Notas iniciais
Desculpa a demora. Era pra ter postado já faz uns dias, mais com essa nova regra do nyah está me deixando doida e sem conta na preguiça que eu estava sentindo nesse final de semana, a preguiça ajudou muito mais eu também estava bem ocupada, passei quase a semana toda fora de casa e quando chegava era direto pra cama.
Enfim tenha um boa leitura e espero você lá baixo, tem um recado mega importante!

POV. Justin

– Onde ele está? – Perguntei agoniada tentando a todo custo sai rapidamente de casa.

– Senhor ele parou em um hospital. – Explicava um dos meus seguranças.

– Em qual? – Perguntei enquanto seguia em direção a qualquer carro que tinha na coragem.

– No centro o hospital do Texas Medical Center. – Suspirei impaciente.

Merda. – Sussurrei sentindo e ouvindo os pneus do meu carro derrapando no asfalto. – Não sai dai, fique de olho no Ryan se ele sai com alguém me liga. – Pedi impaciente e nem esperei o cara fala nada, desligue na sua cara.

“Ryan seu desgraçado. Como eu não pensei nesse hospital” – Pensei atordoado.

Hoje finalmente eu resolvi que precisava fazer algo para descobri onde estava Cattleya. Ontem Ryan falou que Cattleya e a criança estavam bem e que para minha felicidade eles estavam bem, eu fiquei louco para saber onde ela estava. Ryan foi tão sínico que eu tive que me controla para não quebra a cara dele. Se aquele infeliz tira Cattleya de me eu o mato com minhas próprias mãos.

Hoje passei o dia todo na cola dele, até que finalmente o vi saindo e achei estranho por ele ter saído logo cedo, pedi para um dos meus seguranças seguir ele, só que Ryan foi esperto passo quase a manha toda rodando a cidade, mas eu sou bem mais esperto que ele então finalmente um dos meus seguranças consegui descobri onde exatamente ele parou e eu tenho que confessa que fui burro, eu deveria imagina que ela estaria nesse hospital.

Eu passava por todos os sinais sem me preocupa se iria atropelar alguém, eu só queria chega a tempo de impedi-la de fazer algo extremamente ruim. Eu sabia o que Cattleya poderia fazer, sabia que ela poderia ter a ideia de querer ir embora, já que a maioria das nossas discussões ela pedia para ir embora e eu sempre dizia que ela só sairia morta da minha casa.

Cattleya era esperta e sabia como me engana, mas eu estava com medo do que poderia acontecer com ela se por acaso ela fugir. Os perigos que ela poderá correr sem eu esta por perto dela para protegê-la.

O hospital era longe e eu sabia que teria que ir rápido, as ruas estavam movimentas e isso me dificultava muito. Mas com muito custo consegui chega aquele maldito hospital.

– Eles estão ainda nesse hospital? – Perguntei ao segurança que estava estacionando próximo ao meu carro que eu tinha acabado de estacionar.

– Não senhor, ele ainda esta ai dentro. – Ele explicou e eu sai correndo.

Era minha única chance e parecia que estava correndo entre meus dedos, não queria que essa minha sensação de perda fosse confirmada assim que entrasse naquele hospital, eu nem saberia o que poderia fazer...

Com passos leves, porém um tanto apressado, fui em direção àquele enorme hospital que aparentemente parecia calma. A recepcionista atendia a uma mulher e assim que me viu próxima a ela sua atenção foi voltada para mim.

– O que deseja? – Perguntou.

– Eu gostaria de saber da paciente chamada Cattleya Bittencourt? – Perguntei.

A moça/recepcionista olhou para o seu computador à sua frente, parecia verifica se existia alguma paciente chamada Cattleya. Por um tempo achei que talvez eu estivesse no hospital errado, ou até mesmo que Ryan estaria aqui por outros motivos e não tenha nada haver com Cattleya. E até cheguei a pensa que Cattleya não tenha vindo a nenhum hospital, só tivesse arrumando um pretexto para fugir da minha casa. Eu pensava em varias possibilidade e eu queria acredita que nenhuma dessas opções estivesse acontecendo, por que se ela não morreu eu vou à mata com minhas próprias mãos. Eu só não a imagino longe de mim.

– Senhor... – Deu a intenção para que eu dissesse meu nome, mas eu não podia afinal de certa forma eu era um fugitivo da lei e não poderia dá meu nome a qualquer um.

– Eu sou esposo dela, Bittencourt. – Afirmei e a moça sorriu.

Foi à única coisa que eu pensei naquele momento, eu não estava esperando que ela me perguntasse meu nome e de certa forma eu dizendo que sou um parente próximo a ela eu receberia a informação mais rápida do que uma pessoa normal.

