Perigoso
23 Provocações!
Notas iniciais
POV. Cattleya
Adoro provoca ele e adoro mais ainda quando ele cai nas minhas provocações. Essa era minha novas táticas, sabia qual era o ponto fraco dele, onde ele teria tudo que eu mandasse ou pedisse para ele fazer, mas Justin é muito presunçoso e egoísta, e nem ele imagina que eu o conheço mais do que ele mesmo.
Minhas mãos desceram de encontro ao seu pau, que no momento não estava dando sinal de vida, mas só bastou da atenção a ele para ele se alerta.
– Cattleya. – Me reprovou.
Aproximei-me do seu pescoço próximo da sua orelha.
– Eu vou mostra se eu mando ou não em você. – Sussurrei vendo os pelos se ouriçarem.
Suas calças já estavam aberta, seu pau já era bem visível na sua cueca Box vermelha. Minhas mãos passaram delicadamente naquela região, somente dando-lhe mais atenção, eu o queria mais rígido para pode fazer o que eu estava com vontade desde mais cedo.
– Cattleya você tá mexendo com fogo. – O interrompi.
– Pensei que me conhecesse. – Pressionei seu pau e ele soltou um gemido rouco e um tanto alto e eu sorri. – Achei que você soubesse que eu gosto de me queima. – Sussurrei próximo aos seus lábios.
Selei nossos lábios, mas logo em seguida tratei de aprofunda-lo. Minhas mãos já estavam entrando em sua Box e logo em seguida entrando em contato com a pele macia do seu pau um tanto convidativo.
Passei os dedos na ponta sentindo um pouco do liquido que Justin liberava por conta de tanto tesão, e como o espero ele gemeu entre os beijos.
Comecei a fazer os famosos vai e vem só que apertando entre meus dedos e indo mais devagar, e assim fazendo Justin ter prazer mais demorado.
– Quer que eu pare? – Perguntei. Ele trincou os dentes sabia que me respondendo ele já estaria em minhas mãos, mas era de mais para ele, sabia que minha mão estava fazendo um ótimo trabalho com seu pau, que a sensação gostosa que ele sentia não poderia ter um fim só por conta do seu machismo.
– Continua porra. – Disse pelo fio de voz e eu gargalhei.
Comecei a ir mais rápido agora com menos pressão, Justin recuou batendo de encontro à parede do banheiro.
Eu não desviava dos olhos de Justin, que cada vez ficavam mais negros e brilhosos, esse era o pode do tesão que tomava cada vez mais o corpo de Justin.
Desviei por um momento, só para tira a calça e sua cueca que foram liberadas rapidamente por minhas mãos que tanto ágeis.
Seu pau? Bem, estava perfeito, só de olha me dava um tesão e me senti bastante molhada. Rosado, grosso, grande, apetitoso e sem conta no pequeno liquido que ficava na ponta deixando ele mais brilhoso e um tanto convidativo. Mordi meus lábios e voltei a olha para Justin enquanto minhas mãos voltavam à segura o seu lindo e delicioso pau, que a propósito minha boca estava louca pra delicia-lo.
– Você quer que eu faça o que agora Justin? – Selei seus lábios sentindo ele arfa com alguns dos meus movimentos.
– Me chupe, faz do meu pau sua chupeta. – Pedi e riu logo em seguida.
– Você quer que eu te chupe até goza, até você libera seu gozo? – Perguntei manhosa e logo em seguida apertei seu pau pela base e Justin gemeu mais alto.
– Eu quero que você me chupe AGORA PORRA. – Gritou as ultimas palavras agora me fazendo ri.
Ajoelhei-me ficando de frente para seu pau, e passei minha mão mais leve. Olhei para cima e Justin me fitava maliciosamente.
Encostei meus lábios sentindo a maciezes do pau de Justin e o suguei bem mais forte do que eu esperava.
– Porra meu. – Gemeu Justin e continuei com meus movimentos. – Isso chupa desse jeito vadia. – Disse enquanto fazia um rabo de cavalo com meus cabelos.
Continuei fazendo vai e vem com minha boca, mas continuando sugando ele, enquanto segurava suas bolas às vezes pressionando as mesmas.
– Porra Cattleya. – Empurrou minha boca fazendo eu engoli todo seu pau, mordi de leve avisando para ele não fazer mais isso. – Desculpa. – Disse risonho soltando minha cabeça e segurando somente em meus cabelos.
Gravei minhas unhas em sua cocha e passei a língua livremente na ponta sentindo um pouco do seu liquido.
Parei um pouco vendo Justin tira a blusa, mas voltei logo em seguida a chupa-lo com a mesma intensidade de antes, agora um pouco mais rápida.
