Perigoso
3 Não pode morrer!
Notas iniciais
Pov. Justin
Put’s aquela vadia era muito gostosa e bem apertadinha me deixou com vontade de mais, mas ela me irritou com aquele choro.
Tinha que resolver algumas coisas então tomei um banho e me troquei antes de sair olhei para cama e lá estava à vadiazinha abraçada aos joelhos e chorando.
– Seu choro me irrita, quando eu voltar não quero saber de choro – Fitei-a irritado. Ela soltou um soluço – Quero você bem quentinha cadela – Me aproximando e mordendo seus lábios.
Sai do quarto e escutei seu grito e um barulho de algo quebrando.
“Irritadinha, essas são das boas” – Pensei enquanto brotava um sorriso malicioso em meus lábios.
Desci as escadas e encontro Chaz, Ryan e Christian quase comendo umas vadias em cima do meu sofá.
– Porra tem quarto lá em cima, mas no meu sofá não. – Disse voltando a ficar irritado
– Caralho Dude! Seu sofá tem ouro ne num deixa ninguém brincar aqui –Disse Ryan levando a vagabunda lá para cima
– Só quero que pelo menos a sala da minha casa tenha respeito – Disse ironicamente.
Parei perto da estando e virei de costa ficando de frente para os moleques nos entre olhamos e caímos na risada.
– Qual é? Sala com respeito? Virando santo Justin? – Questionou Chris zombando comigo
– Te fode Christian – Disse frio
Fui para meu escritório, mas quando abro a porta dou de cara com uma coisa irritante.
– O que faz aqui Mellody? – Perguntei nervoso
– Visitinha surpresa – Disse levantando os braços como se fosse uma surpresa
– Disse que não era para vir caralho – Fui para mais perto dela
– Jus eu sei que você me quer – Pegou minhas mãos e levando ate sua cintura
– Sem apelidos porra tu sabe que odeio isso – Disse ainda irritado – E tem razão eu te quero – Um sorriso brotou nos lábios dela quando ela ia dizer algo a interrompi – Te quero longe daqui , vai vaza da minha sala porra estou falando grego? Some da minha frente vaca – A empurrei para fora de lá.
Sentei em minha cadeira era como se ali estivesse o mundo e eu fosse o chefe de tudo, mas sabia que era um sonho impossível comandar o mundo, mais pelo menos o Texas eu irei comandar.
Abri a minha gaveta e vi minha foto de quando era criança com uma menina ao meu lado parecíamos tão felizes, pela foto sentia a inocência em ambos os olhares sorri vendo a foto.
A única mulher que me fez feliz e que me apaixonei mesmo sendo novos e sem saber o que significava a palavra “amor”. Guardei a foto na mesma gaveta e sai do meu escritório e o Chris ainda estava na sala com a vadia
– Porra eu já avisei na sala não caralho — Disse serio
Chris me olhou e continuou fiz cara de tédio e fui na cozinha pegar algo para beber não estava afim de tomar álcool queria um suco ou refrigerante, peguei um refri e fui para piscina já que esta de tarde e o sol estava a meu favor tirei a camiseta ficando só de bermuda.
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– VOCES SÃO BURROS. – Gritei com Chris, Ryan, Chaz e Joshon. Eles tinham deixando um carregamento ser levado pela policia e eu acabei perdendo mais de 500 mil dólares por causa desses dementes. – Será que nessa merda eu tenho que fazer tudo, vocês só precisava pega o carregamento e trazer para cá. – Falei irritado.
– Não tinha como Jay-B à gente foi cercado era a gente ou o carregamento. – Diz Chris calmo.
– Dude viram outros carregamentos, a gente faz direito da próxima vez. –Ray dizia cinicamente
– CALA BOCA VOCES, CALA TUA BOCA DEMENTE. – Apontei para Ryan. – SE TODA VEZ QUE O CARREGAMENTE FOR PEGO E EU PENSA NO PROXIMO EU NÃO GANHA A GRANA SEUS IMBECIEL, EU PRECISAVA DAQUELE CARREGAMENTO SEUS DEMETE. – Gritei com eles. – SAI DA MINHA SALA AGORA PARA EU NÃO EFIA UMA BALA NA TESTA DE CADA UM. AGORA. – Mandei saírem coisa que fizeram rapidamente.