– Bom Senhor Bittencourt, a sua esposa teve alto hoje logo cedo. E aparentemente ela também não esta mais nesse hospital. – Explicou educadamente.

Senti as veias engrossarem, meu sangue circulava com dificuldade. Estava nervoso e isso era fácil de se notar. Minhas mãos nervosas passaram por minha cabeça bagunçando todo um cabelo e assim pressionei meus olhos sentindo o odeio me consumir. Não sabia o que fazer, que merda por que Ryan tinha que fazer isso comigo eu vou esquarteja-lo.

– Senhor esta tudo bem? – Perguntou a moça.

Estava nervoso de mais, eu não consegui ouvia direito e muito menos via alguma coisa na minha frente. Estava cego de odeio e eu sabia que poderia matar qualquer um que vinheçe em minha frente, então para não acontecer o pior eu simplesmente sai da merda daquele hospital sem responde a pergunta daquela moça.

Lá fora o vento parecia mais frio, as pessoas pareciam caminha mais de vaga assim como os carros. Parecia que todos estavam olhando para mim, olhando para meu estado e talvez estivesse suspeito de mais. Sai em direção ao cara que eu havia pedido para vigia aquele hospital e que de merda nenhuma fez, senti odeio por ter perdido ela por uma simples falha de um maldito homem que deveria ter feito seu trabalho direito eu simplesmente estava jogando meu dinheiro fora com merdas iguais àquele cara.

Assim que cheguei ao lado daquele merda destravei minha arma que mal sabia que já estava na minha mão e talvez por conta disso estivesse chamando tanto atenção.

– Por que esta apontando isso para mim? – Perguntou e eu sorri ironicamente ele com certeza iria-me deixa mais leve. – Eu fiz o que o senhor pediu. – Nem deixei ele termina, acabei apertando o gatilho e a bala entrou rapidamente no meio da testa daquele infleis.

– Descanse em paz. – Sorri.

Olhei para os lados e percebi que tinha algumas pessoas correndo, afinal o disparo do tiro fez com que chamasse atenção...

Sai rapidamente dali sem saber para onde iria, só queria esfria minha cabeça eu não estava conseguido raciocina direito.

POV. Cattleya

A Alice era muito legal, o mais interessante é que ela realmente parecia comigo. Os costumes, alguns dos defeitos e talvez um pouco das loucuras.

– Pelo menos a gente conseguiu arruma essa parte das suas roupas. – Ela suspirou cansada, já que era ela quem estava fazendo o trabalho difícil. – Eu acho melhor você ir troca essa roupa. – Sugeriu olhando para mim. – Por que fica com a calça o dia todo não é bom pro seu filho. – Explicou e eu concordei com a cabeça.

Peguei uma roupa quente e aparentemente folgada e fui em direção ao banheiro que tinha no meu novo quarto. Ao começa a retira minhas roupas lembre-me de Justin, ele acha engraçado quando vestia roupas folgadas, ou até mesmo quando eu ia dormi em sua casa e vesti suas blusas e short. Era uma boa faze e eu não tinha do que reclama, o Justin sempre companheiro era com certeza melhor do que o Justin arrogante de hoje. Sabia que tinha que para com isso, para de fica pensando nele todas as vezes que eu faço algo que fazia quando era mais novos, eu tinha que coloca na minha cabeça que eu e muito menos ele temos 12 ou 15 anos e jamais vamos volta a ser como éramos antes, era disso para pior.

Retirando aquelas roupas voltei à fita minha barriga pelo enorme espelho daquele banheiro. Era estranho pensar que tinha uma pessoinha se formando ali dentro e que precisava do meu corpo para que pudesse crescer, era sempre gratificante quando chegavam àquelas gestantes para fazer o pré-natal nos hospitais que eu costumava a trabalha, imaginava quando seria minha vez e nem poderia pensa na possibilidade que isso aconteceria tão rápido. Sei que muitas vezes transei sem camisinha com alguns namorados ânticos, mas nunca fui fácil de engravida parece até que minha primeira gravidez teria que ser com ele, que meu filho teria que ser filho dele. Era extraordinário pensa que Justin foi meu primeiro em todos os sentindo. O primeiro beijo foi com ele, já que éramos muito crianças e nem imaginávamos o que significa boca com boa; minha primeira briga foi com ele, meu primeiro namorado foi ele e minha primeira noite de amor – acho que posso dizer assim, afinal ele foi e sempre será meu primeiro amor – foi com ele.

Sai daquele banheiro vestida com o mini vestido que havia separado...

– Então Catty. – Alice chamou minha atenção. – Posso te chama de Catty? – Perguntou ainda sentada naquele chão perto do guarda-roupa.