Demorou um pouco e as veias de Justin engrossaram, Justin emburrou um pouco seus quadris fazendo seu pau entra um pouco mais para dentro de minha boca, logo em seguida senti seu jato e um longo gemido um tanto rouco vindo de Justin. Engoli um pouco do gozo de Justin mais deixe que o resto caísse no chão do banheiro.
Afastei-me um pouco enquanto limpava minha boca e olhava Justin se recuperando de um longo orgasmo e eu ria com sua cara de satisfação que ele tinha no momento.
Surpreendi-me quando ele me puxou do chão me colocando em seu colo.
– Justin. – Falei assustada ou até mesmo com medo de cai.
– Não vou te deixa cai. – Selou meus lábios.
– Justin chuveiro não. – Falei assim que vi ele entra no box.
– A você acha que me fazendo goza iria dormi e pronto acabou-se e a historia. – Balancei a cabeça positivamente fazendo cara de “Obvio” – Não mesmo agora eu quero me delicia do que tem no meio das suas pernas que a propósitos é meu. – O interrompi.
– Epa meu bem, é meu e não seu eu só te empresto; — Ri junto com ele. – Espera deixa eu tira minha roupa. – Disse assim que vi que ele iria abri o registro
Tirei toda minha roupa com a ajuda de Justin e finalmente ele abriu o registro liberando a água e assim molhando nossos corpos.
– Hoje você esta extremamente gostosa. – Falou me fazendo subi novamente em seu colo.
– Só hoje? – perguntei indignada. Soltei um leve gemido quando Justin sugou meus seios um tanto forte.
– Sempre. – Sugou novamente meus seios.
Senti Justin encosta seu pau em minha entra.
– Espera, assim é ruim. – Falei saindo do seu colo e virei logo em seguida ficando de quatro. – Assim é bem melhor. – Falei risonha fazendo ele ri.
Justin encostou-se a minhas nadegas e senti ele esfrega seu pau entre meu anus e vagina que estava molhada de tesão.
– Vai logo Justin. – Pedi extremamente excitada.
Ele entrou em me com bastante força, meu corpo foi pra frente com seu empaqueto.
– Você gosta assim? – Perguntou segurando meus braços e criando forças para meter com mais força dentro de mim.
– Quando. – Gemi. – Mais rápido e forte melhor. – Falei em intervalos de alguns gemidos e Justin gargalhou mais não parou com seus movimentos.
Ele puxou mais meu corpo juntando minhas costas com seu tórax, e suas mãos desceu em direção ao meu clitóris que a propósito ele começou a estimula.
– Puta merda. – Falei quando senti meu orgasmo chegando. – Vai Justin mais forte. – Pedi rebolando enquanto ele ia mais fundo.
– Porra meu, você continua apertada. — Disse fazendo pressão em toda parte da frente da minha vagina, por diversas vezes me fazendo treme as pernas com tanto tesão. – Gosto quando você tá assim, mastigando meu pau em cada 5 minutos. – Sussurrou ao meu ouvido. – Continua desse jeito. – Pediu metendo com mais força do que antes.
– Justin... Vou goza porra. – Gemi e senti meu copo inteiro queima feito furacão, minhas orelhas queimaram assim como minha vagina inteira se contraio e me senti logo em seguida sem forças, tinha acabado de senti um dos meus orgasmos mais fortes. – Merda. – Falei assim quando a sensação já não tinha tanto enfeito.
Justin continuou com suas entocadas mais fortes e profundas, me fazendo ter pré-orgasmos múltiplos.
– PUTA QUE PARIU. – Justin grunhiu e logo em seguida gozou dentro de mim. – Porra gostosa. – Apertou meus seios enquanto ele cessava com seus movimentos e eu ri da situação.
Justin sai de dentro de mim, mas ainda continuei de costas para ele, estava tentando controla minha respiração, Justin não soltava as mãos do meu corpo.
– Tudo bem? – Perguntou risonho dando um tapa bastante forte no lado na minha bunda.
– Melhor estraga. – Falei rindo.
Justin me virou de frente e fitou meus olhos.
– Você com certeza é a melhor. – Falou e eu ri enquanto ele beijava todo meu rosto.
Enfim tomamos banho, troquei de roupa e logo em seguida fomos dormi o cansaço das gozadas que acabamos de ter foram bem pesadas e precisávamos urgente de uma cama e do corpo dele perto de mim.
E dessa forma eu apaguei, pegando em um sono profundo e pesado o bastante só para acorda no outro dia.
Continua...
Fale com o autor