Perigoso
18 Eu te amo!
Notas iniciais
POV. Justin
Estava no escritório resolvendo uns negócios quando ouço batidas na porta mandei entrar e vi minha mãe com cara de assustada.
– O que foi mãe? Por que essa cara? – Perguntei com as sobrancelhas arguidas.
– Justin eu não sei como fala – Gaguejou.
– Que tal do começo? – Sugeri.
– Eu não sei – Abaixou a cabeça – A Catty ela – A interrompi.
– O que aconteceu com ela mãe? – Perguntei preocupado.
– Ela veio falar uma coisa comigo que me deixou assustada...
Flash Back ON
– Ô tia – Gritou – Tia – Gritou mais forte descendo as escadas.
– O que foi menina? – Perguntou assustada.
– Nada – Falou rindo – Só quero conversa – Falou parando ao lado de Pattie.
– Ok vamos lá fora – Chamou Pattie e Catty assentiu.
Foram em direção ao jardim, sentaram e Catty abaixou sua cabeça pensando como falar para ela o que estava entalado em sua garganta.
– O que foi querida? – Perguntou Pattie passando a mão nos cabelos da garota — O que queria me contar? – Perguntou doce.
– Eu quero ir embora – Respondeu a olhando.
– Você sabe que não pode sair daqui, que você só sai... – Foi interrompida.
– Morta – Completou a garota – Eu sei, mas quero sair daqui nem que seja morta não estou mais aguentando – Falou fria.
– Mas Catty você não pode – Gaguejou Pattie – E o Justin como fica? – Perguntou assustada.
Flash Back OFF
– Ela não me respondeu filho, apenas levantou e saiu do jardim — Falou desesperada.
– Calma mãe – Pedi – Ela não vai sair daqui eu não vou deixar – Disse como se fosse obvio.
– Ok meu anjo mais não a deixe ir – Falou saindo do meu escritório.
Mais que diabos que essa menina quer da vida? Não estava brincando quando disse a ela que morreria se ela saísse daqui. Quando minha mãe virou as costas deu um aperto forte em meu peito que eu ate sentei.
– CATTLEYA – berrei – CATTY – Berrei de novo.
– O que foi Justin? – Disse calma
– Quero ficar contigo vem aqui – Bati em minhas coxas no intuito dela sentar ali.
– Fala logo – Disse com cara de bunda sentando na cadeira em minha frente.
– Eu só quero ficar com você – Disse olhando em seus olhos.
Catty olhou para mim e saiu do escritório fiquei morrendo de raiva e sai também. Entrei no meu quarto decidido descansar um pouco.
Acordei com um ser me sacudindo e gritando.
– QUE É CARALHO? – Gritei levantando
– Preciso falar com você – Disse Catty calma
– Não podia esperar eu acorda não porra – Falei irritado
– Não – Disse seca
– Tá fala logo porra – Disse entre dentes.
– Eu quero ir embora – Falou firme.
– Só nos seus sonhos Catty – Disse debochado e ela me olhou seria – Só sai daqui quando estiver morta – Falei olhando em seus olhos.
– ENTÃO ME MATA, MANDA ALGUÉM ME MATA OU ME DA À PORRA DA ARMA E EU ME MATO – Gritou me assustando.
– Catty para, você não vai sair daqui e muito menos morrer – Falei indo parao banheiro.
– Legal – Disse indiferente – Tem faca na cozinha eu me viro – Falou saindo do quarto.
– Ok – Disse indiferente, espera Faca – CATTLEYA – Gritei descendo as escadas.
POV. Cattleya
Estava determinada, eu já sabia que não iria sai daquela merda de casa com uma centena de seguranças lá fora eu sabia que minha única saída era morta.
Primeiro eu resolvi pedi ao Justin só que ele é muito otário e arrogante que não percebeu que eu estava falando a verdade, então desci as escadas rapidamente determinada sabendo o que ia fazer até senti braços segurando minha cintura forte, pelo cheiro sabia que era Justin.
– ME LARGA PORRA. – Gritei irritada.