Estava irritado era somente o 1º carregamento mais era um grande e eu iria ganha uma bolada de grana, se raiva matasse eu estava morro.
Peguei um dos abajures que tinha na minha mesa jogando de encontra a parede do meu escritório fazendo espatifa todo. Sentei-me na minha protona tentando-me a calma coisa que não resolveu muito, abrir minha gaveta direita foi quando vi pacotes médios de cocaína, não pensei duas vezes o pó seria a única coisa para mim acalma naquele momento. Fiz quatro fileiras medias do pó em cima da mesa e comecei a cheira um por um até chega ao ultimo, o feito era rápido afinal minhas cocaínas era das boas por isso vendia bem.
Encostei minha cabeça na minha portona e fiquei viajando enquanto a cocaína fazia efeito no meu sangue, sentia a adrenalina que ela, pude senti aquela sensação de conforto e bem estar. Escutei a porta se aberta olhei e via Mellody parada na minha frente.
– Veio fazer visitinha novamente. – Perguntei irônico. Serio muito bom dá uma agora.
– Sim Bieber. – Falou Mellody.
Levantei da minha cadeira feito jato era o efeito da cocaína, puxei-a rápido para meu corpo e a beijei ferozmente. Mellody não era melhor do que a vaca da guria que deve estava no meu quarto mais ela servia pro gasto, não estava afim de preliminares tratei logo de tira sua roupa enquanto ela tirava minhas calças, a coloquei de quatro tendo uma boa visão de seu anus e vagina, tirei meu pênis de dentro da cueca me masturbei antes o deixando mais ereto do que estava, esfreguei em sua vagina enquanto ela gemia. Soquei tudo dentro dela seu corpo ia e voltava com meus impactos, o ritmo era rápido eu estava possuído, segurei os braços de Mellody tentando ganha mais velocidade, não demorou muito para eu senti meu pênis latejar e o sangue ferver logo sentir meu gozo sai a preenchendo por inteiro, ela ainda não havia gozado mais nem estava ligando. Sai de dentro dela e vesti minha calça.
– O que você tá fazendo? – Perguntou Mellody indignada.
– Já terminou seu serviço agora sai. – Mandei. Ela ia argumenta novamente. – SAI AGORA ANTES QUE EU META UMA BALA EM SUA CABEÇA. – Rapidamente ela sai do meu escritório ainda vestido sua blusa.
Acabei ficando mais excitado e isso me irritou internamente. Fui para o quarto a procura da minha cachorra apertadinha, talvez ela acabasse com meu tesão por que Mellody já estava bem arregaçada chegando ao ponto de não me da mais prazer.
Encontrei a vadia encolhida na cama, sempre que eu chegava à merda desse quarto ela estava desse jeito, sempre deita daquela forma.
– Levanta vadia. – Falei rude assustando. – AGORA. – Gritei quando vi que ela não ia levanta. Ela sentou na cama juntando seus joelhos em frente ao seu corpo, cheguei perto do seu corpo e a peguei pelo braço.
– Por favor, não faz isso. – A pedi enquanto suas lagrimas já começavam a desce pelo seu rosto me deixando irritado pelo barulho que ela soltava.
– PARA DE CHORA VADIA. – Dei-lhe um tapa na cara. Ela me deu um chute. Subir em cima dela, dando tapas seguidas do outro.
– POR FAVOR, PARA. – Gritou. Seu rosto já se encontrava vermelho eu não conseguia para o odeio estava me consumido e eu estava liberando tudo nela. Suas mãos que me impedia antes agora não estavam mais me segurando, ela estava mole parei ao percebe que ela havia desmaiado. — Merda – Sussurrei quando vi seu estado, ela estava sagrando pelo nariz acho que foi o ultimo murro que eu havia dado nela. Ela não pode morrer não agora.
Continua...
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