a tona somente agora. — tentou esclarecer, com o tom firme porém paciente. — Você iria herdar uma enorme fortuna, mas...

O interrompeu.

— Iria? — parou de andar de um lado para o outro e indagou seriamente, estreitando os olhos. A figura feminina mais velha balançou a cabeça, abaixando-a em seguida. — Eu estou em um hotel com o pouco de grana que me resta. Todos os meus cartões foram bloqueados e minha conta bancaria também... eu estou completamente falida.

— Eu sei disso, e estou tentando ajuda-la — afirmou com convicção. — Daqui a três horas eu irei para a Espanha. Os negócios do seu pai estão mais por lá; e talvez eu ache em uma das empresas que ele se afiliou alguma evidencia limpa para liberar, pelo menos, um pouco dos seus bens — anunciou.

— Acha que isso pode demorar? — mais calma, perguntou.

— Alguns meses, sim.

Violetta sentou-se na cama novamente, enquanto colocava as mãos em seu rosto e choramingava consigo mesmo. Pensava que as coisas não poderiam piorar, mas estavam. Já não bastava perder os pais e estar sozinha no mundo?

— Eu estou fazendo o possível para ajuda-la, Violetta, porque tenho certeza que onde é que o seu pai estiver agora, ele está agoniado em vê-la nessa situação — disse calmamente enquanto acariciava as costas da garota.

— Eu sei que está — sussurrou com um sorriso branco nos lábios. — Agradeço imensamente pela ajuda, Pablo — ele sorriu. — Mas agora eu tenho que arrumar um lugar para que eu possa ficar durante esses meses — levantou-se, enxugando as poucas lagrimas que desceram atrevidamente.

— Não arrumou um emprego? — perguntou.

— Sim, mas não pagam o suficiente para viver em um hotel. Serei somente uma assistente — suspirou. — E nem sei ainda se consegui realmente.

— Eu emprestaria o meu apartamento há você se também não fosse alugado. O dono também o pediu para a filha dele que irá se casar — a morena assentiu, dando a entender que não tinha problema. — Eu posso emprestar a você uma grana, mas não será muito, porque eu também não ganho essas coisas — riu sem humor.

— Não será preciso, mas eu agradeço. Darei um jeito na minha situação...

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Já era noite – madrugada na verdade – mas Violetta ainda estava acordada. Seus problemas simplesmente não a deixavam dormir. E por incrível que pareça, nem os olhos esverdeados. Não conseguia entender o motivo de ele estar a ajudando. Não havia motivos!

Virando-se sobre a cama e com os dedos agarrados as pontas dos lençóis, Violetta trouxe o tecido para mais perto do rosto, enquanto suspirava. O meio sorriso, os olhos brilhantes feito esmeraldas paravam na mente da morena e a fazia fechar os olhos freneticamente enquanto sua respiração estava levemente descompensada.

Isso não pode ser possível.

Em meio a tantos problemas ela estava pensando em um cara que, nem ao menos, a cantou.

— Aposto que ele é casado... — disse alto e a si mesma. — O que eu estou pensando? Em menos de duas semanas não terei mais lugar para ficar e estou aqui, pensando em um homem supostamente, comprometido. — se remexeu novamente na cama.

Fechou os olhos e em poucos minutos se entregou ao sono.

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Dois dias depois...

Entediada, Violetta decidiu tomar um banho. Já era por volta das duas da tarde e a garota não tinha nada para fazer. Sua vontade é de ir ao shopping, comprar tudo o que quiser sem se preocupar com marcas ou preço; passear por aí com suas roupas – nada – extravagante. Contudo, o máximo que poderia se contentar é com a vista da varanda do quarto onde está hospedada.

Ai, droga — murmurou em meio ao susto que levou com o jato de agua gelada que caiu em seu corpo. Mudou a temperatura do chuveiro, enquanto resmungava algumas palavras indescritíveis até mesmo para ela.

Merda.

Merda, merda.

Mil vezes merda.

Seu subconsciente gritou assim que o toque do seu telefone chegou até seus ouvidos. Instantaneamente revirou os olhos, porém ao dar-se conta que essa poderia ser a ligação de quem León estava falando. Então, rapidamente, pegou a toalha branca e enrolou-a em seu corpo.

— Meu Deus — soltou por seus lábios, enquanto corria apressadamente até o celular. O pegou e sem ao menos pegar, atendeu. — Oi?! — disse. Sua voz saiu meio falha, mas ela pouco se importou.

— Olá, Violetta. — uma voz fina e delicada entre nos ouvidos da morena a fazendo prender a respiração com a possibilidade de ser sim a ligação. A final, quem mais poderia ser? — É a Violetta, não é? — soltou uma risadinha.

— Sim — afirmou, também rindo de leve. — E você é quem? — um pouco incerta no que falar, decidiu indagar a identidade da pessoa com quem falava.

— Meu nome é Ludmila. Estou ligando porque me pediram para falar com você sobre algumas coisas do emprego... — esclareceu, por fim, todas as dúvidas. — Poderia me encontrar daqui vinte minutos no restaurante ao lado da feira? — perguntou tranquilamente.

— Claro, claro. Estarei lá — confirmou, apertando mais a toalha em seus dedos.