– NÃO VOU TE LARGA PORRA NENHUMA. – Falou Justin me levando de volta para o quarto.
– Justin para, me deixa fazer a merda já que você não é homem suficiente para fazer. – Dizia enquanto me debatia em seus braços.
– Para de graça que você não vai embora e também não vai morrer. – Disse me jogando na cama. – Não agora. – Abaixei a cabeça um tanto irritada.
– O que você quer de mim? – Perguntei entre dentes e nada Justin falou. – ME RESPONDE. O QUE DE MERDA VOCE QUER DE MIM? – Perguntei novamente gritando. – EU TÓ CANSADA DOS SEUS JOGUINHOS, CANSADA DE VOCE E DA SUA ARROGANÇIA, CANSADA DO JUSTIN QUE EU VEJO AGORA. – Falei um pouco de nojo eu senti. – Eu quero ir embora, quero sumi disso tudo, como você mesmo disse isso não é para mim, eu não tenho estomago e nem coragem suficiente para aguenta qualquer coisa que venha de você. – Falei passando minhas mãos em meus cabelos.
– Para com isso, você tá se torturando em vão. – O interrompi.
– Realmente estou me torturando. – Falei entre risos irônicos. – Mais sabe por que eu estou me torturando? – Perguntei irritada. – POR CAUSA DE VOCE. – Gritei. – Por uma porra de ingenuidade minha, por uma merda de sociedade sua, eu poderia esta bem agora, poderia esta com meu emprego e talvez com minha própria casa. – Senti lagrimas descer sem minha permissão. – Mais não eu tó em um inferno, no inferno onde eu encontrei o homem que eu amei minha vida toda. – Sussurrei a ultima parte olhando nos olhos de Justin, abaixei a cabeça sentindo o remoço me invadi e de imediato meus soluços de choro começou a aumenta de ritmo.
– Eu te amo Cattleya. – Sussurrou. Eu levantei minha cabeça o olhando um tanto assustada pelas tais palavras que ele acabara de fala para mim. – É isso mesmo que você ouviu. – Disse ele sem tira sua pose de durão. – Eu te amo porra, será que você não entende que eu não te quero morta e não quero você fora do meu alcance. – Disse ele parecendo nervoso.
Não sabia o que fazer, não sabia o que fala, na verdade eu ainda estava irritado com ele, o impressionante é que Justin sempre consegue me fazer de boba, como estou agora. Eu amo ele e isso me da grande raiva, por que perto dele eu não consigo me controla, eu não consigo sabe o que fazer.
– Não vai fala nada? – Perguntou. – Caramba eu acabei de fala que te amo, e você fica com essa cara de bunda. – Disse Justin meio risonho.
– Veado de merda. – Falei um tanto irritada mais no fundo querendo ri. – Vai para o inferno. – Joguei uma das almofadas que estava na cama, sem eu o percebe já estava próximo a mim.
– Vou para o inferno mais só se você for comigo. – Disse Justin me segurando em seus braços.
– Não sei que porra você tem, mais não fico com raiva de você por muito tempo. – Falei raivosa, raiva de me mesmo. Justin sorriu irônico – Seu imbecil.
– Eu também te amo pirralha. – Lembrei-me de quando éramos mais novos, ele costumava me chama de pirralha por que eu era mais baixa e tinha um ano de diferença.
Justin olhava para mim maliciosamente, eu estava agarrada em seus braços sem coloca os pés no chão. As mãos de Justin já trabalhavam na lateral do meu corpo e chegando a minha bunda.
– Justin. Não. – Tentei tira suas mãos, mais ao ouvi meus suspiro ele me apertou contra seu corpo sentido sua ereção próximo a minha vagina.
– Você sente? – Perguntou Justin remexendo um pouco seus quadris e sua ereção cada vez mais aumentava. – Sente como você deixa meu amigo ativo, sem ao mesmo tocá-lo. – Justin estava sexy, sexy de mais para meu gosto. Eu estava cansada, mas estava difícil de me segura. Vendo seus olhos em pura luxuria pedido meu corpo, ou melhor, implorando por meu corpo.
Continua...
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