Notas iniciais
LEEEEEEEEEEMONNNN

POV LEO

Estava com a respiração acelerada, não consegui crer no que tinha ocorrido. Levantei da cama e procurei a minha calça pelo chão, não podia acreditar que depois de chegarmos tão longe Jason foi embora. Agora que ele e eu fizemos tudo isso, exijo te-lo agora.

Meu corpo estava todo suado e meu cabelo pouco apresentável. Mas nada negou que eu fosse caminhar até a sua cabine. Bati na porta e após alguns segundos sem resposta entrei de supetão. Jason estava deitado de bruços aparentemente descansando, caminhei até ele e sentei na beira da cama.

– Leo não podemos fazer isso assim – murmurou ele sem mexer um músculo. Queria dizer que não havia problema que já tinha feito isso antes, porem tinha medo de que ele não quisesse fazer mais nada comigo depois disso.

– Jason eu quero... Sentir você – disse envergonhado.

Deitei sobre ele, acariciei as suas costas e distribui vários beijos por sua nuca. Com uma das mãos invadia sua calça, acariciando sua entrada e estimulando-o, ele gemeu baixinho e eu continuei porque sabia que estava agradando. Umedeci um dos dedos e introduzi, ele reclamou de dor e se contraiu, depois relaxou e gemeu pedindo para que eu continuasse. Fazia um vai e vem enquanto beijava a sua nuca.

– Leo... esta b-bom, mas está d-doendo – murmurou ele envergonhado com a cara no travesseiro, retirei o dedo e acariciei seus cabelos. Não queria forçar nada, ainda mais nem tinha descoberto que ia... Bem nem sabia... Quem ia foder quem ali.

Ele virou, nossos olhos se encontraram e eu sabia que seria aquela noite, a nossa noite. Encostei nossos lábios, mas não os selei, fiquei somente roçando sentindo a sua respiração descontrolada e o cheiro de chuva de verão que Jason tinha. Ele mordeu meu lábio inferior antes de completar nossas bocas em uma. Com a mão passeando em seu peitoral definido me fez sentir vergonha de meu corpo. Nosso beijo era romântico, nossas línguas dançavam em sincronia e dava pena de parar para respirar. Subi por cima de jason, sentando sobra ele, para facilitar as nossas saliências.

– Como ficamos? – ele perguntou enquanto apoiava a minha cabeça na curva do seu pescoço. Não queria pensar sobre isso, também não estava pronto para ter um relacionamento serio com Jason.

– Vamos ficar esta noite, depois decidimos okay? – esclareci evitando que meus medos transparecessem. Voltei a beijá-lo, com mais carinho e excitação, queria ter aquilo com ele. Não sei se nosso relacionamento se matéria mais forte ou acabaria de vez, deixaria esses problemas para resolver pela manhã.

Deixei meus lábios passearem por seu pescoço trançando um caminho sensual, assim como ele fez comigo, mas elevado a uma categoria única, com toda a experiência que obtive ao longo dos meses. Retirei a sua calça e a minha também, massageei seu membro com a mão, ele curvou as costas e jogou a cabeça para traz. Não queria que ele gozasse agora, mas dei um longo beijo sobre a cabeça de seu pênis, depois o coloquei quase por completo na boca. Com a mão ele forçava o ritimo de vai e vem, retirei ele por completo da boca e sorri. Já estava na hora de evoluirmos aquilo. Com um pouco de saliva “lubrifiquei” a minha entrada posicionei para que pudesse fazer uma boa penetração. Jason sentou-se e segurou a minha cintura, com cuidado fui descendo ao encontro do seu membro.

Nossos olhos se encontraram, estava doendo um pouco, logo que fazia tempo que não tinha nenhuma relação sexual e também não tinha lubrificante o que dificultava as coisas. Quando estava no talo, a cara de prazer que Jason exibia era de arrepiar, seus olhos azuis elétricos e a cicatriz na boca deixavam a sua face ainda mais radiante. Quando me sentia mais confortável dei uma rebolada e isso he arrancou um gemido longo.

Com as mãos em minha cintura ele começou a fazer um movimento singelo de vai e vem, fechei os olhos e deixei que ele aproveitasse o momento. Meio desajeitado Jason me deitou na cama, ficando por cima de mim. A penetração ficou mais profunda, muitas vezes atingindo a minha próstata. Sou muito fraco pra isso, geralmente sou o primeiro a gozar. Jason deitou-se sobre mim e me beijou, com os corpos suados e respiração ofegante ele murmurou em meu ouvido.

– Eu te amo, vou te fazer feliz!

E assim com essa frase que eu cheguei ao meu auge, gozei entre as nossas barrigas, ao delírio que o filho de Júpiter me causava com aquelas palavras. Ele forçou o ritimo e em pouco tempo ele também se derramou dentro de mim. As nossas respirações completamente audíveis e o sorriso em seus lábios me fizeram derreter de tanto... Amor.

Eu me separei dele, procurei a minha roupa pelo chão, vesti a calça do avesso mesmo, seus olhos me acompanhavam curioso enquanto eu caminhava até a porta.

– Então é isso? Transamos e você vai embora? – indagou ele.

– Tenho um navio para levar ao Rio de janeiro – expliquei manhoso me condenando por parecer tão infantil.

– E agora? – murmurou ele.

– Vamos falar disso depois – e com essa frase me retirei de sua cabine, completamente grato pela noite que tive, tanto que agredeci a minha madrasta Afrodite por me proporcionar tudo aquilo.

Detraído nem reparei a cena que se passava, Nico deitado no chão aos prantos, seus soluços estremeciam completamente seu corpo enquanto de tanto chorar ele já estava perdendo o ar.

– Nico – chamei assustado.

(...)

Notas finais
Sucesso