Perfect!
9 Sexy Love!!!
Notas iniciais
"She makes the hairs on the back of my neck stand up;
Just one touch and I erupt like a volcano and cover her whit my love;
Baby girl, you make me say,oh,oh;
And I just can't think of anything else I'd rather do..."
Sexy Love
Ne-yo
Mansão Merlyn
Caitlin
Após alguns minutos olhando a porta fechada, suspiro, coloco minhas coisas sobre a poltrona e começo a me despir, caminhando para o banheiro.
Decido lavar meu conjunto de lingeri(só assim poderia usá-lo, limpo, no dia seguinte). Dobro minha roupa com cuidado, pondo-a sobre a mesma poltrona onde coloquei minha pasta e bolsa, voltando ao banheiro. Lavo a lingeri, penduro-as dentro do box e saio para pegar a toalha.
Ao retornar, escorrego e para não cair me apoio no pequeno criado mudo perto da porta ( quem, em sã consciência, coloca uma peça dessas perto do banheiro??). Escuto o trincar da madeira vendo, apavorada, a peça desabar um lado em um baque surdo.
Tento,em vão, reclocá-la de pé..."Droga! Com certeza esse troço deve valer dez vezes o meu salário!", penso, mordendo o lábio, enrolando a toalha em meu corpo, caminhando até a porta.
Minha intenção era avisar Thomas da merda que havia feito,deixando claro que poderia descontar do meu salário.
Ao abrir a porta, me deparo com o próprio, parado junto ao quarto do filho, sem camisa, a calça displicentemente caída sobre o quadril, indicando que se preparava para, assim como eu, entrar no chuveiro.
Ele se vira para mim assim que abro a porta, endireitando o corpo.
—Desculpe...eu...Eu acho que quebrei alguma coisa!-digo mordendo o lábio.
—Eu tentei. O senhor é testemunha de que eu tentei- escuto-o dizer e logo em seguida vencer a distância que nos separava,me envolvendo em seus braços em um beijo ávido, cessando-o quando o ar nos falta, me deixando zonza.
—Thomas...eu...acho..quebrei--balbucio, apontando o interior do quarto.
—Quebrou sim, Caitlin. Quebrou minha resistência!- afirma, soltando a toalha,me deixando nua, entrando no quarto me carregando em seus braços, colocando-me sobre a cama, prendendo meu corpo com o seu.
—Thomas! --murmuro seu nome, gemendo, sua mão massageando um seio enquanto a boca se apossa do outro, sugando,mordendo, arrepiando a pele, deixando um rastro de fogo ao fazer o caminho de volta para minha boca,iniciando um novo beijo, sedento , a língua pedindo passagem, explorando , aumentando a intimidade.
Minhas mãos descem até sua cintura, aranhando a pele quente, detendo-se no quadril, os dedos insinuando-se para dentro do cós da calça, empurrando o tecido . Ele ergue o quadril, sem para de me beijar, ajudando a retira-la, levando sua cueca junto.
Emito um grunhido rouco quando sinto seu membro, duro, precionar meu sexo, e abro as pernas, ouvindo-o gemer contra minha boca, dando-lhe acesso a meu interior.
Thomas ergue o quadril, penetrando-me em um movimento viril, fazendo meu corpo deslizar sobre o tecido de seda do lençol, subindo e descendo, seguindo o ritmo de suas estocadas. Ele envolve minha cintura, forçando meu quadril contra o seu, penetrando mais fundo dentro de mim. Preciso morde meu lábio para conter o grito de prazer, lembrando da presença dos filhos dele nos quartos logo ali em frente, deixando escapar apenas um gemido rouco, selvagem, enfiando os dedos em seus cabelos, mantendo sua cabeça em meus seios, explodindo em um gozo forte ao redor de seu membro, sentido-o fazer o mesmo pouco depois..."Nota mental:tomar pílula assim que acordar!", penso, sentido seus movimentos diminuírem ,ficando mais cadenciados.