— Ótimo então, porque pelo que o León me disse teremos muita coisa para fazer. Você não tem nem ao menos uma carteira de trabalho? — sua voz parecia meio abismada.

— Er... não — pronunciou-se rapidamente.

— Tudo bem, tudo bem... vinte minutos, restaurante, leve todos os documentos que estiver ao seu alcance agora — com palavras curtas, Ludmila ordenou, educadamente, porém seria também. — Não se atrase, coração.

— Não vou — afirmou convicta. — Até logo — despediu-se, encerrando a ligação.

Sem ao menos pensar, Violetta correu até sua mala e começou a se vestir. O tempo começava a esfriar lá fora, então optou por uma calça jeans, uma blusa branca e um casaco fino pelos ombros. Não se preocupou em fazer uma maquiagem bem elabora, mas sim uma simples. Nos pés, uma sapatilha também branca e os cabelos soltos – e molhados. Assim como Ludmila havia a pedido, pegou todos os documentos que tinha em mãos e os colocou na pequena bolsa de alcinha.

Antes de sair, olhou rapidamente pelo pequeno espelho perto da porta e sorriu.

É, ela estava mesmo parecendo uma assistente.

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Pontualidade nunca foi o forte de Violetta, mas agora seria. Faltando exatamente dois minutos, ela chegou até o restaurante. Procurou com o olhar a Ludmila, mas então se deu conta que não a conhecia; nem se quer sabia uma característica dela. Apenas a voz. E foi isso que a ajudou.

Um pouco mais a frente uma mulher loira falava com o garçon e foi impossível não reconhecer a voz fina, delicada e feminina da loira.

Sim, era ela.

Dirigiu-se até ela e sentou-se na cadeira a sua frente. Ludmila que antes olhava atentamente para o minúsculo espelho em suas mãos, levantou o olhar e estreitou os olhos para a morena.

— Posso ajudar? — perguntou confusa, Violetta soltou uma risada fazendo a confusão da loira alimentar ainda mais. Contudo, pareceu se tocar de quem se tratava, então disse: — Ah, Violetta? — a dona do nome assentiu. — Me desculpe, eu estava distraída — sorriu sem jeito.

— Tudo bem — disse com um tom de voz tranquilo.

— Eu pedi um suco somente. Você quer algo? — negou. — Então tá. Vamos começar logo com isso, porque eu tenho que comprar aquele sapato... — a última frase disse mais a si mesma do que para a morena a sua frente. — Er... trouxe o que eu pedi? — perguntou, enquanto colocava um envelope de cor escura sobre a mesa.

— Sim... aqui — entregou-a os documento.

Ludmila olhou um por um rapidamente e os colocou dentro do envelope.

— Tudo bem, agora é comigo. Até o final da semana já terei resolvido isso — a olhou, sorrindo de lado.

— Ah, sim. Mas eu não tenho que fazer nada? — perguntou, confusa.

— Você não ia querer — riu brevemente. — Talvez eu precise apenas que você assine alguns papeis, mas eu mesma os levo até você — interrompeu a fala quando o garçon chegou e a entregou o copo de suco. Agradeceu e o mesmo saiu.

— Okay, então... — concordou.

Ludmila não escondeu a curiosidade em saber mais da Castilho, engatando varias perguntas das quais foram respondidas. Violetta não sentia necessidade de mentir sobre a morte dos seus pais, uma vez que isso é normal. Triste, uma sensação horrivle, mas é o ciclo da vida.

As pessoas nascem e morrem.

Angie e German morreram e deixaram sua única filha sozinha no mundo, pagando pelos erros que eles cometeram enquanto vivos.

E ela está pagando por cada um deles.

Notas finais
Gostaram? Pessoal, eu to bastante triste com vocês, serio. Teve mais de 200 acessos e apenas seis comentários, isso desanima. Não custa nada dar um comentário gratificante, não é? Vocês não vão demorar nem cinco minutos, e eu demoro muito, mas muito mais tempo para escrever do que isso. Eu posto mais um capítulo hoje a noite. Postarei todos os dias da semana, mas somente se vocês colaborarem. COMENTEM E FAVORITEM. É pedi muito? Bom, vou dedicar um espacinho aqui para indicar vocês fanfics que eu gosto. Hoje vou indicar três: - https://fanfiction.com.br/historia/555579/TheOnlyOne Essa história mostra que um casamento nem sempre dá certo, e que essa coisa de "felizes para sempre" definitivamente, não existe. Mas acime de tudo, tem um bom drama e romance. - https://fanfiction.com.br/historia/639311/ONovato/ Essa daqui mostra um outro lado do León. Um cara misterioso e extremamente pervertido. A Violetta que quer agradar os pais e faz de tudo para se destacar. Mas ao lado do León está experimentando coisas novas. - https://fanfiction.com.br/historia/614898/SimplesmenteMeApaixonei Um clichê gostoso. A nerd e o pular. Mas não se enganem. Nessa, o León não se apaixona tão rápido. Até porque, não se muda completamente do dia para noite. E essa fanfic tem vários mistérios envolvendo nossa querida Castilho. LEIAM E COMENTEM! Tenho certeza que vão gostar ;) Podem me indicar histórias pelos reviews para que eu as indique aqui, okay? Beijos... Até a noite? Espero que sim
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.