– Pode sim Ali. – Sorri. – Posso te chama de Ali né? – Perguntei e ela sorriu concordando com a cabeça.

– Continuando Catty, eu arrumei seu guarda-roupa e só vai fica para você arruma o banheiro com suas coisas. – Explicou.

– Tudo bem. – Concordei.

– Esta com fome? – Perguntou. – Acho que não deu tempo de você toma café da manha, por que vai dá ainda 8 horas. – Explicou.

– Caramba e eu vi para cá que horas? – Perguntava-me perdida.

– Bom eu acho que era sete e pouco, ou era seis. Seilá, mas enfim vamos comer. – Chamou-me indo em direção a porta do quarto.

Era notável que Alice era um pouco doidinha, mas uma ótima pessoa é só espero que tudo se saia bem com nos duas, afinal eu estou morando na mesma casa que ela.

– Bom, tem ovos, presunto e mussarela e alguns pães – Olhou pra mim assim que havia me dito o que se encontrava em sua cozinha. – Ah também tem leite. – Sorriu meigamente. – Precisamos fazer compras urgentes. – Ri com seus comentários.

Finalmente decidimos que iriamos comer tudo já que não tinha quase nada. Descobri que Alice estava passando por um período de muito trabalho na faculdade que ela estava prestes a termina e até me senti velha quando ela me disse que tinha 19 anos. Por conta desses trabalhos da faculdade dela a casa ficou meio abandona, e como dava pra percebe ela não teria motivo para guarda comida já que comia sempre na faculdade, por conta desses motivos e por outros decidimos que hoje precisávamos compra comida e da uma arrumada na casa para deixa-la organizada para nos duas, no começo ela não havia achado legal eu fazer esforço, mas eu disse que estava bem e que não estava com doença, afinal gravides é saúde e eu estou perfeitamente bem.

O café da manha estava ótimo, porém eu acabei colocando tudo para fora o que deixou Alice muito preocupada, por um momento achei que Pattie tinha indo embora e deixou Alice em seu lugar para dizer o que devo fazer.

– Calma Alice eu tó bem, só preciso de um copo de água. – Tentava eu inutilmente tranquiliza-la.

Confesso que gosto desse paparico todo e isso fez lembra-me dos meus pais. Com certeza eles estariam muito felizes em descobri que sua filha está gravida e que ambos estavam prestes a serem avos. Eu sabia que precisava conta a eles, minha mãe ficaria muito chateada comigo se eu tivesse o filho e ela não ficasse sabendo e por outro lada eu estava com medo de envolver minha mãe nessa confusão toda que minha vida esta. O que me resta é da um tempo, me afasta de todos e cria essa criança dentro de mim, até que eu possa ir embora e finalmente cuida do meu filho ao lado dos meus pais e tenta ao máximo possível não deixa Pattie de lado.

– Pronto. Bebe um pouco. – Alice estava com um copo enorme de água e isso me fez ri.

– Você é exagerada. – Ri terminando de bebe a metade daquela água que estava naquele enorme copo. – Então vamos às compras, abastece essa casa? – Perguntei me pondo em pé rápido, graças a deus eu estava bem, sem tontice e sem anciã de vomito o que era legal.

– Mas você não estava bem há 15 minutos Catty. Acho melhor fazemos isso amanha não quero que Ryan venha brigar comigo por conta de você ter passado mal. – Se explicava casualmente.

– Não se preocupe eu estou bem melhor. Mas em relação à comida nos precisamos ir, afinal mais tarde precisamos fazer o almoço e não tem nada aqui. – Alice bufou concordando comigo e dizendo que iria troca de roupa. Eu iria trocar de roupa, afinal estava com uma calça que dava duas de mim!



Continua...

Notas finais
Pelo que parece Cattleya esta se dando bem com a Alice né?
E o Justin perceberam que ele ficou um pouco bipolar? Em um momento ele queria acha-la para que ela ficasse próximo a ele, mas em outros momentos ele pensava na possibilidade de mata-la. Vocês só vão entende essa parte ao longo dos capítulos, afinal ele pode ainda esta confuso por conta do estrupo que Cattleya sofreu no capítulos anteriores.
Bem eu tenho um aviso e espero que vocês entendam. Com a nova regra eu decidir que deveria muda logo de categoria, já que eu vou continua postando aqui de qualquer jeito. Eu conselho vocês a favoritar ela, pra que assim fiquei mais fácil de saber quando ela for atualiza, okay?
Se por acaso a foto da Alice não funcionar aqui esta o link -> http://images.tvrage.com/people_galleries/13/36307/9249.jpg
Beijos e até o próximos capítulos!!!