Perola Azul-o Conselho e a Cura
3 Capítulo Dois
.Capitulo Dois.
“Inglaterra, 1720
A fila de prisioneiros andava melancolicamente enquanto o carrasco puxava a alavanca da forca e um dos mensageiros Dizia Calmamente as sentenças:
- Por ordem do Duque Billy Black, todos envolvidos com pirataria ou forem encontrados com pessoas relacionados à pirataria devera hoje ser sentenciado à pena de morte por enforcamento.
- Direito a Assembléia.
-Suspenso.
-Direito a um advogado.
- Suspenso.
-Direito A um julgamento.
- Suspenso.
Até que chegou ao enorme Palco um menino que não deveria ter mais do que sete anos de idade e tirou de seu bolso um objeto parecido uma moeda, mas apenas alguns sabiam se tratar de uma peça de Oito.
- O rei despertou a rainha do mar.
Num barco a acorrentou.
Por onde andares são teus os mares.
Quem ouviu remou. Disse calmamente sendo logo depois acompanhando por um velho negro que também estava para ser enforcado.
-Yo Ho, Yo Ho, Yo Ho
Nossas cores erguer.
Ladrões e mendigos,
Jamais irão morrer. Cantou o negro com uma voz rouca e enfraquecida; Todos aqueles na enorme fila logo os acompanharam fervorosamente:
- Yo Ho todos juntos Nossas cores erguer.
O mensageiro correu até o lugar onde estava o Duque
- Duque Billy Eles... Começaram a cantar.
O duque olhou e deu um sorriso discreto
-Finalmente. Disse com um sorriso satisfeito.
[...]
- Ladrões e mendigos, Jamais iram Morrer...
E mais uma vez o carrasco puxava a temida alavanca.
[...]
PDV Isabella Swan.
Eu remava calmamente pelas águas de um rio qualquer em Cingapura cantando a canção tão conhecida por mim;
- Muitos morrerão, outros vivos estão,
Outros navegam no mar.
Com as chaves da prisão e o diabo de prontidão,
Remando sem cessar.
Parei brevemente quando vi uma das tropas inglesas passarem pela ponte acima de mim.
-Da fossa profunda sob o sino a tocar.
Com um som sepulcral.
Vem convocar pra retornar, ao destino Final.
- Yo Ho todos juntos
Nossas cores erguer.
Ladrões e mendigos
Não aceitam morrer! Terminou uma voz desconhecida.
A minha frente estava um homem com feições orientais e roupas de soldado Local.
- Canção ousada para quem ignora o significado, ainda mais uma mulher sozinha... Terminou olhando de uma forma qual fiquei com nojo.
- E quem Disse que ela esta sozinha? Emmet falou saindo de um beco escuro.
- Você a protege? Disse o homem visivelmente decepcionado. Fui rápida e silenciosamente para trás dele.
- E quem disse que preciso de proteção. Eu disse já com uma faca em sua garganta.
Ouvimos um ruído e rapidamente entramos no esgoto que estava a nossa frente.
[...]
PDV Emmet Cullen
Enfim estávamos no covil de Kin Chau e dessa vez aquele cachorro sarnento não escaparia.
Quando estávamos perto de entrar o guarda que barrara Bella parou e se virou para nós.
- Acha que só por ela ser mulher não suspeitaríamos de traição? Perguntou com uma cara arrogante que logo se tornou sacana.
- A roupa. Disse olhando maliciosamente para Isabella.
- Ah... Mas que disparate! Ela exclamou furiosa. Todos os cães riram. E o tal continuou sorrindo, e seu sorriso se alargou ao ver que A princesa começou a tirar as roupas, mesmo que, a contragosto.
Ela primeiro tirou primeiro o colete de couro, revelando assim dentro e abaixo dele varias adagas, bombas e duas pistolas. Fazendo que eu desse um sorrisinho constrangido. Logo depois tirou o chapéu tirando dos cabelos mais uma adaga, e por fim colocou a mão nas calças e tirou, não sei como, um rifle de lá.
Depois de, acho eu, desarma — lá completamente, ainda teve a coragem de dizer:
- Tem mais... Roupa.
Oh cristo! Será uma longa noite.
[...]
PDV Isabella Swan
Depois que me revistaram entramos finalmente no covil de Kin Chau. Se bem que... Estava mais para uma Casa De Banho.
- Capitão Emmet Cullen! A que devo a honra de sua visita?
- Bem Chau, a verdade é que estou embarcando em uma aventura e estou sem tripulação e barco.
- Hmm... Interresante. Por algum acaso essa aventura o levaria a algum mundo além desse?
- Isso seria impossível não é?
- Bom é que recentemente, fora apanhado um ladrão em meus domínios.
- Ora, mas que inconveniente não?
- Eis oque o ladrão queria. Ele pegou um grande mapa que parecia até mesmo algum tipo de papiro.
- E agora eis o ladrão. De uma das enormes tinas eles ergueram o corpo de Jacob.
- Esse rosto... Não lhe é estranho? Perguntou Chau.
- Não posso nem imaginar quem seja. Respondeu Emmet
- Bom se ele não é um aliado ou inimigo reconhecido, não a porque deixá-lo vivo. Pegou uma estaca e apontou na direção de Jake.
- Não... O som escapou de meus lábios antes que pudesse refrear; Kin Chau deu uma risada sem humor.
- Parece que hoje em dia o único modo de um pirata obter sucesso, é traindo outros piratas, não é mesmo?
- Chau... Emmet tentou começar a explicar.
-Oque que querem no baú de Dave Jones? Disse ríspido.
-Jack Sparrow. Eu disse diretamente.
- O Único motivo para que eu queira que Sparrow saia do baú e mandá-lo para lá eu mesmo! Disse com a voz já alterada.
- Jack Sparrow possui uma Oito peças, e ouça. Emmet jogou a moeda para Kin Chau, dito cujo levou ao ouvido.
- A canção foi cantada, e é seu dever como capitão comparecer. Emmet Disse como se repreende se a uma criança.
- Vocês vêm a minha cidade, abusam de minha hospitalidade e ainda querem me dar ordens?!
- Jack Sparrow é o segundo no comando do Perola Negra, justo qual agora, esta sobre as ordens da senhorita Swan. Disse Jacob se manifestando pela primeira vez.
- Senhorita Swan. Que eu saiba você tem seu próprio barco, ou não...
- O Perola Azul esta devidamente escondido. E é atrás dele que estamos indo também.
- Sim, Sim... O lendário Perola Azul. Mas eu ainda creio que mulheres a bordo dão má sorte... E O capitão Edward Cullen é a maior prova disso não é? Disse sarcasticamente, disfarçadamente respirei fundo.
- Não sei nada sobre os assuntos pessoais do Capitão Edward, Portanto creio que deva perguntar isso a ele. Disse calmamente
- Pois bem... comparecerei ao conselho. Partimos ao amanhecer.
-De acordo. Eu e Emmet Dissemos em uníssono.
[...]
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