Quando penso que ele vai se aquietar, sinto sua mão entre nós, indo até meu clitóris, estimulando-o, ao mesmo tempo que recomeça a mexer-se mais intensamente. Sem nos separar, inverte nossas posições.
—Você manda,Caitlin--diz, ofegante,a mão permanecendo em meu sexo, estimulando.
Apoio as mãos no colchão, erguendo parcialmente o quadril, seu membro rosa saindo quase totalmenete de dentro de mim. Desço sobre ele,rebolando, lentamente, escutando Thomas suspirar, prendendo o ar, soltando-o a medida que minha cavalgada aumenta e diminui, cadenciadamente.
—Droga, Caitlin,você quer acabar comigo!!- xinga,fazendo um sorriso brotar em meus lábios, me inclinando sobre ele, as mãos subindo por seu abdômen suado, alcançando seu rosto, minha boca prendendo a sua em um beijo íntimo, a língua invadindo e explorando sua boca, fazendo-o grunhir quando mordo seu lábio.
Suas mãos agarram minha bunda,segurando-me onde estava, invertendo nossas posições mais uma vez, ficando por cima.
—Não devia ter me provocado!--diz , a voz rouca em meu ouvido, mordendo o lóbulo de minha orelha--Vou te foder com força!!- avisa...." Mais ainda!?!", penso--Mais. Pode ter certeza!- responde, me fazendo perceber que,mais uma vez, verbalizei meu pensamento...." Mas será possível que não consigo fazer esses dois trabalharem...", interrompo meu racíocinio ao senti-lo sair completamente de dentro de mim, ficando de pé na lateral da cama, segurando minhas pernas fazendo meu corpo girar, puxando-me para si.
Como havia feito outro dia , ele apoia meus tornozelos em seus ombros, mas ao contrário do que esperava, deixa minhas pernas pernas deslizarem , sutentando-as em seus braços, as mãos segurando firme meu quadril,penetrando-me em dois movimentos: o primeiro mais suave, lento,mantendo minhas pernas sobre seus braços, inclinando o corpo, dobrando meus joelhos, iniciando segundo, mais intenso e forte,profundo, parando, voltando a sair e entrar desta vez em uma só estocada. Não consigo suprimir o grito de prazer que me escapa, arquenado o corpo, sentindo os espamos aumentarem até atingir o clímax gozando junto com ele,o corpo amolecendo.
Desabamos sobre a cama, exaustos, adormecendo após alguns minutos, um enroscado ao outro.
Acordo sentindo uma languidez enorme e estico o corpo, me espreguiçando,as mãos passeando pela cama, encontrando o corpo de Thomas, deitado de bruços, dormindo tranquilamente.
Pego o relógio sobre a comôda verificando a hora: 05: 20..." Dá pra dormir mais um pouquinho!", sorrio, fechando os olhos, ouvindo o barulho da chuva lá fora, abrindo-os ao sentir os lábios de Thomas em meu pescoço, a mão em minha cintura, puxando meu corpo para junto do seu.
—Acho que vou trocar minha corrida por outro exercício mais aconchegante--sussurra em meu ouvido, a boca descendo até meus seios,iniciando uma doce tortura.
—Você não cansa não?- pergunto, sentindo sua mão começar a "trabalhar" em meu sexo.
—De você?--devolve e aceno afirmativamente, incapaz de falar qualquer coisa,seus dedos entrando e saindo, fazendo minha excitação crescer--Não! — afirma, prendendo o bico de meu seio entre os dentes, a língua contornando-o--E pelo visto não sou o único! Mal começamos e já está pronta par me receber.- diz, voltando a beijar meus seios, descendo até chegar em meu sexo, detendo-se aí..." Estou perdida!", penso,enfiando meus dedos em seus cabelos,suspirando...
..
"...I love making love to you, baby girl;
You know your my sexy love;
I'm so addicted to how she's the sweetest drug..
Fale com o autor